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A Fundação Infantil Ronald McDonald é administrada pelo caldense João de Sá Nogueira

“As histórias de vida que testemunho é o segredo para a minha  realização plena”

29 de Julho, 2015
O gestor caldense João de Sá Nogueira, de 77 anos, esteve durante décadas ligado à indústria do papel. É pai, avô e é hoje um homem realizado porque cumpriu o sonho de intervir diretamente nas necessidades da comunidade.

Apareceu-lhe a oportunidade de colocar em prática um projeto de solidariedade social e abraçou-o com muita garra, fé e, o principal: muita determinação. É administrador e diretor executivo da Fundação Infantil Ronald McDonald (FIRM) que foi criada em Portugal, no ano de 2000, e a sua finalidade é a promoção de iniciativas que contribuam para o bem-estar das crianças e das suas famílias.

As Casas Ronald McDonald são os principais projetos da Fundação. João de Sá Nogueira abriu a primeira Casa Ronald McDonald, em Lisboa que foi inaugurada, a 3 de junho de 2008, junto do Hospital D. Estefânia.

A 20 de novembro de 2013 fundou a segunda casa no Porto, no perímetro do Hospital S. João. São casas de acolhimento de crianças e das suas famílias, durante o tratamento em ambulatório e tem recebido sobretudo pessoas oriundas da região do Oeste, Coimbra, Alentejo, Algarve, Açores e Madeira. A ideia é proporcionar “uma casa longe de casa” às famílias mais carenciadas das crianças em tratamento hospitalar. É sobretudo um espaço acolhedor que serve muitas vezes para fugir ao drama vivido nos corredores de um hospital.

João de Sá Nogueira, licenciado em Engenharia Químico-Industrial, no Instituto Superior Técnico em Lisboa, atualmente dedica-se inteiramente ao tema da responsabilidade social. “Coloquei na prática uma coisa que eu andava a defender há anos que era a intervenção direta, de uma empresa na comunidade”, disse, este responsável, ao JORNAL DAS CALDAS numa visita guiada à casa de Lisboa.

A sua carreira profissional desenrolou-se na indústria, no setor da produção e transformação de papel, tendo desenvolvido o seu trabalho sempre em empresas ligadas ao Grupo Inapa. Na altura que assumiu a responsabilidade da FIRM estava à frente do GRACE (Grupo de Reflexão e Apoio à Cidadania Empresarial), que tinha como vogal um quadro da McDonald’s Portugal, que o desafiou para liderar o projeto da FIRM. Durante a sua atividade profissional sempre quis “criar uma cultura nas empresas que as levasse (direção e colaboradores) a intervir na sociedade”.

“Eu não podia querer outra coisa melhor que isto. As histórias de vida que testemunho é o segredo para a minha realização plena”, sublinhou, João de Sá Nogueira. Considera que com a experiência de vida e com a idade “vamos espertando para novos valores”. “Primeiro queremos a realização profissional, depois é a realização familiar seguido da necessidade de integrar e interagir com as pessoas que trabalham connosco e depois finalmente a necessidade de apoiar a comunidade e fazer qualquer coisa para que ultrapasse as maiores dificuldades”, disse, o administrador e diretor executivo da Fundação Infantil Ronald McDonald que atualmente vive nas Caldas da Rainha. Hoje é um homem feliz com o seu desafio que o leva a percorrer o país nomeadamente à capital onde se desloca várias vezes por semana. “Permite-me trabalhar com outras pessoas, interagir com famílias que estão atravessar momentos difíceis e manter contatos que eu tinha com muitas outras empresas”, apontou.

Paralelamente à sua atividade profissional, João de Sá Nogueira teve sempre uma grande envolvência com a comunidade, nomeadamente nos campos do associativismo empresarial e em instituições vocacionadas para o desenvolvimento tecnológico, a proteção ambiental e a responsabilidade social das empresas, tendo exercido vários cargos, quer em representação empresarial, quer a título individual.

