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Carolina lançou música “Risinhos de Vergonha”

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“Risinhos de Vergonha” é o título do primeiro “single” lançado por Carolina, nome artístico de uma jovem caldense que, apesar da sua formação em gestão, pretende vir a seguir exclusivamente a carreira musical.

“Risinhos de Vergonha” é o título do primeiro “single” lançado por Carolina, nome artístico de uma jovem caldense que, apesar da sua formação em gestão, pretende vir a seguir exclusivamente a carreira musical.

A produção desta música, disponível no Spotify e noutras plataformas musicais, foi possível depois de uma série de workshops em que a cantora participou no “Creative Studio No Filters”, em Lisboa.

Uma dessas formações foi com o cantor João Só, proprietário do “Estúdio Zeco”, onde acabou gravar a sua primeira música original.

A letra da música e melodia é da sua autoria, e os acordes são de João Eiró, com produção de João Só.

“Decidi que os ‘Risinhos de Vergonha’ fossem o primeiro single a ser produzido, porque queria que fossem uma carta de apresentação”, contou ao JORNAL DAS CALDAS.

A canção, uma mistura de pop com jazz, é inspirada no filme de animação “Divertida-mente”, da Disney, onde as emoções são as protagonistas.

“Quis explorar e concentrar numa canção os espectros dos meus traços (no filme as emoções são as protagonistas). Depois, queria que a melodia casasse com as palavras e foi o que consegui”, adiantou a cantora.

A canção já tem videoclipe (youtube.com/watch?v=Kx5wwlAqa-8), da autoria da designer Ruby.

Carolina Fidalgo nasceu no Luso porque os pais trabalhavam na altura trabalhavam no Palace do Buçaco, mas toda a sua família é da região e o seu percurso escolar, do infantário ao ensino secundário, foi feito nas Caldas da Rainha.

Há 10 anos terminou a sua licenciatura em Gestão na Universidade Nova, em Lisboa, e depois de terminar o mestrado e uma pós-graduação no mesmo estabelecimento de ensino, rumou ao Luxemburgo para trabalhar numa consultora.

“Escolhi este caminho na altura porque não acreditava que música pudesse ser uma opção”, explicou.

No entanto, a música, que sempre fez parte da sua vida, tem vindo a ganhar cada vez mais protagonismo nos seus planos.

“Lembro-me de ser pequena e de andar no ‘Lugar da Música’, que viria a ser o Conservatório das Caldas”, recorda.

Recorda-se também de frequentar no infantário umas sessões de música, com a professora Maria João Veloso, “onde construíamos os próprios instrumentos, com feijões e embalagens de iogurte ou com copos”.

A partir dos seis anos começou com aulas de piano no Conservatório, tendo terminado no 5º grau. “Experimentei um ou dois anos de piano jazz e depois vi que gostava mais de cantar. Tive mais um ano de técnica vocal e quando tirei a licenciatura estive um ano no Hot Clube”, contou.

Ainda teve aulas de canto jazz com a professora Cláudia Franco, mas “achava que não conseguia ou que não seria bem aceite enveredar por este caminho e tinha imenso medo de começar um percurso musical mais profissional”.

Esteve dois anos na academia “Vocal Emotion” onde “o conceito de limites vocais e de performance foi mais desconstruído e obtive bagagem mais técnica”.

Participou em dois concertos no Casino Estoril, um de músicas dos anos 80 e outro de tributo aos Trovante, onde Luís Represas também esteve presente.

“Tive também a oportunidade de fazer dois concertos gravados no Atlantic Blues em Oeiras, com eles coloquei no Spotify uma primeira canção, um cover da música ‘City of Stars’, tocada pelo professor Manuel Rebelo”, referiu.

A partir desta primeira experiência, conseguiu bons feedbacks e construiu uma base de seguidores naquela plataforma.

Entretanto, participou num workshop intitulado “Mix With The Masters”, com o produtor Jeff Bhasker, em Avignon (França).

“Vieram pessoas do mundo inteiro e muitas já com provas dadas. Todas acreditaram no meu projeto, o que é ótimo”, adiantou.

Ao longo destes anos tem vindo a realizar concertos e no ano passado criou o “Carolina Jason Jazz Duo”, tendo atuado em vários locais do Luxemburgo.

Quanto ao futuro “está a ser preparado”, garante, tendo como foco principal a gravação de um álbum de covers, com uma ou duas músicas originais. Pretende também continuar a investir na sua formação musical e a realizar concertos.

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