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Exposição “50 passos para a Liberdade” no CCC

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A Exposição “50 passos para a Liberdade: Portugal, da Ditadura ao 25 de Abril”, desenvolvida pela Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril, estará patente no CCC – Centro Cultural e Congressos de Caldas da Rainha entre 16 de abril e 30 de junho.
Um dos núcleos expositivos

A Exposição “50 passos para a Liberdade: Portugal, da Ditadura ao 25 de Abril”, desenvolvida pela Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril, estará patente no CCC – Centro Cultural e Congressos de Caldas da Rainha entre 16 de abril e 30 de junho.

Com uma sessão de inauguração dirigida aos alunos do ensino secundário das escolas do concelho das Caldas da Rainha, ccom a presença da Comissária da Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril, a historiadora Maria Inácia Rezola, a mostra pretende evocar e divulgar junto dos mais jovens a história do 25 de Abril.

A mostra contará com um programa de atividades de mediação educativa e cultural, incluindo visitas organizadas para escolas, dinamizado pelo Serviço Educativo do CCC.

Abrangendo o intervalo temporal entre setembro de 1968 e julho de 1974, a exposição retrata os últimos anos da ditadura e os primeiros momentos depois do seu derrube com recurso a fotografias, cartazes, documentos e recortes de imprensa.

Selecionaram-se 50 acontecimentos relevantes do período situado entre a tomada de posse do último Presidente do Conselho do Estado Novo, Marcelo Caetano (28 de setembro de 1968), e a publicação da Lei 7/74, de 27 de julho, pela qual Portugal reconhece o direito dos povos coloniais à autodeterminação e independência.

O período contemplado foi fértil em acontecimentos que marcaram determinantemente a história do país. Na seleção levada a cabo, foi tida em conta a necessidade de retratar uma época nas suas diversas dimensões, ainda que tenha sido valorizada a vertente político-institucional.

A exposição está estruturada em quatro núcleos que retratam os momentos centrais da história que se pretende contar: Um regime à beira do fim; O derrube da ditadura; O dia inicial inteiro e limpo; Os primeiros dias em liberdade.

Na evocação da viragem histórica que o 25 de Abril representou, pretende-se celebrar a conquista da liberdade e a construção da democracia, refletindo e dando a conhecer o passado, mas também perspetivando o futuro.

Os conteúdos e as orientações gráficas para a montagem têm sido disponibilizados gratuitamente pela Comissão a autarquias e estabelecimentos de ensino nacionais, bem como a organismos públicos. Os conteúdos estão disponíveis em português, inglês, francês e espanhol, numa iniciativa que contou com a colaboração do Camões – Instituto de Cooperação e da Língua.

No âmbito do Dia da Defesa Nacional, circulará pelo país, ficando patente nos vários Centros de Divulgação. A exposição poderá ainda ser visitada noutras 14 cidades em Moçambique (em Maputo e na Beira), Coreia do Sul (Seul), República Checa (Praga), São Tomé e Príncipe (em S. Tomé e no Príncipe), China (Macau e Pequim), Roménia (Bucareste), Colômbia (Bogotá), Cuba (Havana), Irão (Teerão), Noruega (Oslo), Senegal (Dacar).

O programa da Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril tem por base dois eixos estruturantes – a memória e o futuro – constituindo uma experiência comemorativa assente nos princípios e valores subjacentes ao programa do Movimento das Forças Armadas: paz, liberdade, democracia e progresso. Reflete o caráter plural e multifacetado da democratização portuguesa, recordando o papel de vários atores sociais, políticos e culturais no caminho que conduziu ao fim da ditadura e à construção da democracia. Revisitando o passado, é possível pensar o futuro.

As Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril tiveram início em março de 2022 e vão decorrer até 2026. Cada ano vai focar-se num tema prioritário, tendo como objetivo reforçar a memória e enfatizar a relevância atual destes acontecimentos na construção e afirmação da democracia.

O período inicial das Comemorações tem sido dedicado aos movimentos sociais e políticos que criaram as condições para o golpe militar. A partir de 2024, os três ‘D’ do Programa do Movimento das Forças Armadas (MFA) começam a ser revisitados, em iniciativas que evocam o processo de descolonização, a democratização e o desenvolvimento.

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