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As mudanças na noite em 2022

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De dia para dia, caminhamos para uma “morte lenta“ no setor da diversão noturna. A “abertura” que disponibilizaram a este setor não está a ser suficiente para capitalizar, salvar empregos, espaços, gestões e estruturas. É preciso apoio total do governo nacional, pois só juntos conseguiremos ultrapassar tal crise! Mesmo com as aberturas dos clubs, as […]

De dia para dia, caminhamos para uma “morte lenta“ no setor da diversão noturna. A “abertura” que disponibilizaram a este setor não está a ser suficiente para capitalizar, salvar empregos, espaços, gestões e estruturas. É preciso apoio total do governo nacional, pois só juntos conseguiremos ultrapassar tal crise!

Mesmo com as aberturas dos clubs, as limitações, exigências e leis impostas pelo governo deixam os clubs e clientes limitados, controlados face a outros tempos. Todavia, é melhor assim do que nada, pois o setor não pode parar, se não é mesmo a “morte do artista”.

A pandemia será algo presente, a meu ver, nos próximos anos, sempre com novas formas de contágio e variantes, logo, temos que nos começarmos a mentalizar que vamos viver com ela e com o seu impacto. Em torno da noite, é preciso criar um fio de ligação e contorno para se conseguir rentabilizar e voltar a colocar nos eixos este setor esquecido e abandonado por todos e que tanto contribui em Portugal para o emprego, economia, entre outros impactos sociais. A responsabilidade e controlo de acessos por parte da segurança privada dos clubs é essencial neste patamar em que se encontra a pandemia, para podermos fazer o que mais gostamos, “dançar”!

Que 2022 seja um ano de salvação, gestões diferentes e que não esqueçam a noite e sua história e importância na economia e na vida de todos.

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