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Bombeiros caldenses trouxeram 44 refugiados ucranianos

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O autocarro da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários das Caldas da Rainha trouxe para Portugal 44 refugiados ucranianos, chegando na madrugada da passada sexta-feira a Mafra, concelho que os acolheu.
O chefe Vítor Tavares, o subchefe Sabino Bonifácio, a adjunta Bruna Simões e o comandante Nelson Cruz

O autocarro da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários das Caldas da Rainha trouxe para Portugal 44 refugiados ucranianos, chegando na madrugada da passada sexta-feira a Mafra, concelho que os acolheu.

O chefe Vítor Tavares e o subchefe Sabino Bonifácio foram os bombeiros destacados para esta missão e mostram-se orgulhosos por terem dado o seu contributo para salvar estas vidas e prontos para nova ajuda humanitária que possa ser desencadeada pela Liga dos Bombeiros Portugueses, autarquias e paróquias.

O autocarro dos bombeiros caldenses inseriu-se numa coluna formada pelas corporações de bombeiros de Mafra, Carnaxide, Alenquer, Óbidos, Lourinhã e Macedo de Cavaleiros, que transportaram equipamentos de proteção individual para os bombeiros da Ucrânia assim como medicamentos e cinco ambulâncias.

A tarefa não foi fácil e complicou-se com uma avaria no compressor de ar do autocarro, que tinha saído das Caldas da Rainha no dia 10 de março. Na noite do dia seguinte a avaria obrigou à paragem em Besançon, perto da fronteira de França com a Alemanha. Como se entrava no fim de semana e era preciso uma peça mecânica, o autocarro só ficou pronto a rodar no dia 16, mas já se havia arranjado uma solução intermédia, que foi fretar mais um autocarro desde a Polónia, que foi ao encontro dos bombeiros caldenses, em solo francês, em Clermont-Ferrand.

Com o chefe e o subchefe também já se encontravam o comandante Nelson Cruz e a adjunta Bruna Simões, que ajudaram a resolver os problemas burocráticos e acompanharam o transporte dos 44 refugiados, que se juntaram a um leque de mais 60 ucranianos que vieram para Portugal noutro autocarro e em três carrinhas. A aguardá-los tinham o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, os serviços sociais e de saúde, de forma a serem integrados com plenos direitos em Portugal.

“Vieram com um sentimento de tristeza e de alegria. Tristeza, porque deixaram lá os entes queridos. Alegria, ainda que contida, por se encontrarem a salvo”, contou Vítor Tavares, que manifestou satisfação pela “missão cumprida”. Sabino Bonifácio referiu que estava pronto para ir buscar mais refugiados, mostrando-se também orgulhoso pelo papel atribuído aos soldados da paz.

O comandante e a adjunta do comando elogiaram os dois bombeiros, considerando que foram “incansáveis e merecedores de um reconhecimento público, pelo espírito de sacrifício e pela forma abnegada e altruísta que tão bem representa o nosso corpo de bombeiros”.

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