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Ruas das Caldas encheram para mais uma edição do Caldas Late Night

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Exposições, performances artísticas, pintura de murais, o mercado de autor, a “guerra” de almofadas e festas, muitas festas. O Caldas Late Night (CLN), que se realizou de 30 de maio a 1 de junho, voltou a fazer da cidade um lugar único para quem gosta de apreciar arte, mas principalmente de viver um ambiente festivo alternativo.

Exposições, performances artísticas, pintura de murais, o mercado de autor, a “guerra” de almofadas e festas, muitas festas. O Caldas Late Night (CLN), que se realizou de 30 de maio a 1 de junho, voltou a fazer da cidade um lugar único para quem gosta de apreciar arte, mas principalmente de viver um ambiente festivo alternativo.

Como tem sido a tendência dos últimos anos, são cada vez menos os alunos da ESAD.CR que abrem as portas das suas casas para mostrar os seus trabalhos, como era o propósito inicial deste evento.

Este ano houve mais de 150 inscrições, mas só 20 localizações eram em casas privadas.

Na primeira edição, em 1997, o então “Late Night – Intervenções Artísticas” contou com 14 casas abertas ao público e esse foi o mote original para o seu sucesso.

Foi nas exposições coletivas, a maior das quais no Posto de Turismo, organizada pelo coletivo Grave, que mais propostas artísticas se puderam observar.

Segundo Carla dos Santos, da organização, os comentários que têm recebido por parte de quem participou é que este “foi o melhor CLN dos últimos anos”, o que os enche de orgulho.

As “reclamações” que receberam foi mais sobre questões como uma maior oferta gastronómica ao nível da comida vegan ou das festas prolongarem-se até mais tarde.

De um momento “underground” criado em 1997, o CLN tornou-se num dos eventos culturais mais original de Portugal e, ao mesmo tempo, um dos mais impactantes a nível regional. Ninguém tem dúvidas de que Caldas da Rainha não seria a mesma cidade sem o CLN.

Logo no primeiro dia realizou-se nos Silos uma conversa com alguns dos organizadores das primeiras edições do CLN e das festas finais que, a partir de 2001, se realizavam no exterior do edifício da ESAD.CR.

Essas festas acabaram por deixar de acontecer, por deixar se ser possível realizar na escola, mas eram momentos onde a arte tinha também o seu lugar, ao nível do audiovisual e da música.

Luís Rosa, Nuno Bettencourt e José Elói recordaram como o CLN foi crescendo de ano para ano, começando a atrair pessoas de vários pontos do país. A ideia era que os estudantes da escola pudessem apresentar os seus trabalhos artísticos, numa cidade fora dos grandes centros urbanos.

“Na altura havia casas que nos marcavam”, concordaram, fazendo a comparação com o que acontece atualmente. Havia uma casa no Bairro da Ponte que se tornou famosa entre os frequentadores da altura, em que num dos anos chegaram a tapar a porta de entrada com tijolos e a cozinha foi transformada numa piscina com patos.

Os três veteranos não deixaram de abordar as “dores de crescimento” deste acontecimento anual, cada um com a sua visão própria.

José Elói trouxe à conversa um manifesto, escrito em 2002 pelo artista plástico e então professor Gonçalo Penas, onde já então se criticava um destino mais festivaleiro do CLN, que o poderia “matar” no futuro.

Uma ideia que, ano após ano, os organizadores do CLN têm vindo a rebater, mesmo com todas as alterações que têm vindo a ser feitas. Nos últimos anos foram surgindo eventos como a “guerra” das almofadas ou a descida de slide que tornaram tradição. A festa final transformou-se numa série de pequenas festividades em vários locais da cidade. Houve também uma série de espaços comerciais que começaram a participar com as suas próprias atividades.

A Câmara das Caldas apoiou o CLN logisticamente e ainda pagando várias despesas (das licenças da Sociedade Portuguesa de Autor aos “gratificados” da PSP) no valor total de 19 mil euros.

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