“Os Pavilhões do Parque serviram a população numa diversidade de utilidades — biblioteca, teatro, dança, música, academia, galeria, liceu, escola politécnica — marcando várias gerações de caldenses que os frequentaram. É neste legado que o Livre se inspira ao propor um futuro diferente para os Pavilhões — uma Casa da Criação. Deve ser um espaço diverso que sirva as pessoas em todas as etapas de criação e fruição de cultura, com museus e galerias comunitárias, palcos, mediatecas, “Bibliotecas de Coisas”, espaços de atelier e estúdios”, defendeu o Livre.
“Uma Casa da Criação transforma a cidade num pólo criativo, atraindo consumidores, artistas, investidores e alterando a dinâmica da cidade. Caldas da Rainha tornar-se-ia num farol da cultura mas, mais do que isso, seria um modelo de cidade viva e ativa”, vincou.