JORNAL DAS CALDAS fez uma visita à Casa Ronald McDonald de Lisboa

Uma equipa formidável que visa o bem-estar da população

A cor neutra do n.º 15 do Largo do Conde de Pombeiro, perto do Hospital D. Estefânia, o principal hospital pediátrico português (em Lisboa) contrasta com a cor e calor do seu interior.

Pelos dois andares distribuem-se 10 quartos, várias salas, cozinha, lavandaria e espaços administrativos dos colaboradores da Casa Ronald McDonald, de apoio às famílias mais carenciadas das crianças em tratamento hospitalar.

Representam um refúgio em relação ao hospital, com um ambiente agradável, com quartos individuais. Aqui as famílias têm gratuitamente onde descansar, tratar das suas roupas, prepararem as suas refeições, conviverem, se assim o entenderem, com outras famílias vivendo problemas semelhantes, na esperança de um rápido restabelecimento das suas crianças. Na realidade uma “casa longe de casa”.

Desde a abertura e até ao presente, a Casa Ronald McDonald de Lisboa já acolheu 980 famílias de todos distritos portugueses. Destas famílias, algumas estiveram na Casa mais do que uma vez. O tempo de permanência médio é de 17 dias.

As famílias acolhidas, gratuitamente, nesta casa têm de viajar de pontos distantes de todo o país com as suas crianças para receberem tratamento no Centro Hospitalar Lisboa Central (CHLC) – que inclui: Hospital D. Estefânia, Hospital de Santa Marta, Hospital dos Capuchos e Maternidade Alfredo da Costa. As famílias são encaminhadas para a Casa pelos serviços sociais dos referidos hospitais.

Além desta casa, a instituição possui outra no Porto, no perímetro do Hospital S. João. Esta Casa acolhe, de forma gratuita, os familiares mais carenciados das crianças que se deslocam da sua residência habitual para receberem tratamento no Centro Hospitalar S. João ou no IPO-Porto. Até ao presente, a Casa do Porto já acolheu mais de 168 famílias dos distritos do Porto, Braga, Aveiro, Vila Real, Bragança, Viseu, Viana do Castelo, Leiria, Lisboa, Castelo Branco e Arquipélago da Madeira.

As duas Casas, no total, já acolheram mais de 1148 famílias.

Foi com muito orgulho que, o administrador e diretor executivo da FIRM, João de Sá Nogueira e Ana Patacho, gestora da Casa Ronald McDonald de Lisboa receberam o JORNAL DAS CALDAS na residência da capital. Foi visível o carinho e orgulho que têm pelo projeto.

Na entrada da residência existe uma árvore com 50 corações que representa os vários patrocinadores que colaboram com a FIRM, quer com dinheiro, bens, serviços ou voluntariado. Uma parte do financiamento para o projeto vem da McDonalds Portugal e dos seus franquiados.“Mas temos vários apoios em espécie e em serviços oriundos de empresas e da sociedade civil”, explicou, o administrador. Desde a comunicação, ao design e ao marketing, até à oferta de painéis fotovoltaicos ou de produtos para crianças (cremes) que sofreram queimaduras graves, há uma panóplia de dádivas que asseguram o bem-estar de quem está naquela casa.

Ana Patacho adora o seu trabalho. Com ela colabora uma equipa “formidável” que ao troco de apenas um sorriso, tentam colocar as famílias à vontade e estão sempre disponíveis para dar umas palavras de coragem. “A residência funciona como um refúgio do hospital, 24 horas por dia, 365 dias por ano, dando resposta à afirmação unânime da classe médica, de que o melhor para a rápida recuperação de crianças com doenças graves e prolongadas é o acompanhamento dos pais ou familiares próximos durante os internamentos hospitalares”, explicou. “A casa tem sempre alguém da equipa. Os seguranças que pernoitam e que ficam na casa aos fins de semana tem formação adequada para a tarefa que desempenham”, adiantou, Ana Patacho.

