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Grupo Auto Júlio à descoberta de Marrocos

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Um regresso ao passado e às origens. Assim, prometia ser a viagem a Marrocos promovida pelo Grupo Auto Júlio, entre 6 a 10 de Junho. Foram cinco dias de pura descontracção e entusiasmo, para os clientes do Grupo que participaram com viaturas Nissan, Mitsubishi e Hyundai. A partida foi de Caldas da Rainha ainda o […]
Grupo Auto Júlio à descoberta de Marrocos

Um regresso ao passado e às origens. Assim, prometia ser a viagem a Marrocos promovida pelo Grupo Auto Júlio, entre 6 a 10 de Junho. Foram cinco dias de pura descontracção e entusiasmo, para os clientes do Grupo que participaram com viaturas Nissan, Mitsubishi e Hyundai. A partida foi de Caldas da Rainha ainda o sol nascia. Passados 800km e ultrapassados os contratempos, os participantes chegaram a Tânger cansados mas animados pelo que viria a seguir. Após uma noite de descanso seguiram em direcção a Chefchauen, mesmo no coração das montanhas do Rif, onde tudo é azul e branco. A hospitalidade dos habitantes e a arquitectura mista marroquina e andaluza não foram indiferentes. Visitaram uma casa típica que hoje funciona como escola de música e conheceram a arte de fazer pão árabe. Foi o cheiro da farinha fresca a ser cozida, que os levou até ao forno comunitário. As famílias preparam a massa em casa, para depois cozerem no forno comum. Inerente está a noção de partilha, que é um valor bastante respeitado na cultura marroquina. Ao cheiro do pão acabado de cozer juntou-se o som da água a correr, que vinha da principal ribeira da cidade. Lá as mulheres lavam a roupa por entre as rochas, num ritual diário. Houve ainda tempo para conhecer uma cooperativa, onde os artesãos trabalham nos teares produzindo cobertores e trajes típicos, utilizando diferentes cores e padrões. E como não podia deixar de ser visitaram o centro histórico, onde a herança portuguesa está bem patente no Castelo construído por prisioneiros de guerra lusos. Segundo Ivone Cristino, uma das participantes, “é um ambiente místico. Chega até nós uma aragem e uns cheiros totalmente diferentes daqueles a que estamos habituados. É lindíssimo”. Mais tarde, o caminho até Fés foi inundado por ceifeiras e tractores. A labuta nos campos é intensa, criando uma paisagem dourada, onde a cultura cerealífera impera. O terceiro dia de viagem foi místico. A manhã começou com a visita a uma fábrica de cerâmica artesanal, onde por entre azulejos com desenhos geométricos, Ahmed explicou como se atinge aquela perfeição. Quando o sol atingiu o pico alto, já todos se encontravam na Medina, a caminhar em ruas estreitas e labirínticas. Em frente uma mulher transportava o seu filho num lenço às costas, seguindo aquilo que parecia ser a sua rotina diária. Neste mercado onde tudo se compra e tudo se vende foi possível ver de tudo um pouco. Favas, figos e carne, tudo misturado criando um cheiro agridoce ao qual se juntou o aroma das especiarias e vegetais. Do lado esquerdo, uma perfumaria, um peixeiro e junto a ele galinhas para vender, concentrados em pequenas lojas. Foi como se o mundo estivesse ali a desfilar. Como conta Sara Rainho, “foi uma mistura de emoções. Fomos transportados três séculos para trás”, num local onde vivem 135 mil pessoas. No dia seguinte a jornada continuou rumo a Meknès, numa oportunidade única para conhecer monumentos arquitectónicos incomparáveis. As muralhas, a velha Medina e a imponente porta Bab-Mansour, projectada por um arquitecto cristão convertido ao islamismo, são importantes marcos desta cidade imperial. No Palácio Real conheceram os imensos estábulos que, segundo os guias, abrigava 12.000 cavalos e toda a infra-estrutura para os cavaleiros. Já em Volubilis visitaram as grandiosas ruínas romanas do século III A.C., que deixaram todos boquiabertos. Pelo caminho para Álcacer Kibir foram presenteados com uma paisagem magnífica, preenchido por carroças e mulas, criando um ambiente bucólico e campestre memorável. Nada indica o local exacto onde a mítica batalha de Álcacer Kibir ocorreu, mas o facto é que aquele é o sítio. Após quatro dias intensos a viagem aproximava-se do final. Já no Porto de Tânger, de volta a casa, Paulo Rainho não podia ser mais objectivo: “Adorei a viagem. Desde à hospitalidade, passando pela cultura e gastronomia marroquina. Tudo me surpreendeu”. Contas feitas foram 2232 km e 30 horas de condução, num ambiente fantástico, onde a vontade de repetir a experiência imperou, com os Mitsubishi, Hyundai e Nissan a completarem a exigente viagem sem um simples furo.

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