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Caldense é comissário de comemorações das Invasões Francesas em Pombal

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As comemorações das Invasões Francesas no concelho de Pombal têm a marca do caldense Mário Lino, que a convite da Câmara Municipal de Pombal e da Junta de Freguesia da Redinha, é comissário do evento, que decorre desde 28 de Fevereiro e termina a 31 de Março, com várias actividades. A exposição “À procura das […]
Caldense é comissário de comemorações das Invasões Francesas em Pombal

As comemorações das Invasões Francesas no concelho de Pombal têm a marca do caldense Mário Lino, que a convite da Câmara Municipal de Pombal e da Junta de Freguesia da Redinha, é comissário do evento, que decorre desde 28 de Fevereiro e termina a 31 de Março, com várias actividades. A exposição “À procura das Invasões Francesas no Concelho de Pombal – Nas Páginas da História”, inaugurada no primeiro dia das comemorações, resultou da investigação de Mário Lino, autor igualmente da mostra, que reúne 28 painéis de grandes dimensões, com textos de historiadores. “Neste reencontro com a História estão bem patentes os horrores dos ventos da guerra, da violência e do fogo que devastou as localidades de Pombal e da Redinha. Com este avivar de memórias pretendemos também lembrar, em preito de homenagem, as largas centenas, se não mesmo milhares de civis, que morreram nesta região”, descreveu Mário Lino na apresentação da exposição, que contou com a presença de duas dezenas de caldenses, para além da população local e do presidente da Junta de Freguesia da Redinha e do vereador da Cultura da Câmara Municipal de Pombal. “No combate de Pombal no dia 11 de Março de 1811, esta então vila ardia como um braseiro imenso, vendo-se os aliados portugueses e ingleses na necessidade de abandonar alguns doentes e feridos que pereciam nas chamas, no meio de horríveis angústias”, recordou. “Decorridos 198 anos sobre estes episódios, estamos aqui sem quaisquer ressentimentos, num abraço à paz, apenas com o objectivo de recordar uma história da qual nem tudo o fogo levou”, manifestou Mário Lino. Fernando Parreira, vereador da cultura, enalteceu o trabalho de investigação realizado pelo caldense, felicitando-o “pela sua capacidade de mobilizar as pessoas para os seus eventos”. Também o presidente da Junta de Freguesia da Redinha, Carlos Cardoso, teceu elogios ao caldense, comentando que “não fora a vontade e insistência de Mário Lino” já teriam desistido há muito. No passado dia 9 decorreu a apresentação de um pequeno livro – “Notas da História em 36 páginas”, de Mário Lino. De 14 a 21 de Março, a associação caldense Cultartis, num autêntico abraço cultural entre Caldas e Pombal, participa nas comemorações realizando uma exposição de pintura na Biblioteca de Pombal. As comemorações incluem uma recriação histórica, apresentação de uma medalha alusiva, inauguração de um painel de azulejos e homenagem aos mortos de todas as guerras. No dia 15 de Março será feita a recriação da grande batalha da Redinha, onde em 1811 morreram mais de 600 homens, acompanhada de uma pequena feira do século XIX, com a venda de animais e legumes. O espectáculo será garantido por 60 participantes do Ayuntamento de Albuera (Espanha), devidamente trajados com os uniformes da época, e contará com a participação do rancho folclórico e etnográfico da Redinha. Nesse mesmo dia serão hasteadas as bandeiras dos países envolvidos na Guerra Peninsular, nomeadamente Espanha, Inglaterra, Portugal e França, “num abraço à paz e com o sentido de que não voltem a haver mais guerras”, referiu Mário Lino. Será também inaugurado um painel de azulejos alusivo ao primeiro foral (1159) atribuído à Redinha, elaborado por Mário Lino, com a colaboração da Oficina Brito, das Caldas da Rainha, e que será colocado ao lado do memorial das Invasões Francesas. Mário Lino, descendente de uma família natural do Louriçal, Pombal, nasceu em Caldas da Rainha a 15 de Outubro de 1947. Em 2006, em colaboração com a Câmara de Pombal, comissariou a recriação histórica “O Combate da Redinha”. Também lançou as publicações “De Pombal à Redinha – na Rota do Mito Napoleónico” e “Caldas da Rainha – na Rota do Mito Napoleónico”. O caldense exerce o cargo de director do Museu do Ciclismo, nas Caldas da Rainha. Francisco Gomes

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