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Agrupamento de saúde assegura que vai ser mais fácil marcar consultas na USF do Bombarral

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A dificuldade em conseguir consultas na Unidade de Saúde Familiar (USF) do Bombarral tem motivado protestos da população, sobretudo dos utentes sem médico de família, o que é reconhecido pelo Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Oeste Norte, que alterou na semana passada o modo de marcação.
Filas de utentes com utentes a levarem cadeiras para se sentarem enquanto aguardam agendamento de consulta

A dificuldade em conseguir consultas na Unidade de Saúde Familiar (USF) do Bombarral tem motivado protestos da população, sobretudo dos utentes sem médico de família, o que é reconhecido pelo Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Oeste Norte, que alterou na semana passada o modo de marcação.

“A USF do Bombarral encontra-se presentemente sob uma pressão assinalável perante a escassez de recursos médicos para dar resposta às solicitações da população inscrita. A saída de médicos especialistas de Medicina Geral e Familiar ao longo dos últimos anos teve como consequência imediata o aumento do número de utentes sem médico de família”, explicou o ACES.

Perante as dificuldades que os utentes têm manifestado em ver agendada uma consulta médica nesta unidade, ouvida a equipa da USF Bombarral e a sua coordenação, e em articulação com o Conselho Clínico e de Saúde do ACES Oeste Norte, foi determinado que a unidade passa a receber diariamente pedidos de marcação de consulta médica via telefone (262600130) das 14h às 16h, de segunda a sexta, exceto à quinta-feira, que será das 10h às 12h.

Segundo o ACES, “todos os contactos serão registados de forma ordenada e os utentes receberão a confirmação do agendamento das suas consultas na semana anterior à data prevista da mesma”.

“Desaconselha-se por isso, o atendimento presencial na unidade para este efeito”, divulgou.

“Desta forma anula-se o desconforto dos utentes terem que comparecer na unidade de saúde num único dia por semana e de madrugada para verem agendada uma consulta na semana seguinte que, na maior parte dos casos não acontecia, acarretando posteriores e recorrentes contactos e insatisfação generalizada”, manifestou o ACES, adiantando que, paralelamente, a direção executiva do ACES está a encetar os necessários contactos com vista ao preenchimento dos horários médicos em falta nesta e nas restantes unidades do agrupamento.

Em setembro, o PCP do Bombarral tinha emitido um comunicado em que considerava “escandalosa a falta de médicos e enfermeiros de família”. “É inaceitável que cerca de 40% da nossa população não tenha acesso a médico de família. Atualmente, o serviço do Centro de Saúde do Bombarral funciona com duas médicas de família, assistidas muitas vezes por uma ou duas enfermeiras que devem dar resposta, entre outras, às consultas de planeamento, vigilância de gravidez e crianças”, manifestou o partido.

“Chegam-nos todos os dias relatos de dificuldades enormes para marcação de consultas, especialmente para os milhares de pessoas sem médico de família e é evidente a falta de recursos humanos a nível do corpo de enfermagem e de funcionários administrativos”, divulgou o PCP.

Por outro lado, “o desgaste dos profissionais é enorme”, porque “a pressão da carga horária é desumana”, pois “trabalha-se muito mais horas do que o que seria normal, muitas vezes com turnos consecutivos”.

Segundo o PCP, existem outros problemas: “Como é possível fixar médicos num centro de saúde onde falta material para trabalhar, material médico e medicação, onde são recorrentes as falhas na plataforma informática que criam sérios constrangimentos ao funcionamento do centro de saúde e onde não existem as necessárias condições remuneratórias para fixar médicos e enfermeiros no Serviço Nacional de Saúde?”.

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