Nicola Henriques, Silos Contentor Criativo
“Este prémio vem validar aquilo que tem sido o esforço do setor político estratégico do nosso território, obviamente envolvendo os agentes que estão ligados a estas questões mais específicas do comércio e do retalho.
Já é um trabalho de longa data. Não é inocente o facto de Caldas da Rainha ser a capital do comércio tradicional e de levantar essa bandeira orgulhosamente.
Portanto, eu acho que este prémio veio validar um nível subsequente, que, se quisermos dizer, superior, mas pelo menos certamente a nível europeu.
É o reconhecimento além portas de um trabalho que tem vindo a ser feito e que não fica só por aquilo que foi feito até à data de hoje, mas que abre perspetivas, numa visão mais europeísta, mais contemporânea de trabalhar em rede com outros parceiros, que anseiam tanto por um futuro mais brilhante para o retalho.
Passou tantas dificuldades depois da pandemia e acho que foi no momento certo este galardão.
Temos uma visão de crescimento, seja em termos quantitativos como qualitativos para um futuro a médio e longo prazo.
É a maneira como nós vemos o território e o contributo que nós podemos dar, que estamos desejosos e ansiosos para brindar.
Rui Vieira, Prontos
É uma vitória histórica: Caldas da Rainha é a Capital Europeia do Pequeno Retalho 2026.
É oficial e o orgulho não nos cabe no peito: Caldas da Rainha conquistou o título, na categoria Vibrant City.
Numa cerimónia memorável em Bruxelas, a nossa cidade provou que a escala não define a ambição e que a identidade de um povo é a maior força de uma economia local.
Contra “gigantes”, venceu a alma caldense,
Apesar de competirmos com cidades de maior dimensão, como Braga e Fuenlabrada, o júri europeu rendeu-se àquilo que todos nós sabemos: não há retalho mais vibrante do que o nosso.
Esta vitória é o reconhecimento da nossa Praça da Fruta, o único mercado diário ao ar livre em Portugal que resiste ao tempo; é o prémio para a nossa tradição cerâmica que decora as montras e as ruas; e é, acima de tudo, uma vénia aos nossos comerciantes, que equilibram a tradição de gerações com a inovação do futuro.
O que significa este título? Ser Capital Europeia do Pequeno Retalho não é apenas um troféu na estante. É um selo de excelência da União Europeia que coloca as Caldas da Rainha no mapa como o melhor exemplo europeu de como uma cidade pode manter o seu comércio vivo, sustentável e próximo das pessoas.
Este prémio trará visibilidade internacional, atraindo visitantes que procuram experiências de compras autênticas e culturais; impulso económico, validando o trabalho de modernização tecnológica e digital que os nossos lojistas têm abraçado; inspiração para a Europa: Caldas passa a ser o modelo a seguir por outras cidades europeias que queiram revitalizar os seus centros históricos.
Um brinde a quem faz a cidade. Esta vitória não é apenas da autarquia ou das instituições; é de quem abre as lojas todas as manhãs, de quem muito sofre para entregar o melhor produto, o melhor atendimento! de quem escolhe comprar no comércio tradicional e de quem mantém as ruas das Caldas cheias de vida.
Hoje, as Caldas da Rainha não é apenas a capital da cerâmica ou do termalismo somos a Capital Europeia do Comércio com Rosto.
Parabéns, Caldas!
Jorge Barosa, AIRO
Este é um comentário do presidente da AIRO para a região das Caldas da Rainha. Isto ultrapassa e muito a AIRO. Isto é um prémio que nos dá uma sustentabilidade futura, uma visão futura e um propósito de nós termos outras visões.
Ser premiado no primeiro concurso europeu das capitais de pequeno retalho é algo extraordinário. Estar à frente de capitais como espanholas, francesas, italianas, dá-nos um ego muito, muito grande, por forma a que prossigamos com os nossos sonhos. Acho que isso é muito importante para todos os caldenses.
Marcos Pinto, ACCCRO
Primeiro, é muita emoção acabar de ser eleito o presidente da ACCCRO e estar num evento destes. Tenho que agradecer ao Município por nos ter feito o convite para estarmos presentes.
Sabemos que fazemos parte do consórcio ou do conselho executivo que faz parte desta candidatura, mas eu acabei de chegar. Mas para mim é uma honra e um orgulho. Não sou de Caldas da Rainha, sou de Paços de Ferreira, mas sou de Caldas da Rainha de coração.
24 anos a morar em Caldas da Rainha e sinto que isto é de todos os caldenses. Isto é um reconhecimento pela identidade das Caldas. As Caldas da Rainha é mesmo isto.
É comércio tradicional, é capital do comércio tradicional.
Mas para além de ser um reconhecimento, é uma responsabilidade muito grande e nós gostamos desta responsabilidade e penso que é o ponto de partida para muita coisa que vai acontecer.
E também é uma validação. É um comércio tradicional, é um comércio de proximidade, tem uma identidade especial que, como fez de uma forma excelente a Sara, o “care” em inglês, que é o cuidar, o fazer para os outros, eu acho isto brutal. Acho mesmo que é um reconhecimento para tudo aquilo que a gente faz nas Caldas. A proximidade, o comércio, uma cidade que as pessoas se tratam na rua pelo nome, quando alguém diz “bom dia Marcos”.
É também uma motivação para o comércio para se manter e para se reinventar. Eu, pessoalmente, não preciso de motivação, mas as pessoas precisam.
Aprendemos muito nesta apresentação, não é só da nossa cidade, com a apresentação das outras cidades. Nós vimos ali o, em inglês dizia, “you can be a boss”, quer dizer, “você pode ser o dono”.
Nós temos um exemplo muito interessante nas Caldas da Rainha, que é o Francisco, da Electrolíder. Era um funcionário que ficou com a Electrolíder dos donos, que também foram diretores da ACCCRO, e eu acho que isso pode acontecer muito.
Temos muito potencial, só temos que dar valor ao que temos. Se dermos valor ao que temos, vamos dar um passo muito importante. Isto é um trampolim.
Caldas da Rainha já está a capitalizar este troféu.
Luísa Barata, OesteCIM
A OesteCIM felicita calorosamente Caldas da Rainha pela conquista do prémio “Capital Europeia de Pequeno Retalho 2026”, expressando o seu profundo reconhecimento por uma distinção de elevada relevância para a estratégia da Região Oeste, ao reforçar o seu posicionamento territorial.
Este prémio constitui um motivo de enorme orgulho coletivo e demonstra, de forma inequívoca, a capacidade do Oeste em afirmar projetos diferenciadores, inovadores e com impacto regional.










