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Paulo Pessoa de Carvalho quer que Caldas volte a ter a pujança que teve em outros tempos

Marlene Sousa

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Paulo Pessoa de Carvalho, é o candidato da coligação “Caldas mais Rainha” à Câmara Municipal das Caldas da Rainha nas próximas eleições autárquicas. A coligação liderada pelo CDS-PP, congrega o Partido da Terra (MPT), o Partido Popular Monárquico (PPM) e o Nós, Cidadãos (NC), que segundo o candidato, “poderão oferecer às Caldas da Rainha um caminho de futuro”. Decidiu avançar com a sua candidatura à presidência da câmara das Caldas da Rainha porque “Caldas da Rainha têm a obrigação de se afirmar como um dos melhores concelhos do país para se viver, investir, trabalhar, constituir família e para se visitar e isso tem que ser uma realidade”.
Paulo Pessoa de Carvalho defende uma comunicação interna/externa valorizando o concelho

JORNAL DAS CALDAS – Porque decidiu avançar com uma candidatura à Câmara das Caldas?

Paulo Pessoa de Carvalho: Decidi avançar com a minha candidatura à presidência da camara das Caldas da Rainha porque esta é uma cidade que tem tudo para ser fantástica e não o é. As Caldas da Rainha, têm a obrigação de se afirmar como um dos melhores concelhos do país para se viver, investir, trabalhar, constituir família e para se visitar, isso tem que ser uma realidade.

Temos que falar da nossa história e do nosso património único, temos de nos orgulhar em ser caldenses de ser acolhedores, temos que ser uma referência pelas tantas razões positivas que temos.

A nossa terra tem que ser um local onde se crie mais valor, melhores empregos que alavanque o investimento nas pessoas e das pessoas.

Compete à Câmara Municipal ser o principal motor para tornar tudo isto realidade e é por tudo isto que me candidato a Presidente da Camara das Caldas da Rainha, para fazer acontecer, aquilo que tem que acontecer já!

J.C. – O que acha que o executivo da Câmara (PSD) deixou por fazer nestes oito anos à frente do município das Caldas? Quais as propostas mais relevantes que pretende fazer nos próximos quatro?

P.P.C.: Acho acima de tudo que o executivo da câmara das Caldas está acomodado. São muito anos de poder sem qualquer oposição, sem ter que “dar contas a ninguém”, isso leva a uma acomodação que não pode existir.

O executivo deveria ter tido maior preocupação em informar, em partilhar com os eleitores o que se passa. Acima de tudo nesta gestão, condeno a falta de comunicação do que é feito, as explicações do que não é feito, o envolvimento da comunidade naquilo que é o crescimento e o progresso das Caldas da Rainha.

Terei o meu programa detalhado que não irei agora aqui transcreve-lo, mas direi de forma resumida que para próximos quatro anos, proponho o seguinte para as Caldas da Rainha:

Emprego + Educação, é o emprego que fixa pessoas que gera riqueza e fortalece a economia, tem que se criar condições para isso tais como, isenções de cargas fiscais, facilidades burocráticas, a modernização da zona industrial, a divulgação das suas vantagens e criação de benefícios como forma de atrair novas empresas. Criar com os estabelecimentos de ensino acordos no sentido de dar uma resposta após a formação académica, que premeie a entrada direta no mercado de trabalho, desenvolvendo a sua vida profissional no concelho.

Saúde + Ambiente, queremos o novo Hospital do Oeste nas Caldas da Rainha, mas queremos acima de tudo que o que temos funcione e que a escassez de meios seja cada vez mais diminuta, que os serviços melhorem. Pretendemos impulsionar o bom funcionamento dos centros de saúde existentes, com médicos de família para todos. Um acompanhamento preventivo da população evita a sobrecarga do hospital, quer seja o atual ou o novo. Queremos olhar para o Parque D. Carlos e Mata Rainha D. Leonor com outros olhos, estimular a sua relação com os caldenses de forma pedagógica e saudável, dotar a cidade e a sua periferia de pequenas áreas verdes, onde os residentes possam estar, fazer a sua atividade física, onde as crianças possam brincar em segurança. Gostaríamos de na lagoa, fazer o lançamento do “Eco Clube Náutico”, com a promoção de atividades não poluentes. As Caldas da Rainha é o município que menos investe em ambiente, temos que reverter essa tendência e investir na educação ambiental.

