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Escritor brasileiro venceu 3.º Prémio Literário Fernanda Botelho

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A Biblioteca Municipal do Cadaval foi palco, no passado dia 23, da entrega do 3.º Prémio Literário Fernanda Botelho e lançamento da respetiva Antologia de Contos. A atividade ficou enquadrada na Primavera de Livros, iniciativa camarária de promoção do livro e da leitura. Nesta edição o galardão contou com uma adesão recorde, com participantes de dentro e fora do país.
Cerimónia na Biblioteca Municipal do Cadaval

A Biblioteca Municipal do Cadaval foi palco, no passado dia 23, da entrega do 3.º Prémio Literário Fernanda Botelho e lançamento da respetiva Antologia de Contos. A atividade ficou enquadrada na Primavera de Livros, iniciativa camarária de promoção do livro e da leitura. Nesta edição o galardão contou com uma adesão recorde, com participantes de dentro e fora do país.

Foram exatamente 1124 os contos participantes neste prémio literário cadavalense, que homenageia a já desaparecida escritora Fernanda Botelho, que viveu parte da sua vida na aldeia da Vermelha (Cadaval).
Paula Mourão, presidente do júri e representante do Centro de Estudos Comparatistas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, anunciou os premiados. O conto vencedor foi “João Batista”, escrito por Emerson Carvalho (de Belo Horizonte, Brasil), “por traçar um retrato de pobreza, em escrita eficaz, com uma tensão crescente, e com indícios do desenlace pontuando inteligentemente o texto”, referiu Paula Mourão, baseando-se na deliberação do júri do prémio literário.
O júri, constituído ainda pela escritora Rita Taborda Duarte e Alice Oliveira (professora do Agrupamento de Escolas do Cadaval) atribuiu, também, menções honrosas aos contos “Memórias de uma laranjeira”, de Ricardo Monteiro, “Venha a nós o vosso reino”, de Sofia Fraga, e “Velhas Amigas”, de José Cupertino de Freitas.
Paula Mourão referiu a dificuldade que foi para o corpo de jurados cumprir a leitura do vasto volume de contos concorrentes para chegar à deliberação final. Destacou ainda a performance artística que inaugurou aquela tarde literária na biblioteca, “Por universos de Fernanda Botelho”, com a participação de Ana Beatriz Degues e Carolina Pizarro.
“A música e dança a mostrarem que um escritor [Fernanda Botelho] está vivo e que, com a sua obra, podem fazer-se múltiplas atividades, múltiplas interpretações”, declarou.
A atividade incluiu a intervenção não presencial (por vídeo) do vencedor do 3.º Prémio Literário, Emerson Carvalho. “Estou muito feliz com esse resultado, porque através do conto consegui falar da história de muitos brasileiros”, comentou, referindo que o prémio iria ajudá-lo neste seu início de carreira pelas “veredas literárias”.
Igualmente em formato vídeo, e a partir de Fortaleza (Ceará, Brasil) falou também um dos três distinguidos com menção honrosa, José Cupertino de Freitas, que enalteceu o concurso bem como o prémio alcançado, deixando o convite para ler o seu conto, presente na antologia agora lançada (disponível na Biblioteca Municipal).
A fechar o encontro, teve lugar uma roda de conversas em torno do livro e da leitura, com a bibliotecária Tânia Camilo, que teve a participação de Joana Botelho, neta da escritora homenageada e presidente da Associação Gritos da Minha Dança (entidade copromotora do prémio literário em parceria com a Câmara Municipal) e das duas juradas Alice Oliveira e Paula Mourão.

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