O marcador foi aberto aos 6 minutos. Maul poderoso do Lousã, travado em falta e Bruno Bollati, exímio aos postes, a transformar para 3-0.
Aos 19 minutos, uma falta no ruck, e Bruno Bollati, de novo com pontapé exemplar a transformar a penalidade e a colocar o placard em 6-0.
Aos 30 minutos, mais uma penalidade tentada aos postes e bem transformada pelo médio lousanense, colocou o placard em 9-0.
Aos 34 minutos, ensaio por Fynn Smail e mais dois pontos na transformação ditaram o resultado ao intervalo: 16-0.
Finalmente na segunda parte o Caldas Rugby marcou. Aos 41 minutos, Ruan Botha foi aos postes concretizar. Marcador em 16-3.
Na bola de recomeço, os caldenses desatentos não captaram e Bruno Bollati, com um pontapé de ressalto, concretizou. Placard em 19-3.
Aos 56 minutos, após faltas sucessivas, o juíz da partida mostrou o cartão amarelo a Marc Mammen, com os correspondentes 10 minutos no sin bin, mas só aos 67 minutos o ensaio veio a ser concretizado por Augusto Andrade. O pontapé de transformação, por Ruan Botha, difícil, foi infeliz, batendo no poste. Marcador em 19-8.
Aos 70 minutos, o ensaio por Paulo Marques e a transformação por Bruno Bollati fizeram o resultado final: 26-8.
O prémio de jogador mais influente do Caldas Rugby Clube foi atribuído a Carlos Prieto.
Na próxima jornada, no dia 7 de fevereiro, a equipa caldense recebe o Sport do Porto no Estádio Dr. José Luís de Melo Silveira Botelho.
O Caldas Rugby Clube alinhou com Alexis Scotto, André Filipe, Augusto Andrade, Carlos Prieto, Chad Marais, Corrado Berti, David Esteves, Diogo Silva, Diogo Vasconcelos, Filipe Gil, Francisco Santos, José Contreras, Lautaro Vaca, Leonardo Ferreira, Rafael Cavaco Silva, Ricardo Correia, Rodrigo Cavaco Silva, Ruan Botha, Tiago Mazenzio, Tomas Cambournac, Weber Neves e Wilson Bento; Treinador: Brendon Snyman; Preparador Físico: André Filipe; Diretor de Equipa: António Ferreira Marques; Fisioterapeuta: Cassandra Gonzalez (Physioclem).










