As bancadas estiveram muito compostas e o terreno em estado razoável, com a manutenção do relvado a necessitar de outro nível de intervenção.
Em confronto, o vice-campeão da época passada, o CRS, equipa que se apresentou muito bem estruturada, com legítimas aspirações a conquistar o título de campeão.
O quinze do Caldas RC com muitas adaptações, a ausência, até final da época de jogadores nucleares por motivos profissionais – elementos das forças armadas em missões no estrangeiro, e pessoais – acompanhamento a familiar, obrigou o treinador Brendon Snyman a colocar alguns dos jogadores fora das suas posições. Recuperação de lesões e novas entradas – ainda em recuperação física, após paragens, limitavam a escolha.
O CRC entrou muito confiante e aos 3 minutos entrada determinada de Filipe Gil para o primeiro ensaio. Corrado Berti não desperdiçou a transformação e colocou o marcador em 7-0.
Reagiu o CRS e aos 6 minutos Patrício Alonso concretizou o toque de meta. Juan Cruzado não converteu e o resultado ficou em 7-5.
Aos 14 minutos, ensaio por Rafael Cavaco Silva. Corrado Beri acrescentou mais dois pontos e o placard passava para 14-5.
Aos 21 minutos, o árbitro penalizou com cartão amarelo, por placagem alta, o defesa pelicano Diogo Vasconcelos, que passou os 10 minutos correspondentes no “banco do pecado”.
Logo no minuto seguinte, um novo revés para a equipa da casa, a saída por lesão, do muito influente pilar Marcos Pedregal.
O pilar Afonso Oliveira, que rendeu Marcos Pedregal, foi também obrigado a sair por lesão, aos 28 minutos.
O Setúbal aproveitou estas circunstâncias e aos 29 minutos o toque foi finalizado por Ariel Diaz. Juan Cruzado converteu e o marcador passou para 14-12.
Aos 38 minutos, Corrado Berti foi aos postes, na tentativa de transformação de uma penalidade, mas o pontapé, de cerca de 50 metros, falhou, por pouco.
Na segunda parte os caldense entraram desconcentrados. Logo no pontapé de recomeço, a oval foi recebida, mas o ruck foi disputado em falta. A penalidade foi jogada rapidamente pelos sadinos e o ensaio a ser obtido por Tomas Veríssimo. Juan Cruzado transformou e colocou o resultado em 14-19.
Aos 52 minutos, Corrado Berti conseguiu o toque de meta. O mesmo jogador não foi feliz no pontapé de transformação e o marcador ficou igualado a 19 pontos.
Aos 60 minutos, o CRS marcou o seu quarto ensaio, por Juan Cruzado. O mesmo acrescentou mais pontos com o pontapé de transformação e fixou o resultado final: 19-26.
O troféu de MVP (jogador mais influente) do CRC foi atribuído a Filipe Gil. O prémio foi uma garrafa de vinho, oferta da Adega de Borba.
O CRC alinhou com Afonso Oliveira, Alexis Scotto, André Filipe, António Pardal, Augusto Andrade, Corrado Berti, Daniel Pinto, David Esteves, Diogo Silva, Diogo Vasconcelos, Filipe Gil, José Contreras, Lautaro Vaca, Leonardo Ferreira, Marcos Pedregal, Rafael Cavaco Silva, Ricardo Correia, Rodrigo Cavaco Silva, Tiago Mazenzio, Tomas Cambournac, Weber Neves e Wilson Bento; Treinador: Brendon Snyman; Preparador Físico: André Filipe; Diretor de Equipa: António Ferreira Marques; Gestor Segurança: Luis Gaspar; Fisioterapeuta: Cassandra Gonzalez (Physioclem).
No próximo sábado o CRC desloca-se a Arcos de Valdevez, para a 2ª jornada.










