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António Lacerda Sales

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No ano de 2017, em reservada reunião na Federação Distrital, comuniquei a António Lacerda Sales que gostaria de o ver como candidato, pelo Partido Socialista, à presidência da Câmara Municipal das Caldas da Rainha.

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No ano de 2017, em reservada reunião na Federação Distrital, comuniquei a António Lacerda Sales que gostaria de o ver como candidato, pelo Partido Socialista, à presidência da Câmara Municipal das Caldas da Rainha.

Desde 2005 que o PS/Caldas vem-se desfragmentando e somente uma profunda reestruturação interna poderá parar esse processo.

As próximas autárquicas, como se sabe, ocorrerão no ano de 2025, até lá o PS/Caldas, sob a batuta de António Lacerda Sales, poderia mostrar a uma grande parcela da população que não é só nas Legislativas que o Partido Socialista é merecedor do seu voto.

O que torna um partido político vencedor é a confiança que o mesmo transmite ao eleitorado. Essa confiança, sendo um conceito central na realidade social, política e económica daquilo a que chamamos Estado Democrático, deve estar alicerçada numa base estável no seio do próprio partido, para isso é necessário que se respeite todo o tipo de pensamento e que se criem pontos de discussão ancorados em propostas concretas, sediadas nas necessidades (e nas visões multidimensionais) existentes na sociedade atual.

Brevemente, o Partido Socialista irá para eleições internas. Nas Caldas da Rainha existem dois fortes candidatos, Isabel Alves Pinto e Pedro Seixas, consta, porém, que um terceiro grupo (conotado como “ala da Direita”) está a formar-se, porém, com pouca expressão e representatividade.

Seja qual for o vencedor, logo após o desfecho eleitoral deverá ser apurado o postulante à Câmara Municipal, na sequência é necessário criar sinergias com todas as freguesias, aproximando os socialistas (militantes e simpatizantes) do processo de preparação de um programa realista e executável, tendo sempre diante dos olhos que a correspondência entre credibilidade política e índole democrática deverá assentar na semelhança orgânica (socialismo democrático) e não na disparidade das ideologias há anos instaladas.

O pensamento político do socialismo democrático (ou social-democracia) deve estar assente no combate à pobreza e à exclusão social. Corrente que produziu inúmeros nomes importantes, entre eles: Bernie Sanders (1941-), Bertrand Russell (1872-1970), François Mitterrand (1916-1996), George Orwell (1903-1950), Noam Chomsky (1928-), Helen Keller (1880-1968), Leonel Brizola (1922-2004), Mário Soares (1924-2017), Martin Luther King Jr. (1929-1968), Olof Palme (1927-1986), Salvador Allende (1908-1973), Victor Hugo (1802-1885), e (o melhor de todos) Luiz Inácio Lula da Silva (1945-).

Nas Caldas da Rainha é possível executar uma política que pense nas pessoas, que viva para elas e para as suas necessidades. Uma política que não seja escorada num movimento popular, feito colcha de retalhos (as diversas cabeças que compõem os movimentos podem gerar graves crises de identidade democrática nos concelhos), para isso é imprescindível um Partido Socialista forte, impactante, que ofereça aos eleitores a firmeza que se viu nas recentes Legislativas. Com António Lacerda Sales como candidato à presidência da Câmara Municipal poderíamos erguer o partido, torná-lo visível para a comunidade, unindo, por fim, todos os socialistas, em torno de uma certeza de vitória autárquica.

Para o bem da democracia, Caldas da Rainha necessita de um Partido Socialista robusto, representativo, autêntico. Um vórtice social-democrata.

“O que faz andar o barco não é a vela enfunada, mas o vento que não se vê (Platão).

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