Entre 24 e 28 de fevereiro, alunos e professoras deslocaram-se aos Açores, numa parceria com a Escola Antero de Quental, em Ponta Delgada, para dar continuidade ao projeto e sensibilizar para o conceito, promovendo a investigação da história da cor enquanto património cultural e identitário.
“Mais do que uma visita, foi o início de um diálogo entre territórios. Esta iniciativa tem como finalidade expandir o projeto pedagógico a todas as regiões de Portugal, para que cada território encontre a sua identidade mediante as suas caraterísticas, de forma a criar a Rota da Cor de Portugal”, explicou Tânia Blanquart, coordenadora do projeto.
“Esta viagem revelou-se determinante. Após a apresentação do projeto, as coordenadoras professoras Isabel Novais e Alexandra Batista, representantes da escola parceira, encontram-se já em processo de desenvolvimento da fase inicial do projeto, dando os primeiros passos na identificação de parceiros locais, tais como a Escola Profissional de Turismo, nas áreas interdisciplinares de Ciências e Artes, artesãos, Câmara Municipal e Turismo dos Açores, para a valorização do património da cor no contexto açoriano”, descreveu.
Enquanto o projeto crescia nos Açores, decorria em Lisboa a BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa. Nesse mesmo dia, os projetos vencedores do GERAt foram apresentados no espaço da Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa. Com orgulho, o projeto Rota Turística – Caldas tem Cor foi representado, evidenciando o trabalho desenvolvido pelos alunos sob coordenação das professoras Tânia Blanquart e Blandina Pires.
“A presença na BTL confirmou a relevância nacional da iniciativa, e a deslocação aos Açores consolidou a sua dimensão interterritorial e educativa. A cor deixou de ser apenas uma narrativa local para se afirmar como ponte entre comunidades, escolas e identidades”, manifestou a coordenadora.










