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Vidreiros 0 GD Peniche 1 Campo do Tojal, em Picassinos. Árbitro: Paulo Marques, de Leiria Assistentes: Gracindo Vieira e Flávio Ferreira Vidreiros: Nuno Salgueiro; Daniel, João, Marrazes e Cláudio; Vitinho, Edgar (João Paulo, aos 45m), Inácio e Fragoso; Fábio (João Luís, aos 90m) e Dilson (Caça, aos 77m). Suplente não utilizado: Quedas. Treinador: Vítor Gato […]

Vidreiros 0 GD Peniche 1 Campo do Tojal, em Picassinos. Árbitro: Paulo Marques, de Leiria Assistentes: Gracindo Vieira e Flávio Ferreira Vidreiros: Nuno Salgueiro; Daniel, João, Marrazes e Cláudio; Vitinho, Edgar (João Paulo, aos 45m), Inácio e Fragoso; Fábio (João Luís, aos 90m) e Dilson (Caça, aos 77m). Suplente não utilizado: Quedas. Treinador: Vítor Gato GD Peniche: Hélio; Ferreira (Márcio, aos 63m), Ricardo Viola, Laranja e Rui João; Paulo Neves, Baba (Paulinho, aos 69m) e Vasco; Silva, Ruben (Silvestre, aos 84m) e Emanuel. Suplentes não utilizados: João Miguel, Vando, João Fernando e Marinho. Treinador: Bastos Lopes Ao intervalo: 0-0 Golos: 0-1 por Silvestre, aos 115m. Acção disciplinar: amarelos para Cláudio (10 e 70m), João (49m), Inácio (50 e 51m), Ruben (73m), Paulinho (87 e 109m), Márcio (88m), Paulo Neves (90m), Caça (97m), João Luís (100m), Silvestre (110m) e Silva (118m). Num jogo em que o favoritismo ia para os líderes do campeonato, a equipa de Vítor Gato apresentou-se a querer discutir o resultado, procurando jogar de igual para igual. O conjunto “vidreiro”, com poucas opções no banco, surpreendeu pela positiva e coube-lhes mesmo os primeiros minutos de perigo, com um meio campo bem povoado e com Fábio e Dilson a tentarem abrir alguns espaços na defensiva visitante. Os homens da beira-mar respondiam e, ao minuto 7, dispõem da primeira oportunidade através de Silva que falha o remate para o golo, na sequência de um cruzamento de Ruben. A equipa parecia querer prometer, com rápidas transições da defesa para o ataque mas tudo não passou das intenções pois a equipa não conseguia entrar com perigo na área contrária, com muitos passes transviados. Para tal, não só contribuiu a boa organização defensiva local mas o bem povoado meio campo, onde raça e agressividade não faltavam. E aqui surge a outra dificuldade com que os homens de Bastos Lopes se tiveram de bater: a demasiada agressividade dos locais, por vezes a roçarem o extremo que poderia pôr e perigo a integridade física dos seus jogadores. E tudo isto perante a complacência do árbitro da partida que não esteve à altura do encontro no capítulo disciplinar. Não tendo autoridade nos momentos em que se impunha acabou por complicar mais tarde, não só com as expulsões mas também com as imensas discussões e quezílias a que os jogadores se permitiam. Mas voltando ao jogo, é justo que se diga que os locais, mantendo sempre dois homens mais avançados, a equipa ia espreitando o contra-ataque mas a defensiva penichense, sempre atenta, não permitia quaisquer veleidades. Numa toada de equilíbrio e sem situações flagrantes de golo, foi preciso esperar pelo minuto 30 para que os espectadores despertassem para o jogo e esquecessem o intenso frio que se fazia sentir. Primeiro é Fábio que, com um forte remate, assusta Hélio, e depois é Vasco que, com espaço, atira enrolado e ao lado da baliza de Nuno Salgueiro. A equipa penichense reassume o comando da partida, instala-se no meio contrário e cria, então, várias situações de perigo junto à área local. Mais velocidade na circulação de bola e antecipação em todos os lances e novas oportunidades de golo. Minuto 38, bom trabalho entre Paulo Neves e Ruben e este a escapar-se aos defesas mas a atirar ao lado. Aos 40m, Emanuel corresponde bem a cruzamento de Rui João e atira à trave. Um futebol mais prático e objectivo mas faltava a eficácia concretizadora, deitando por terra oportunidades que poderiam ter ditado, bem cedo, um outro resultado. Os rapazes de Picassinos suportaram essa pressão e conseguiram manter, até ao intervalo, o nulo no marcador. Após o descanso, os locais entram melhor, subindo no terreno na tentativa de incomodar a defensiva contrária mas tal não passou de meras intenções e tudo se complicaria ao minuto 51. Inácio reage mal à exibição do cartão amarelo e vê o segundo. A partir daí, o domínio do Peniche foi quase total, obrigando o técnico local a acertos nas marcações com o intuito de manter até onde pudesse a resistência da sua equipa, mantendo toda a entrega e abnegação. E pode dizer-se que o conseguiu, mesmo quando, com a expulsão de Cláudio, se viu reduzido a nove. Perante o domínio e superioridade do Peniche, a equipa local recuava mas mantinha a mesma concentração táctica. Bastos Lopes aposta tudo no ataque mas, à equipa, voltaria a faltar a pontaria nas várias oportunidades de que dispôs. Muitas oportunidades desperdiçadas e, como tal, alguma inquietação se apodera da equipa, baixando o nível do seu futebol no último quarto de hora mas disso não se aproveitaram os locais que apenas ao minuto 89 criam algum perigo junto à área de Hélio. Nos minutos finais, o líder esteve sempre mais perto da baliza contrária mas o resultado não se alteraria, obrigando ao período suplementar. E foi preciso esperar pelas horas extraordinárias para presenciar o sabor do golo, já que as expectativas, no que ao golo diziam respeito, tinham até aí saído defraudadas. E apesar de um ou outro fôlego dos homens da casa na procura do golo, o Peniche defendeu bem e tudo fez para chegar ao golo, que aconteceu ao minuto 115, após cruzamento de Márcio para Vasco que amortece para Silvestre que não perdoou. Morria aqui o sonho dos Vidreiros, ciente de que complicou a vida ao líder e agora há que lutar pelo objectivo do campeonato. O Peniche vence de forma justa, mas diga-se que era escusado sofrer tanto. Da arbitragem já se disse o essencial. Reconhecendo que não é fácil o trabalho dentro de campo também não é menos verdade que se de exigir maior rigor nos critérios disciplinares e, talvez, se pudessem evitar os excessos dos jogadores para bem do espectáculo. Neste capítulo haverá muito a rever. José Monteiro

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