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Transferência da vacinação para o Arneirense aumenta ritmo diário

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O centro de vacinação das Caldas da Rainha passou a funcionar desde 2 de janeiro no pavilhão da associação Arneirense, no Bairro dos Arneiros, substituindo o até aqui existente no pavilhão da Mata. O ritmo de inoculação passou de 700 para 1000 vacinas diárias.
Pavilhão do Arneirense passou a acolher o centro de vacinação das Caldas da Rainha

O centro de vacinação das Caldas da Rainha passou a funcionar desde 2 de janeiro no pavilhão da associação Arneirense, no Bairro dos Arneiros, substituindo o até aqui existente no pavilhão da Mata. O ritmo de inoculação passou de 700 para 1000 vacinas diárias.

O novo centro de vacinação foi instalado no âmbito de um protocolo com a Câmara, com o objetivo de melhorar as condições de estacionamento, de acesso e de funcionamento.

“Temos mais espaço e melhores condições para receber as pessoas”, manifestou Ana Pisco, diretora do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Oeste Norte.

“Aumentámos a capacidade de vacinação de 700 para 1000 vacinas diárias, com mais postos ao mesmo tempo a funcionar, até dez se necessário. Fizemos contratação de recursos humanos – pessoal de enfermagem, sobretudo, e médicos – a empresas prestadoras de serviços, para fazerem o acompanhamento”, indicou.

Segundo Vitor Marques, presidente da Câmara Municipal das Caldas da Rainha, o pavilhão do Arneirense “tinha menos utilização” e a autarquia investiu “alguns milhares de euros na pintura e marcação do espaço, e montagem de quadros elétricos”.

Para além disso foi ainda criado um parque de estacionamento para os utentes, aproveitando o terreno abandonado do antigo campo do Futebol Clube das Caldas, que foi limpo e preparado para o efeito, e foi também alterado o percurso dos autocarros Toma, que passam a ter uma paragem junto ao pavilhão, exceto ao domingo.

“Nestes primeiros dias será ainda assegurado por um autocarro da União de Freguesias de Nossa Senhora do Pópulo, Coto e São Gregório a fazer um ‘shuttle’ [transbordo] dos utentes que, não tendo conhecimento da mudança de local, se dirijam ainda ao Pavilhão da Mata”, informou Vitor Marques, que explicou que a transferência para o Arneirense se deveu “à necessidade de um espaço maior, porque na Mata era mais exíguo e não era a solução, também porque queríamos utilizar o pavilhão para a prática desportiva, que é importante para criar hábitos de normalidade”.

No Arneirense “as pessoas podem ficar à espera dentro do edifício”, fez notar.

Apesar de alguns utentes terem ficado insatisfeitos porque se dirigiram à Mata e depararam-se com o pavilhão fechado (a informação transmitida pelo Serviço Nacional de Saúde nos primeiros dias de janeiro ainda não aponta a vacinação no novo espaço), a maioria manifestou uma boa recetividade à transferência para o Arneirense.

Ivete Norte disse que as instalações “têm bastante espaço e estão a chamar rapidamente”, para além de que “as pessoas não estão em cima uma das outras”.

Fernando Jorge declarou que “está bem organizado e valeu a pena a transferência”. No Pavilhão da Mata “havia muitas filas e não funcionava muito bem”.

Sobre o processo de vacinação, as opiniões dividem-se. Há quem considere uma “atitude inteligente ser vacinado” e já esteja recetivo a uma quarta dose, enquanto outros têm “algumas reservas”.

De acordo com Ana Pisco, na região Oeste estão atualmente a ser vacinadas “pessoas abaixo dos 60 anos e já foi feito o reforço (segunda dose) das pessoas que tinham levado a vacina da Janssen”, esperando-se que “o grande boom” de vacinação aconteça “nos meses de janeiro e fevereiro”, com a administração do reforço aos utentes vacinados com a AstraZeneca até ao final de julho de 2021.

A velocidade de vacinação está a ser condicionada pelo elevado número de pessoas que “estão infetadas e não podem fazer a vacina, e têm de esperar o prazo determinado pela Direção-Geral da Saúde para poderem fazer a dose do reforço”, disse Ana Pisco, sublinhando que no passado fim de semana existiam, na área do ACES, “cerca de 2700 utentes em isolamento”.

Na área do ACES Oeste Norte, para além de Caldas da Rainha (que serve também o concelho de Óbidos), janeiro trouxe outro novo centro de vacinação, que substituiu o existente em Peniche, onde o ritmo de inoculação passa de 250 para 500 vacinas diárias. Com a abertura dentro de dias de um novo espaço em Alcobaça, a capacidade de vacinação no ACES Oeste Norte, juntando Bombarral e Nazaré, sobe de cerca de 1700 vacinas para uma média de 2800 diárias, ou seja, mais 1100.

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