“Há um regulamento bastante rigoroso a cumprir. Cada família prepara as refeições e trata do seu quarto e possuem uma escala de serviço para as partes comuns. “Isto permite que as famílias se sintam um bocadinho como se estivessem em sua casa”, explica a gestora, destacando que o convívio e apoio entre pessoas que estão a sofrer com a doença de um familiar são importantes.

As famílias estão como se estivessem na sua própria casa: “Cozinham, lavam a sua roupa, leem ou vêm televisão, conversam ou simplesmente descansam”, apontou, a responsável, acrescentando que “as famílias partilham

experiências, vivências e recebem familiares e amigos”.

O acolhimento é gratuito, cabendo às famílias comprar e preparar a alimentação, que muitas vezes é partilhada entre os vários residentes. “Temos parcerias com muitas entidades que nos oferecem alimentos”, disse, a gestora.

A FIRM tem um protocolo com o Hotel Maia, que está situado perto da casa de Lisboa. Quando a residência não tem capacidade, arranjam um quarto para as famílias. Apoiam com a oferta de produtos alimentares, e proporcionam uma noite diferente aos casais com a oferta de uma jantar no restaurante do Hotel. “Para muitos pais é um desagaste emocional muito grande e precisam, de descontrair e esta parceria com o Hotel é fantástica no sentido de colaborarem connosco de diversas formas”, adiantou, a gestora da casa.

Ao lado da casa de Lisboa está um infantário que também tem uma parceria com a fundação, onde as famílias com filhos mais novos os podem deixar enquanto estão a acompanhar o outro filho no hospital.

Nas alturas de festivas, como por exemplo no Natal é sempre feito um jantar e distribuídos brinquedos pelas crianças.

Durante o ano decorrem na casa jantares, workshops entre outros eventos com o objetivo de animar as famílias. “Temos voluntários que fazem o jantar às famílias às quartas-feiras, que dão workshops de cozinha e se ocupam de outras áreas como o cabeleireiro, as massagens ou a podologia”, disseram Ana Patacho e Sá Nogueira.

A FIRM tem levado a cabo várias iniciativas de angariação de fundos para a manutenção das Casas Ronald McDonald de Lisboa e do Porto, com o apoio de instituições, empresas e artistas nacionais. Para celebrar os 15 anos, o cantor Paulo Vintém deu um concerto na casa do Porto.

A Maria, o Pedro, a Joana, o Orelhas e o Coração, são alguns dos artigos da coleção solidária da FIRM. Ao adquirir um dos artigos está a contribuir para que mais crianças e famílias possam ficar nas Casas Ronald McDonald, e também a ajudar as artesãs que, com muito carinho, elaboram estas peças únicas e especiais, feitas a partir de materiais 100% portugueses.

Maria Cavaco Silva na Inauguração da Casa Ronald McDonald

Maria Cavaco Silva marcou presença na inauguração da Casa de Lisboa e do Porto. Deixou uma mensagem que emocionou o público presente. “Para as crianças será mesmo um castelo encantado, onde o mundo real e o mundo de faz de conta andam de mãos dadas por todos os cantos e recantos.

Está longe mas é uma casa que nos momentos complicados, faz toda a diferença do mundo”, palavras de Maria Cavaco Silva na Inauguração da Casa Ronald McDonald de Lisboa. “Uma casa é um colo, um abraço, um remédio contra o desconforto e a dor.

O hospital onde nos tratam está suficientemente perto para podermos lá chegar rapidamente sempre que for preciso, mas suficientemente longe para o podermos esquecer quando isso for mais importante do que saber que está perto.

A Fundação Infantil Ronald McDonald percebeu através de exemplos vividos – são normalmente os exemplos vividos que nos levam mais longe – que era possível minorar a situação das crianças que precisam de tratamentos prolongados”, disse, a esposa do Presidente da República Presidente da República

A Primeira Casa Ronald McDonald no mundo

Em 1974, em Filadélfia, Fred Hill e sua mulher souberam que a filha de três anos sofria de Leucemia. Os momentos passados no hospital foram de tristeza, exaustão e frustração, sentimentos que tentavam esconder da filha. Ao mesmo tempo, puderam observar o sofrimento dos outros pais, que passam por situações semelhantes.

