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Transferência da Farmácia de Alvorninha volta a ser chumbada na Câmara

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O pedido de transferência do alvará da empresa Farmácia Neto, Lda, de Alvorninha para a entrada sul da cidade das Caldas, que foi rejeitado pela Câmara, voltou a ser discutido na reunião pública que decorreu no passado dia 25, e foi novamente indeferido por unanimidade.

O pedido de transferência do alvará da empresa Farmácia Neto, Lda, de Alvorninha para a entrada sul da cidade das Caldas, que foi rejeitado pela Câmara, voltou a ser discutido na reunião pública que decorreu no passado dia 25, e foi novamente indeferido por unanimidade.

Paulo Neto Freire, farmacêutico e sócio da empresa Farmácia Neto, Lda, disse ao JORNAL DAS CALDAS que soube na terça-feira de manhã a decisão da autarquia e ainda não foi definida a posição dos três sócios (todos eles farmacêuticos) mas está “convicto que, dentro de muito pouco tempo, será necessário a câmara voltar a analisar este processo de transferência”.

Também foi negado o apoio financeiro que os proprietários da farmácia pediram à autarquia e à junta de freguesia de Alvorninha para não encerrar a farmácia.

Recorde-se que a empresa Farmácia Neto, Lda pediu a transferência pelo facto do funcionamento não ser viável financeiramente, por falta de clientes na freguesia, alegando existir outra farmácia a dois quilómetros de distância, nos Vidais, que pode suprir as necessidades.

Segundo Paulo Neto Freire, a freguesia de Alvorninha “tem uma população muito dispersa e há várias farmácias à volta da freguesia e que ficam mais próximas das pessoas de Alvorninha do que a farmácia da sua própria freguesia”.

Diz o responsável que de acordo com a legislação, o número total de farmácias no concelho de Caldas da Rainha “já não pode aumentar”. “O que sim podemos é distribuí-las melhor dentro do território do concelho. E, como disse, os habitantes da freguesia de Alvorninha, dada a distribuição dispersa da população, já recorrem à farmácia de Vidais, à farmácia de Santa Catarina, à farmácia da Benedita e, como é lógico, às farmácias da cidade”.

Paulo Neto Freire alega que não é por acaso que têm “o apoio dos executivos das Juntas de freguesia de Alvorninha, Vidais e Nossa Senhora do Pópulo, Coto e São Gregório. “Reconhecem, em conjunto, que é melhor existir um ou dois postos farmacêuticos em Alvorninha e uma farmácia no Bairro Lisbonense”, revelou.

Para além da população de Alvorninha, os proprietários da Farmácia de Alvorninha referiram que tiveram uma grande “adesão da população do Avenal, do Bairro Lisbonense, do Bairro das Morenas e do Bairro de São Cristóvão, da zona sul da cidade, que há muito que deseja uma farmácia”. “Dizem que se trata de bairros com poucos serviços, sem bancos, sem farmácias, sem correios”, indicou, revelando que em poucos dias recolheram mais de “300 assinaturas a favor da farmácia no Bairro Lisbonense”.

O responsável afirmou que “a solução atual não é boa, nem para Alvorninha nem para a zona sul da cidade”. “Relativamente à necessidade de mudança, não sou eu que o digo, o atual executivo disse-o e repetiu-o na campanha”, salientou. 

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