“Nasce do contacto direto com a matéria e com o tempo inscrito nos seus fragmentos. Num mundo acelerado que tenta apagar marcas, desgaste e defeitos, a exposição afirma a reparação como necessidade e continuidade. Inspirada pelas filosofias japonesas, a artista trabalha a partir do uso, da fratura e do defeito, recusando o desperdício. O material conduz o processo. Impõe limites, orienta decisões”, é descrito na exposição.
Adosa, artista nascida na Alemanha, com raízes portuguesas e residente nas Caldas da Rainha, mantém desde 1992 uma relação contínua com o Japão. Entre escultura e pintura contemporânea, trabalha materiais selecionados através de processos exigentes.