Fred Hill, jogador de futebol americano profissional, reuniu o apoio dos colegas de equipa, do treinador e de amigos, um dos quais proprietário de um restaurante McDonald´s. Foi assim que nasceu a primeira Casa Ronald McDonald, em 1974, em Filadélfia, a casa do amigo Ronald.

Trinta e nove anos passados sobre a história do casal Hill, existem já 366 Casas Ronald McDonald, construídas perto de Hospitais Pediátricos em 35 países, contando com a dedicação de cerca de 30 mil voluntários.

Testemunhos

Nas Casas Ronald McDonald há amizades que ficam para a vida

Nas Casas Ronald McDonald há amizades que ficam para a vida. Minorar o sofrimento proporcionando bem-estar é o objetivo desta casa, onde os responsáveis têm assistido ao criar de laços de amizade e de solidariedade entre famílias.

O JORNAL DAS CALDAS, entrevistou duas famílias, uma das Caldas da Rainhas e a outra da Atouguia da Baleia em Peniche que estiveram na casa de Lisboa. A Fundação Infantil Ronald McDonald fez a diferença na vida destas pessoas.

Minorar o sofrimento proporcionando bem-estar é o objetivo desta casa, onde os

No momento em que o que só acontece aos “outros” nos bate à porta, a equipa da FIRM ajudou a minimizar a dor destas famílias.

Família Raimundo, natural das Caldas da Rainha

O JORNAL DAS CALDAS falou com a família Raimundo, que teve que se deslocar da sua residência habitual, com o seu filho Jaime, durante três meses para receber tratamentos no Hospital Dona Estefânia em Lisboa e que durante esse período estiveram na Casa Ronald McDonald, como fosse a sua própria casa.

“A experiência que tive na casa foi maravilhosa, fez-nos sentir muito apoiados. Todo o carinho e atenção que nos deram, ajudou a diminuir a dor”, descreve Rita Raimundo, mãe do Jaime Raimundo natural das Caldas da Rainha, que esteve em 2010, na Casa RonaldMcDonald, em Lisboa.

O Jaime nasceu a 19 desetembrode 2010, na maternidade do Hospital das Caldas da Rainha com um volvo congénito (obstrução intestinal), que não foi detetado durante a gravidez por negligência médica. Sendo depois transportado para o Hospital Dona Estefânia em Lisboa, onde foi operado e ficou internado. Durante o seu internamento, Rita Raimundo foi convidada pela assistente social do Hospital para permanecer na casa, em Lisboa.?“Quando surgiu o convite, foi uma ótima oportunidade para ficar mais perto do Jaime, numa altura em que a nossa cabeça estava a fervilhar de pensamentos e sentimentos de desespero pela situação em que nos encontrávamos”, salientou.

A FIRMé uma instituição, que Rita carateriza como “um porto de abrigo e um grande amparo, onde pudemos por as nossas ideias em ordem, descansar e refletir”.

Durante a estadia na casa, Rita Raimundo esteve também internada com uma apendicite, tendo sido uma “fase muito difícil, pois não podia estar perto do Jaime, nem da casa”. No entanto, os três meses de estadia, “o convívio com outras famílias e o conforto de um lar foram muito importantes naquela fase difícil. As boas recordações que tenho desse tempo foram as vividas na casa”.

“Uma pessoa sente-se realmente em casa, onde temos a nossa privacidade e regras a cumprir”, esclareceu.

Passados cinco anos, Rita Raimundo confessa que tem uma ligação “muito forte à casa de Lisboa”, pois todos os meses o Jaime tem de deslocar-se à capital para realizar as consultas de rotina, onde por vezes ficam a pernoitar na casa.

