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Quando em maio de 2011, já depois de três PEC’S e com a relutância de José Sócrates, Teixeira dos Santos anunciou ao país que não tinha dinheiro para pagar os ordenados da função pública, e que a única solução que tínhamos era irmos de mão estendida pedir ao FMI para nos ajudar, obrigando o país a aceitar a vergonha de ser considerado lixo e obrigando-nos a aceitar a vinda da malfadada Troika, não devemos esquecer que foi graças a uma direita confiável e séria, protagonizada pelo PSD e pelo CDS-PP, que voltámos a conquistar a credibilidade perdida.

Quando em maio de 2011, já depois de três PEC’S e com a relutância de José Sócrates, Teixeira dos Santos anunciou ao país que não tinha dinheiro para pagar os ordenados da função pública, e que a única solução que tínhamos era irmos de mão estendida pedir ao FMI para nos ajudar, obrigando o país a aceitar a vergonha de ser considerado lixo e obrigando-nos a aceitar a vinda da malfadada Troika, não devemos esquecer que foi graças a uma direita confiável e séria, protagonizada pelo PSD e pelo CDS-PP, que voltámos a conquistar a credibilidade perdida.

Convém não esquecer os factos, da mesma forma que convém que sejamos inteletualmente sérios, para não deixarmos inquinar a verdade como habitualmente os partidos de esquerda gostam de fazer. Aliás, num verdadeiro exercício de memória, lembramos a banca rota de 1983/1985, com Mário Soares, o pântano de 2002 com António Guterres e a insolvência de 2011 com José Sócrates, para que fique evidenciado o que aconteceu ao nosso pobre país sempre que foi governado pela esquerda socialista.

É neste contexto, se quisermos ser sérios, que devemos com base num simples exercício de projeção do futuro, perceber que não foram os novos partidos ou “partidos da moda”, que resolveram os problemas do país à época, foram sempre o PSD e o CDS, e é nessa perspetiva que devemos questionar-nos, do ponto de vista da fiabilidade, da credibilidade e até de alguma garantia de estabilidade, será que vale a pena arriscarmos o adiamento do que é preciso fazer no país, votando no que não se conhece? Alguém conhece as reformas que esses partidos querem fazer, para que o país possa crescer e desenvolver-se, melhorando a vida dos cidadãos?

Sabemos que os liberais não querem saber da pobreza, aliás, penso mesmo que não acreditam que há pobres de acordo com as suas despreocupações sociais.

Dos outros apenas conhecemos as propostas homofóbicas e xenófobas e a subsidiariedade que ao jeito da extrema-esquerda querem patrocinar, umas vezes sim outras vezes não, aos ziguezagues como quase em tudo o que promovem politicamente. Seria bom que se definissem mostrando ao que vêm e o que realmente querem para o país, porque a única ideia que vemos é o oportunismo e o aproveitamento que fazem dos cidadãos que sentem alguma atração pelo abismo.

O CDS-PP já esteve no governo de Portugal, tem provas dadas de competência, de idoneidade e de credibilidade como ficou comprovado nos difíceis e terríveis tempos da Troika. No CDS não há aventureirismos nem experimentalismos que põem em causa a estabilidade na vida dos cidadãos. O CDS-PP faz falta a Portugal.             

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