A viatura tinha caído na falésia junto ao Farol de São Miguel Arcanjo, na Nazaré, no último dia de 2025, tendo sido localizada submersa a cerca de seis metros de profundidade. A Capitania tinha notificado a seguradora para apresentar um plano de remoção do carro. Só aí se poderia verificar se a operação era exequível, mas a natureza acabou por fazer o trabalho. Através do número do chassis foi feita a identificação formal do veículo.
A autópsia revelou que a morte se deveu a afogamento e não foram identificadas marcas compatíveis com agressão, luta ou violência infligida por terceiros, afastando definitivamente o cenário de crime. Foi detetada a presença de álcool no organismo e o que nunca haverá resposta é se a queda do carro com o jovem brasileiro, de 25 anos, no interior, foi por vontade do próprio, como teria ameaçado fazer, ou algo acidental.









