Durante a intervenção, foi reconhecida a atenção dada à população no Centro de Saúde de Alfeizerão no passado dia 8, ocasião em que foram prestados esclarecimentos sobre a ausência de médico de família e os passos previstos para a resolução do problema.
Foi sublinhada, ainda, a responsabilidade da Unidade Local de Saúde (ULS) da Região de Leiria na colocação de médicos, apelando ao reforço do papel do Município nos contactos e negociações com aquela entidade, dada a urgência da situação e o impacto direto na vida das pessoas.
Os socialistas cistercienses registaram ainda que a ULS da Região de Leiria apresentou como solução provisória a realização de teleconsultas. “Consideramos esta resposta profundamente inadequada para a realidade de Alfeizerão e desumana para com uma população que necessita de acompanhamento presencial, regular e digno, especialmente no contexto da medicina geral e familiar. Recordamos também que vários Municípios do país têm adotado medidas complementares para garantir respostas imediatas às suas populações, como demonstram iniciativas implementadas em Leiria, Porto de Mós e Figueira da Foz. Estes exemplos evidenciam que, mesmo perante limitações nacionais, existem soluções locais capazes de melhorar significativamente o acesso aos cuidados de saúde”, sustentou.
“Por isso, o PS Alcobaça defendeu que o Município avance, de forma temporária e excecional, para a contratação de um prestador privado que assegure serviços de medicina geral e familiar no Centro de Saúde de Alfeizerão durante os próximos
meses, garantindo que a população não fica desprotegida enquanto se aguarda a colocação definitiva de profissionais por parte da ULS”, referiu o vereador do PS, Diogo Ramalho.