Turismo + Cultura, queremos o rearranjo das entradas na cidade, a imagem, a forma como comunicamos transmite acolhimento. Tem que haver referência na A8 das Caldas da Rainha e do seu património cultural e turístico. Deverá ser implementada a rota dos pomares em flor, de ano para ano vem cabimentada em orçamento, mas não é colocada em prática. Devemos potenciar a nossa costa atlântica, desenvolver de desportos náuticos de forma ordenada e olhando para as questões ambientais, promover a história artística da cidade, com inclusão dos vários museus e Hospital Termal.

Somos uma cidade e um concelho de excelência para: viver; trabalhar; constituir família; temos uma qualidade de vida única. Temos que ter uma comunicação interna/externa com a sistemática valorização do concelho, com uma informação para os habitantes e para os potenciais visitantes

J.C. – O que pretende fazer para fixar a população no concelho das Caldas e captar mais empresas e indústria? E para valorizar o Comércio Tradicional das Caldas?

P.P.C.: Devemos ter uma cidade acolhedora, terão que ser promovidas iniciativas de captação de caldenses que trabalhem ou estudem fora da região, através ações de acolhimento e integração. Teremos que ter simultaneamente um urbanismo com uma gestão ordenada do seu parque urbano e da oferta disponível, dinamização do mercado de arrendamento de longa (+ de 1 ano) e média (entre os 3 meses e os 12) duração, numa perspetiva de captar mais empresas e indústria. Defendo as isenções de cargas fiscais, facilidades burocráticas, a modernização da zona industrial. Relativamente ao comércio tradicional volto a dizer o que tantas e tantas vezes referi, as Caldas da Rainha tem que voltar a ter a pujança que teve em outros tempos, nos quais era sinónimo direto de bom comércio tradicional e qualidade. Como? Comunicando, promovendo, tornando a cidade com condições e atrativos de habitabilidade, potenciando o seu turismo, aumentando a sua oferta de emprego, cuidando da sua imagem, naturalmente o comércio tradicional voltará a ganhar a força de outros tempos e a ser uma referência nacional.

J.C. – Estamos ainda a viver uma pandemia. Avizinham-se tempos muitos difíceis, com uma crise económica. O que pretende fazer na área social no Concelho para ajudar as pessoas e empresas?

P.P.C.: A pandemia afeta o país e o mundo, a crise económica é local, nacional e global. Cabe aos mais empreendedores conseguir criar melhores e mais atrativas condições de vida, ser aqueles que mais rapidamente entrarão no verdadeiro caminho da retoma. O que pretendo está dito um pouco em cada uma das anteriores respostas, criar vontade e razões para as pessoas fazerem aqui a sua vida, para aqui produzirem e criando e gerando riqueza, para aqui constituírem família. Acrescento na área social um tema que ainda não falei, mas que será uma realidade para a qual nos teremos que voltar, quer queiramos quer não. Temos que nos preparar para o acolhimento de comunidades estrangeiras antes e não depois da sua chegada, inclusão dos que cá estão, mas com regras definidas, respeito pela nossa cultura e vice-versa, que ajude as pessoas a integrarem-se de forma positiva, motivada e produtiva, permitindo gerarem riqueza para si e para a região.

J.C. – O que propõe para melhorar a saúde no concelho nos próximos anos? O que vai fazer em relação ao Hospital Termal e ao relançamento do termalismo nas Caldas?

P.P.C.: Relativamente à saúde também acima já respondi. Quanto ao hospital termal é preciso reequacionar o seu funcionamento. Tem de ser revista a forma de levar a cabo a sua gestão, seja renegociar contratos seja o que for. Para mim não morreu a estratégia nem a ideia de sermos uma cidade termal, mas temos que o ser na verdadeira aceção da palavra. A solução poderá passar por uma parceria público privada, aumentando o serviço público e permitindo elevar a qualidade dos serviços, dando por outro lado a possibilidade de termos um turismo de bem-estar de qualidade e de poderio económico que trará benefícios em todas as frentes à cidade e ao concelho

J.C. – Nunca houve tantos candidatos à Câmara das Caldas. Quais as expetativas em relação ao seu resultado? O que é para si um resultado razoável ou o ideal?

P.P.C.: Nunca houve tantos candidatos à camara e ainda bem, é sinal de vitalidade e interesse pela sua terra. Também de que as pessoas estão cansadas do que tem sido a governação que há tanto tempo dura. Para mim acredito no meu projeto e considero-o forte, as expectativas em relação ao meu resultado e com toda a sinceridade, é que seja eleito. No entanto a nossa ambição será eleger dois vereadores. Não tenho receio de ser ambicioso ou de desvalorizarem o meu papel e o percurso feito. Acredito que iremos fazer parte do novo executivo e lutarei por isso até ao dia 26 de setembro com todas as minhas energias e faço-o, para que as Caldas possa ser Mais Rainha!

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