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1ª Volta a Portugal em Bicicleta feminina

Caldas da Rainha recebeu partida da derradeira etapa

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A partida para a última etapa da 1ª Volta a Portugal em Bicicleta feminina foi antecedida pelo corte de fita feito pelo presidente da Câmara das Caldas, Tinta Ferreira, na presença do presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC), Delmino Pereira.

1ª Volta a Portugal em Bicicleta feminina

A partida para a última etapa da 1ª Volta a Portugal em Bicicleta feminina foi antecedida pelo corte de fita feito pelo presidente da Câmara das Caldas, Tinta Ferreira, na presença do presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC), Delmino Pereira.

“Caldas da Rainha beneficiou da partida da última etapa da I Volta a Portugal em Bicicleta em masculinos em 1927 e 94 anos depois beneficia da partida da última etapa da I Volta a Portugal Feminina”, indicou o autarca caldense, destacando ainda o aliciante da meta volante instalada em A-dos-Francos, a “terra natal de João Almeida, a grande revelação do atual ciclismo português, portador da camisola rosa no Giro de Itália no ano de 2020 durante 15 etapas consecutivas e recente vencedor da Volta à Polónia”.

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“Durante décadas, o ciclismo feminino de competição foi uma raridade em Portugal e só aconteceu desde o início do século XX, quando Oceana Zarco, a Setubalense, competiu na década de 1920, desempenhando um papel pioneiro e sem paralelo durante a ditadura que terminou em 1974, sendo por isso muito justamente reconhecida como a primeira figura do ciclismo feminino em Portugal. Quero também realçar as tradições caldenses no ciclismo português patentes no museu da modalidade na nossa cidade e destacar com satisfação que em agosto de 1950 Caldas da Rainha organizou uma prova feminina denominada “Volta aos Plátanos”, ganha pela ciclista caldense Carminda Costa, que se destacou entre as concorrentes”, lembrou Tinta Ferreira.

Segundo Delmino Pereira, a FPC “tem desenvolvido um trabalho de afirmação do ciclismo e o crescimento do ciclismo feminino é reflexo desta abordagem global à modalidade, tendo resultado numa participação paritária nos Jogos Olímpicos, disputados nas últimas semanas”.

“Maria Martins e Raquel Queirós foram as representantes femininas em Tóquio, nas vertentes de pista e de BTT, respetivamente, assumindo-se como ídolos e referências de toda uma nova geração de praticantes. É neste contexto e numa altura em que a sociedade despertou para a igualdade de género, também no desporto de competição, que surge a primeira edição da Volta a Portugal Feminina. É um tributo a todas as mulheres que fizeram a história do ciclismo em Portugal, a começar por Oceana Zarco, mas é, sobretudo, uma janela de oportunidade aberta para o futuro”, referiu o responsável federativo.

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Para o presidente da FPC, a Volta a Portugal Feminina é “uma motivação para as mais jovens ciclistas prosseguirem as suas pedaladas de desenvolvimento desportivo, tendo como horizonte uma carreira entre a elite”, sendo também “uma forma de atrair novas praticantes de competição, dado o enorme poder de atração e simpatia popular gerado pela marca Volta a Portugal”.

Nesta última etapa entre Caldas da Rainha e Lisboa alinharam 67 ciclistas e seis não concluíram. Seis atletas tiveram assistência médica.

A média da vencedora da etapa, Lucy Lee (Team LDN – Brother UK), foi de 32,3 km/h.

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