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Mais 7 mortes na região Oeste associadas à pandemia

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Os dados divulgados até à manhã de dia 3 de novembro davam conta que o concelho de Torres Vedras era onde se verificava até agora o maior número de falecimentos associados à Covid-19 na região Oeste, tendo passado de 178 para 183 óbitos.

Os dados divulgados até à manhã de dia 3 de novembro davam conta que o concelho de Torres Vedras era onde se verificava até agora o maior número de falecimentos associados à Covid-19 na região Oeste, tendo passado de 178 para 183 óbitos.

O concelho das Caldas da Rainha era o segundo com mais mortes (144), seguindo-se Alcobaça 82 (manteve), Alenquer 81 (manteve), Arruda dos Vinhos 61 (não atualizou), Peniche 51 (manteve), Óbidos 49 (manteve), Lourinhã 39 (manteve), Bombarral 23 (manteve), Sobral de Monte Agraço 23 (não atualizou), Nazaré 22 (manteve) e Cadaval 19 (mais 2).

No total, foram registados 777 óbitos (mais 7) na região Oeste.

Em relação aos casos ativos na Região Oeste, a soma não se torna possível uma vez que o concelho de Alenquer não divulga e Arruda dos Vinhos e Sobral de Monte Agraço não atualizaram, mas no total dos restantes nove concelhos houve mais 20 casos ativos.

Em Torres Vedras havia 116 casos ativos (sem comparação), Caldas da Rainha 91 (menos 9), Cadaval 59 (mais 34), Lourinhã 53 (menos 10), Alcobaça 55 (sem comparação), Peniche 35 (mais 2), Nazaré 13 (menos 1), Bombarral 7 (mais 2) e Óbidos 6 (mais 2).

Não pertencendo à região Oeste, mas por ser um concelho que faz fronteira com o de Caldas da Rainha, eis os dados referentes a Rio Maior: 55 (mais 1) óbitos e 49 (menos 11) casos ativos. No total já houve 3001 (mais 42) infetados e 2897 (mais 52) recuperaram. Havia 105 (mais 39) pessoas em vigilância ativa.

A taxa de incidência a 14 dias por 100 mil habitantes diminuiu nas Caldas da Rainha, deixando de estar acima do limite admissível (mais de 240 casos). Há duas semanas estava em 261 casos e na semana passada caiu para 149.

Na região, estavam a vermelho (acima do limite), os concelhos de Rio Maior (449, menos 59), Cadaval (313, mais 233) e Lourinhã (267, mais 110).

Peniche apresentava uma taxa de incidência de 165 casos (mais 68) por 100 mil habitantes, Torres Vedras 160 (menos 39), Alcobaça 143 (mais 41), Óbidos 141 (mais 33), Nazaré 133 (mais 49), Bombarral 71 (menos 39) e Arruda dos Vinhos 51 (menos 13).

Total de casos confirmados: Torres Vedras – 7349 (sem comparação); Alenquer – 4922 (mais 9); Alcobaça – 3950 (sem comparação); Peniche – 2471 (mais 25), Lourinhã – 1928 (mais 25); Nazaré – 1168 (mais 12); Óbidos – 786 (mais 5); Bombarral – 773 (mais 8); Cadaval – 812 (mais 50).

Total de casos recuperados: Torres Vedras – 7050 (sem comparação); Peniche – 2385 (mais 23); Lourinhã – 1836 (mais 26); Nazaré – 1133 (mais 13); Bombarral – 743 (mais 6); Cadaval – 734 (mais 14); Óbidos – 731 (mais 3).

Ao nível das freguesias, no concelho de Peniche existiam 15 (mais 1) casos na cidade, 14 (mais 2) em Atouguia da Baleia, 6 (manteve) em Ferrel e nenhum (menos 1) na Serra d’El Rei. Em quarentena/sob vigilância estavam 184 (menos 28) pessoas.

A distribuição de casos ativos pelas freguesias da Nazaré registava 11 na vila (mais 7), 2 casos (menos 6) em Valado dos Frades e nenhum em Famalicão (menos 2).

Na Lourinhã havia 164 (mais 17) pessoas em isolamento e 73 (menos 58) em vigilância passiva.

A distribuição de casos ativos pelas freguesias de Torres Vedras fazia-se da seguinte forma: Santa Maria, São Pedro e Matacães: 40; União das Freguesias de Maxial e Monte Redondo: 24; Freiria: 12; União das Freguesias de Carvoeira e Carmões: 10; Silveira: 7; União das Freguesias de Campelos e Outeiro da Cabeça: 7; São Pedro da Cadeira: 5; Ramalhal: 4; União das Freguesias de Dois Portos e Runa: 3; Turcifal: 2; Ponte do Rol: 1; União das Freguesias de A dos Cunhados e Maceira: 1. Não é possível fazer a comparação com a semana anterior.

Em Torres Vedras existiam 177 contactos sob vigilância ativa das autoridades de saúde.

Em Alcobaça foram divulgadas as freguesias com mais de 3 casos: Aljubarrota (9), Benedita (9), União de Freguesias de Alcobaça e Vestiaria (8), Alfeizerão (6), União de Freguesias de Pataias e Martingança (6) e Évora de Alcobaça (5).

Casos nas escolas

O Agrupamento de Escolas Raul Proença, nas Caldas da Rainha, divulgou no dia 2 que havia um caso ativo de um aluno no 6º C na Escola Básica de Santo Onofre, com isolamento profilático da turma até 8 de novembro.

Na Escola Secundária Raul Proença também um aluno do 1º PSI estava infetado, mas não havia isolamento da turma.

Ao nível do pessoal não docente, verificava-se um caso ativo na Escola Básica do Bairro da Ponte.

Mudanças nas creches

Os encarregados de educação já não têm de ficar à porta das creches na altura de deixar ou ir buscar os filhos. A Direção-Geral da Saúde (DGS) atualizou, na passada quarta-feira, a norma sobre o acesso e funcionamento das creches, creches familiares e amas, em contexto de pandemia de Covid-19, e volta a permitir a entrada nos estabelecimentos.

A autoridade nacional de saúde sublinha que “no acesso às instalações do encarregado de educação ou pessoa por ele designado na entrega/receção da criança ou de outras pessoas devidamente habilitadas, como fornecedores de bens e serviços, deverá respeitar-se o distanciamento físico, evitar-se aglomerados e está recomendada a utilização de máscara facial”.

Até agora, os pais não podiam entrar nos estabelecimentos, uma vez que a norma dizia que “à chegada e saída da creche”, os menores de três anos deviam “ser entregues/recebidas individualmente pelo seu encarregado de educação, ou pessoa por ele designada, à porta do estabelecimento, evitando, sempre que possível, a circulação dos mesmos dentro da creche”.

Desaparece também a recomendação para que as crianças não levem brinquedos ou outros objetos de casa para as creches.

A DGS recomenda que haja “um número de crianças por sala de forma que, na maior parte das atividades, seja maximizado o distanciamento entre as mesmas, sem comprometer o normal funcionamento das atividades lúdico-pedagógicas”.

É recomendado que “deve ser maximizado o distanciamento físico entre as crianças quando estão em mesas, berços e/ou espreguiçadeiras”, sendo que as crianças e funcionários devem ser organizados “em salas fixas”, ou seja, que “a cada funcionário deve corresponder apenas um grupo”.

Por outro lado, “devem ser organizados horários e circuitos de forma a minimizar o cruzamento entre pessoas”.

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