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Alunos da Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste apresentaram provas finais

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Os alunos da Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste, finalistas da turma de 12.º ano do Curso Técnico de Cozinha e Pastelaria, apresentaram os seus trabalhos de final de curso, as designadas Provas de Avaliação de Competências em Turismo, que este ano tiveram como tema base “À Descoberta do Mundo - Sabores e Inovação”, com a orientação das professoras Cristina Ruivo e Célia Antunes e, também, do chefe de cozinha João Santos.
Os alunos finalistas

Os alunos da Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste, finalistas da turma de 12.º ano do Curso Técnico de Cozinha e Pastelaria, apresentaram os seus trabalhos de final de curso, as designadas Provas de Avaliação de Competências em Turismo, que este ano tiveram como tema base “À Descoberta do Mundo – Sabores e Inovação”, com a orientação das professoras Cristina Ruivo e Célia Antunes e, também, do chefe de cozinha João Santos.

Os membros do júri, que representaram associações empresariais, foram Rosa Silva, da AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal, e Sérgio Félix, da AIRO – Associação Empresarial da Região Oeste, os chefes Bruno Marques e Cláudio Rodrigues, na qualidade de profissionais do setor (também ex-alunos da Escola), e os assessores da direção da escola, chefe Luís Tarenta e Elsa Silva, coordenadora pedagógica.

Ao todo foram apresentadas onze propostas gastronómicas relacionadas com a época dos Descobrimentos e várias curiosidades do mundo da alimentação.

Afonso Graça apresentou “O Mundo na mão”, pensado ao detalhe com apresentação de um chá preto Orange Pekoe, oferecido pela empresa Fábrica de Chá Gorreana, servido no final da refeição em porcelana SPAL, na coleção “Blue Rain”, acompanhado por quatro petit four, cada um representativo de África, América do Sul, Ásia e Portugal.

Ana Margarida Dias apresentou bombons em formato piramidal, inspirados nas Salinas de Rio Maior, com a diminuição de açúcar e adição de sal natural e biológico das Marinhas, comprovando que é possível diminuir o açúcar adicionando sal como intensificador dos sabores.

Anthony Ferreira apresentou “a Máquina do Mundo”, inspirado no canto X de “Os Lusíadas”, com amuse bouche de países que representam o seu percurso de vida, utilizando técnicas e produtos que Portugal trouxe nos Descobrimentos: “Tartelltete de magret de pato a laranja”, “Cornucópia com mousse de pera rocha do oeste e ginja de Óbidos”, “Pizza transparente”, “ganache monté de chocolate branco e uma cápsula de chocolate negro”, e como último momento uma cozinha de fusão com a China e a Tailândia.

Denys Katorhin apresentou “Minchi – o bitoque da Ásia”, inspirado na cultura gastronómica de Macau e nas origens ucranianas do aluno.

Guilherme Fernandes optou pela cozinha molecular e apresentou um menu com produtos que Portugal veio a introduzir na sua gastronomia oriundos dos cinco continentes.

Inês Silvestre escolheu a cozinha indiana, dando destaque ao caril, que apresentou como ingrediente de uma sobremesa.

Joana António idealizou a “Alimentação Naval – à mesa dos Descobrimentos, uma viagem gastronómica pelos sabores navais da época”, criando um menu de degustação de quatro momentos, que demonstrasse a forma como os tripulantes se alimentavam e as diferenças sociais que existiam dentro da mesma embarcação, sendo o fio condutor de todos os pratos o trigo, como base da alimentação do século XV. Os quatro momentos foram “Cavala à Navegador – Nigiri de cavala com trigo sarraceno”, “Perdiz à Capitão – Tartelete de perdiz”, “Tosta Marinheira – Biscoito com escabeche de peixe seco” e, por último, “Explosão cítrica – Brisa do Lis em cesto de laranja cristalizada com gel de vinagre e crumble”.

Leonor Tarenta escolheu como subtema individual “O Azeite na Gastronomia Oriental”, um ingrediente tipicamente português e de grande importância para a nossa história e gastronomia, tendo desenvolvido uma “Bento Box” de fusão entre os ingredientes portugueses e os tipicamente orientais.

Marília Lopes apresentou o trabalho “Marés de Memória – Cozinha de Fusão” em homenagem ao seu avô e também pelo seu gosto pela gastronomia de fusão oriental: ​Arroz de enguias tradicional feito à sua maneira​, ou seja, cremoso, com enguia defumada acompanhado com um crocante de caril e um gel de pimentos com óleo de sésamo.​

Ruben Soares mostrou “My Holi” e explorou a Rota da Seda, a Rota do Cabo e o Festival Holi, culminando numa sobremesa artística chamada “My Holi”.  A sobremesa foi apresentada numa tela de arte 50×40 cm revestida por acetato e foi concebida como se fosse uma obra artística, mas com bolo de maçã e canela, bombom de café, esfera de chocolate que representa uma bola do Bowling Caldas, por este aluno ser filho dos proprietários, arroz-doce desconstruído, gel de mirtilo e gel de framboesa.

Vladyslav Ivanov apresentou “Azulejo no jardim”, combinando a tradição japonesa do mochi com a estética e os sabores portugueses. A sobremesa foi servida num prato retangular a imitar um jardim zen, com três mochi dispostos sobre uma “areia” de crumble especial. Cada mochi foi acompanhado por um crumble correspondente: pistácios e matcha para o mochi de feijão branco, chocolate para o mochi de feijão azuki e raspas de citrinos e gengibre para o mochi de creme de coco. O prato foi decorado com gelado e pedras comestíveis recheadas com frutos secos e cobertas com chocolate.

Daniel Pinto, diretor da escola, comentou que os alunos “defenderam as suas propostas acompanhadas por uma narrativa própria, o que os obrigou a uma vasta pesquisa, estudo e a cruzar a sua vida pessoal, os seus caminhos e interesses próprios. Foi uma experiência gastronómica fantástica”.

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