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Associação de apoio ao recluso elege órgãos sociais

13 de Outubro, 2021
A Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso (APAR), com sede numa antiga escola primária na Moita, freguesia de Alvorninha, no concelho das Caldas da Rainha, elegeu os corpos gerentes para 2021/2023. Diogo Cabrita, médico, de Coimbra, é o presidente da direção. Vítor Ilharco, assessor, das Caldas da Rainha, é o secretário-geral. Carlos Vilares, economista, das Caldas da Rainha, é o tesoureiro.
Vítor Ilharco, das Caldas da Rainha, é o secretário-geral

A Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso (APAR), com sede numa antiga escola primária na Moita, freguesia de Alvorninha, no concelho das Caldas da Rainha, elegeu os corpos gerentes para 2021/2023. Diogo Cabrita, médico, de Coimbra, é o presidente da direção. Vítor Ilharco, assessor, das Caldas da Rainha, é o secretário-geral. Carlos Vilares, economista, das Caldas da Rainha, é o tesoureiro.

São vogais Ana Serra, administrativa, das Caldas da Rainha, Carlos Meneses, economista, de Oeiras, Carlos Rato, jurista, de Lisboa, Cláudio Pisco, advogado, de Lisboa, Mónica Lima, advogada, de Sobral Monte Agraço, e Vânia Ilharco, gerente comercial, de Salir do Porto.

São suplentes na direção Armando Barros, comerciante, de Alvaiázere, João Brázia, empresário, de Óbidos, e Miguel Sousa, empresário, do Estoril.

Na assembleia geral o presidente é Francisco Coutinho, professor, de Leiria, o vice-presidente é António Falé de Carvalho, advogado, de Lisboa, e a secretária é Cátia Lima, gerente comercial, de Óbidos.

Fazem parte do conselho fiscal: Presidente – Diniz Silva, economista, de Santarém; vogais – Augusto Carvalho, técnico de infraestruturas de Alpiarça; Raquel de Freitas, advogada, de Lisboa.

No conselho consultivo o presidente é Cândido Ferreira, médico, de Leiria, e os vice-presidentes são Jacinto Meca, juiz desembargador, da Nazaré, e Joana Miranda, advogada, de Lisboa.

São conselheiros Ana Cortesão, artista plástica (Coimbra), António Aguiar, economista (Setúbal), António Ribeiro, engenheiro informático (Linda-a-Velha), António Fernandes, empresário (Leiria), Carlos Narciso, jornalista (Venda do Pinheiro), Cidália Pecegueiro, professora (Lisboa), Cremilde Pinto, solicitadora (Sesimbra), Cristina Martins, professora (Coimbra), Dália Costa, professora (Lisboa), Francisco Gonçalves vice-presidente de câmara municipal (Oeiras), Fernando Crespo, escultor (Coimbra), Fernando Loureiro presidente do PURP (Oeiras), Francisco Peixoto, advogado (Braga), Gil Balsemão, advogado (Santo Tirso), Hernâni Carvalho, jornalista (Lisboa), João Correia, arquiteto (Lisboa), João Torres, padre (Priscos) Joaquim Couto, médico (Santo Tirso), Quintino Aires, professor (Lisboa), Eduardo Fonseca, empresário (Lisboa), José Viegas, engenheiro (Coimbra), Lúcia Ricon, advogada (Porto), Luís Maia, jornalista (Lisboa), Luís Sá Lopes, professor (Caldas da Rainha), Cidalino Madaleno, professor (Febres), Manuel Valente, professor, Marta Veloso, economista (Alenquer), Paulo Sargento, professor (Lisboa) e Rogério Nunes, empresário, e Zeferino Boal, oficial da Força Aérea (Alcochete).

Do conselho consultivo constam ainda, por inerência, Pinto Nogueira, jurista, do Porto (ex-presidente do conselho consultivo), Garcia Pereira, advogado, de Lisboa (presidente honorário), Jorge Antunes, advogado, de Coimbra (ex-presidente da direção), Dino Barbosa, advogado, de Lisboa (sócio honorário), Fernando Gomes, Procurador-Geral da República, da Guiné-Bissau (sócio honorário), Isaltino Morais, presidente de Câmara, de Mirandela (sócio honorário), e Rui Nabeiro, empresário, de Campo Maior (sócio honorário).

A APAR apresenta-se como “uma organização sem fins lucrativos e sem qualquer fim politico, racial, religioso ou filosófico, tendo por objetivo colaborar com os cidadãos reclusos em Portugal, independentemente das suas nacionalidades e com os cidadãos portugueses detidos em prisões estrangeiras, na obtenção de apoios jurídico, social e familiar”.

A associação procura “diligenciar no sentido da salvaguarda de todos os seus direitos” durante o cumprimento das penas a que tenham sido condenados, e “ajudar na reintegração na sociedade, após a libertação”.

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