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Exposição sobre o Dia Mundial da Árvore e da Floresta

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A exposição "A árvore e o papel das florestas", que contém uma coleção com mais de mil cartazes de 40 países, divididos pelos 114 painéis, foi inaugurada na passada sexta-feira no Céu de Vidro, no Parque D. Carlos I. Inserida no evento Parque (Con) Vida, a mostra vai decorrer ao longo deste mês, juntamente com exposições, workshops, celebrações, plantações de árvores, poesia, teatro e outras atividades dedicadas às árvores e às florestas.
A exposição vai estar patente até ao final do mês de março

A exposição “A árvore e o papel das florestas”, que contém uma coleção com mais de mil cartazes de 40 países, divididos pelos 114 painéis, foi inaugurada na passada sexta-feira no Céu de Vidro, no Parque D. Carlos I. Inserida no evento Parque (Con) Vida, a mostra vai decorrer ao longo deste mês, juntamente com exposições, workshops, celebrações, plantações de árvores, poesia, teatro e outras atividades dedicadas às árvores e às florestas.

A iniciativa foi organizada pelo Conselho da Cidade, em parceria com a União de Freguesias de Nossa Senhora do Pópulo, Coto e São Gregório, com intuito de “celebrar e evocar o Dia Internacional das Florestas e da Árvore”, sublinhou Ana Leal, presidente do movimento cívico Conselho da Cidade, que pretendia realizar esta atividade há três anos, mas devido à pandemia foi adiada.
Além das diversas atividades e pequenos eventos, que vão decorrer ao longo deste mês, a ação conta com a exposição itinerante “A Árvore e o papel das florestas”.
Composta por mais de mil cartazes, relacionados com as árvores e florestas e divididos por 114 painéis, a mostra é da autoria do colecionador José Neiva e do fotógrafo Rui Sousa, tendo este projeto percorrido durante três anos 21 concelhos do país.
Os painéis, que se estrearam numa tenda montada para o efeito no Terreiro do Paço, em Lisboa, foram impulsionados pela Direção Geral das Florestas, tendo percorrido escolas, pavilhões gimnodesportivos e espaços que os municípios disponibilizaram para o efeito.
Apesar de ser uma exposição com mais de vinte anos, “o objetivo desta mantém-se atual, na sensibilização para a valorização da floresta, para a proteção da natureza e a preservação do ambiente” frisou a responsável pelo Conselho da Cidade, adiantando que “através das mensagens e das imagens podemos observar como cada país, dos diferentes cantos do mundo, ao longo do século XX fez o apelo a um bem que é de todos e que, apesar de sabermos, nos esquecemos de preservar”.
Esta coleção, que “estava na iminência de ir para o lixo, porque não havia sítio para colocá-la, ressuscitou graças ao Conselho da Cidade”, sublinhou Rui Sousa, adiantando que a mesma permitiu editar um livro.
José Neiva sublinhou que “a mostra procurar dar a conhecer as florestas e a sua diversificação através do poderoso meio que é o cartaz”. Todos os cartazes, que abrangem um período de cem anos e que pertencem a uma coleção que começou quando era apenas estudante de agronomia, mostram “a diversidade do mundo florestal”.
Para José Neiva, “esta exposição é um poderoso veículo pedagógico sobre a floresta e espero que futuramente contribua para que haja no país condições para que a floresta sirva os vários utilizadores”.
A acompanhar os painéis também vai estar durante todo o mês de março a Celpa – Associação para Indústria Papeleira a mostrar como se produz o papel, de forma artesanal, antes da existência das máquinas, e a Associação Ateliê Arte e Expressão, na parte da serigrafia.
A par disso também vão realizar-se outras atividades, como uma oficina de reutilização de papel, a cargo da Academia Desenhos do Bruno Prates, um momento de poesia com Inês Fouto, oficina de gravura com Sandra Roda, atividades pedagógicas com a Associação Juvenil Biogleba, e um ateliê de expressão dramática pelo Teatro da Pessoa.

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