De acordo com o sindicato, a empresa ESIP discriminou uma trabalhadora entre 2001 e 2017, “atribuindo-lhe um salário inferior ao de uma colega que desempenhava funções idênticas”. Após várias tentativas de resolução através do diálogo com a entidade patronal, sem sucesso, a trabalhadora decidiu recorrer ao apoio do SINTAB para avançar com uma ação em tribunal, a qual decorreu durante vários anos.
“Está agora o processo encerrado, com a empresa condenada a pagar-lhe mais de trinta mil euros, em diferenças salariais e juros”, indicou o sindicato, que saudou “a firmeza desta trabalhadora, pois valeu-lhe a sua confiança e coragem para enfrentar este processo, em momentos de grande dificuldade, que mesmo sentindo a falta de solidariedade das próprias colegas, nunca desistiu”.
O sindicato apelou aos trabalhadores para “estarem unidos e organizados, não entrarem em soluções de divisão e lutarem pelos seus direitos, ao exemplo desta trabalhadora”.










