Na petição é pedido ao governo português que aprove de imediato medidas de cariz humanitário, como a facilitação e a agilização dos procedimentos de visto para cidadãos iranianos em risco devido à repressão política.
“Nos últimos 47 anos, os iranianos viram muita escuridão. Uma escuridão que tentou com todas as suas forças entrar nas suas vidas e nas suas mentes: medo, desespero, mentiras, imoralidade, pobreza, morte, censura, prisão, execuções, balas e traição”, referiu a jovem, que não mostrou a cara com medo de represálias aos familiares.
Ao JORNAL DAS CALDAS, lamentou que os cidadãos iranianos estejam isolados do resto do mundo, com o corte nas comunicações internacionais e Internet. No dia anterior, tinha conseguido falar durante cerca de um minuto com os seus pais, a viver no Irão, que lhe disseram que estava tudo bem, mas notou um tom apreensivo nas suas vozes.
“O que está em causa no Irão é uma questão internacional e de direitos humanos. Está a ocorrer um massacre”, salientou.
“O povo do Irão está unido na rejeição do regime atual. A resposta do Estado tem sido o assassínio sistemático de civis desarmados, o uso de armas militares contra a população e o corte deliberado de serviços de Internet e de telefone para silenciar o público e impedir que a informação chegue ao mundo”, indica o documento.
Link para petição:
http://participacao.parlamento.pt/initiatives/5709