“A casa e toda a equipa que dela faz parte, são espetaculares, sempre que tenho consultas de rotina com o Jaime passo pela casa e somos sempre convidados em primeira mão para ir aos eventos e atividades que a casa organiza”, realçou Rita, que recorda as amizades (doentes e pais) que travou durante a sua permanência na casa, como o caso de uma menina da Madeira, a Jéssica que tinha uma linfoma. Hoje em dia, a família Raimundo recorda a sua estadia na casa como uma vivência “rápida e ótima, pois as famílias e equipa foram todos muito prestáveis. Por isso, não tenho palavras para agradecer o que fizeram por mim e pelo meu filho, pois facilitou-nos muito a vida”

“Este meu testemunho só pode ser de gratidão pura, dado que, quando mais necessitei, esta foi a minha casa longe de casa, o meu abrigo e refúgio mais próximo do meu filho”, concluiu.

Família Graça, natural da Atouguia da Baleia

?No ano passado, emjulhodurante sete dias foi a vez da família Graça, natural daAtouguiada Baleia, conhecer a casa, pois o filho mais novo Samuel Graça, na altura tinha 14 anos teve de ser operado no Hospital Dona Estefânia, para colocar uma barra de ferro no peito.

A proposta surgiu na altura certa, visto que a família tinha ponderado ir para uma pensão durante o internamento do Samuel, no entanto uma enfermeira sugeriu a hipótese da família concorrer à Casa RonaldMcDonald’se falar com uma assistente social, que rapidamente disse à família que havia disponibilidade para ficar os três na casa.

Segundo, Tânia Graça disse ao JORNAL DAS CALDAS, “a oportunidade foi excelente, eu tinha acabado de ser operada à coluna não podia fazer grandes esforços como também não podia ficar a dormir no hospital. Sem esquecer, que a nível financeiro, foi muito bom”.

A família natural daAtouguiada Baleia descreve a curta passagem pela Casa RonaldMcDonald como uma oportunidade que “nos deu a entender a grandiosidade desta instituição, que proporciona às famílias mais carenciadas o facto de poderem manter a união enquanto esperam por boas notícias”.

“Dentro da casa encontrámos tudo o necessário para nos fazer sentir como fosse o nosso lar, apesar das poucas horas que lá passei, pois saia às sete e entrava à meia-noite”, disse Tânia, que só utilizou o espaço para tratar das roupas.

Simão Graça, o filho mais velho do casal, também permaneceu os sete dias na residência, para acompanhar os pais e o irmão, tendo sido o elemento da família que mais tempo usufruiu da casa,caracterizando-acomo “um espaço confortável com todas as facilidades que necessitamos durante a nossa estadia, mas sobretudo um projeto com o espírito solidário entre as famílias, único e exemplar.“

Segundo, Tânia Graça a “Casa RonaldMcDonaldé muito mais, é um exemplo que deverá ser acarinhado por todos nós, pelas pessoas maravilhosas e fantásticas que constituem a equipa, que nos faz sentir inteiramente em casa”.

Após um ano, a família ainda mantém uma ligação “bastante forte” com toda a equipa da instituição, pois conheceram pessoas com casos parecidos com o caso do Samuel, que contribui “para nos fazem sentir muito melhor”.?Tânia Graça também confessa que daqui a três anos, o Samuel precisa de ser operado novamente para tirar a barra, pois deseja ter novamente a oportunidade de poder ficar na casa.

“A nossa experiência na Casa RonaldMcDonald, apesar de curta foi bastante intensa, graças à segurança e o conforto na nossa pequena estadia, proporcionou-nos as forças e esperança para enfrentarmos o dia a dia hospitalar”, adiantou.

Os sete dias para esta família natural daAtouguiada Baleia foram repletos de “desafios que só foram ultrapassados com a ajuda da família, amigos, desconhecidos, de quem eu menos esperava e de quem nunca me pediu nada em troca, da Casa RonaldMcDonald”.

Para esta mãe, a FIRM foi “um teto, um abrigo, a minha paz enquanto mãe. Só tenho a agradecer por me acolherem no seio da vossa família quando mais precisei e sei que guardo bons momentos de partilha que não vou esquecer nunca.”

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