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Dois candidatos a eurodeputados visitaram o Museu da Resistência

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Dois cabeças de lista ao Parlamento Europeu visitaram na semana passada o Museu Nacional da Resistência e da Liberdade, no forte de Peniche, evocando aquele que é um símbolo da luta pela liberdade e pela democracia.
João Oliveira teve uma visita guiada pelo forte de Peniche

Dois cabeças de lista ao Parlamento Europeu visitaram na semana passada o Museu Nacional da Resistência e da Liberdade, no forte de Peniche, evocando aquele que é um símbolo da luta pela liberdade e pela democracia.

João Oliveira, nº1 da CDU às eleições para o Parlamento Europeu, esteve em Peniche no dia 29 de Maio, oportunidade para também vincar a luta pela autonomia e independência do país, pois para os comunistas, Portugal é submisso às diretivas europeias, que “têm condenado o país”.

O candidato defendeu que o país deve mudar de postura e deixar de ser submisso à Europa e quanto ao aproveitamento dos fundos europeus, também sublinhou a necessidade de não haver uma dependência. “Obrigam-nos a comprar fora o que podíamos produzir cá. Sucessivos governos têm dado aceitação a imposições”, manifestou, mostrando reservas à ação do Parlamento Europeu nos destinos do país.

Assumiu o compromisso de “defender os direitos do povo em Portugal e na Europa, combater as injustiças e lutar pelo progresso social”.

José Pedro Soares, ex-deputado da Assembleia Constituinte e I Legislatura pelo PCP, preso político no forte de Peniche, acompanhou a visita.

Catarina Martins, candidata a eurodeputada pelo Bloco de Esquerda, visitou o museu no dia seguinte, numa visita guiada pelo historiador Fernando Rosas, que ali esteve preso nos anos 70.

forte2 Catarina Martins acompanhada por Fernando Rosas (foto Ana Mendes/Esquerda.Net)

A candidata defendeu a importância da memória, lembrando que houve quem quisesse transformar aquele edifício num hotel de luxo mas “felizmente, não foi assim, porque houve quem se levantasse contra essa ideia” e conseguiu-se criar um museu que recorda “o que foi o fascismo, o que foi a violência da ditadura em Portugal, e também que nos mostra o que foi a coragem da luta antifascista, o que foi a resistência, o que foi fazer a revolução”.

“E esta memória é extraordinariamente importante para fazermos escolhas sobre a Europa e sobre o mundo”, salientou.

“Precisamos de saber que estes fascismos que surgiram em vários tempos da história sempre a dizer que queriam libertar os povos acabaram sim a torturar os povos, nem mais nem menos do que isto. É por isso que achamos que a memória tem que estar presente nesta campanha porque queremos olhar o futuro e queremos um futuro que seja de esperança e não de medo”, apelou Catarina Martins.

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