No seu entender, “enfraquece deliberadamente a agricultura europeia, empurra milhares de agricultores para a falência e transforma a União Europeia num território dependente de terceiros para se alimentar”.
Para a UAGRO vai-se “abrir as portas do mercado alimentar a produtos importados, produzidos sob regras diferentes, com custos incomparavelmente mais baixos e com níveis de exigência e fiscalização muitas vezes impossíveis de equiparar aos padrões europeus”.
“Não é aceitável que a União Europeia imponha aos agricultores europeus restrições fitossanitárias, ambientais e burocráticas cada vez mais exigentes e, ao mesmo tempo, facilite a entrada no mercado europeu de produtos de países terceiros onde essas regras não são equivalentes, nem têm o mesmo controlo, nem a mesma fiscalização”.
Deste modo, sublinha que o acordo “põe em risco a Segurança Alimentar”, exigindo que Portugal “rejeite o acordo tal como está formulado, proteja a produção nacional e europeia, e garanta o princípio obrigatório: ‘Mesmas regras, mesmos controlos, mesma fiscalização’”.









