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Jovens entre 12 e 15 anos encaram vacinação como importante

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O Centro de Vacinação das Caldas da Rainha acolheu no passado fim de semana os jovens da faixa etária entre os 12 e os 15 anos para a segunda dose da vacina contra a Covid-19. Os adolescentes e pais disseram estar mais tranquilos com o ciclo completo, numa altura de arranque das aulas.
À entrada do Centro de Vacinação de Caldas da Rainha, no Pavilhão da Mata

O Centro de Vacinação das Caldas da Rainha acolheu no passado fim de semana os jovens da faixa etária entre os 12 e os 15 anos para a segunda dose da vacina contra a Covid-19. Os adolescentes e pais disseram estar mais tranquilos com o ciclo completo, numa altura de arranque das aulas.

Várias centenas de jovens entre os 12 e os 15 anos completaram o ciclo de imunização contra a Covid-19, com a administração da segunda dose. O ano letivo começou e os adolescentes encaram a vacinação como uma medida importante.

Dinis, de 13 anos, que entrou no 8º ano, comentou que “é mais um passo para conseguirmos conter esta pandemia e acho que assim vamos poder estar mais seguros, mas temos de continuar com as regras para não se espalhar tudo outra vez”.

Sabendo que em outubro será testado à Covid-19 no estabelecimento de ensino que frequenta, afirmou que “acho bem a escola fazer testes porque os alunos sentem-se mais seguros sabendo se não há casos à sua volta”.

O seu irmão, Diogo, de 17 anos, acompanhou-o na vacinação, também para lhe ser administrada a segunda dose. Frequenta o 12º ano e considera que “a imunização completa é um voto de confiança extra, mas apesar de me sentir mais à vontade e permitir maior liberdade de contactos, quando for ter com amigos vou continuar a cumprir as regras e a usar máscara”.

Luana, de 13 anos, aluna do 8º ano, também garante que não vai deixar de ter preocupações, como “usar máscara, manter o distanciamento, no fim de contas as mesmas regras, mas agora vacinados”.

Nicole, de 13 anos, também do 8º ano, contou que com a segunda dose “sinto-me bem mais segura, posso fazer mais coisas e estar com amigos mais à vontade, não deixando de ter cautelas”.

Os encarregados de educação ficam igualmente mais alivados. “É muito bom que todos estejam vacinados, alunos, professores e auxiliares”, disse um dos pais.

“Todos em casa estavam imunizados e faltava a minha filha, que também concorda com a vacinação. Mas continuamos a ter cuidado porque nem todas as pessoas estão vacinadas”, afirmou uma mãe.

“A imunização é importante para que a propagação da pandemia não continue”, salientou outro encarregado de educação.

Os profissionais de saúde acham que o processo de vacinação dos jovens está a ser um sucesso e mostram-se satisfeitos. “Tem sido para nós uma agradável surpresa porque as crianças e jovens e os pais percebem a importância da vacinação e que é um ato de cidadania para o seu próprio bem e dos restantes colegas. Estão interessados porque querem que a escola decorra com a normalidade que conheciam antes da Covid e trazem este espírito de que compreendem que a vacinação é fundamental”, relatou a enfermeira Maria José Guedes, do Centro de Vacinação de Caldas da Rainha.

As segundas doses de vacina para os menores entre 12 e 15 anos foram administradas nos fins de semana de 11/12 e 18/19 de setembro, para que esta faixa etária pudesse concluir o processo de vacinação no arranque do ano letivo.

A recomendação da Direção-Geral da Saúde para a vacinação universal das crianças e jovens entre os 12 e os 15 anos foi conhecida em agosto, deixando assim de ficar circunscrita a situações específicas, como os casos em que existam doenças de risco para a Covid-19.

Os adolescentes, acompanhados pelos pais/tutores legais, deslocaram-se aos centros de vacinação espalhados pelo país.

No início do ano letivo o pessoal docente e não docente de todos os anos de escolaridade (do pré-escolar ao 12.º ano), bem como os alunos do 3.º ciclo do ensino básico e os do ensino secundário, independentemente do seu estado vacinal, estão a ser testados, sem prejuízo da realização futura de testes por motivo de investigação de casos, contactos e/ou surtos na comunidade escolar, segundo o parecer da Direção-Geral da Saúde.

O processo de testagem, tal como aconteceu no ano letivo passado, irá decorrer de forma faseada, tendo começado pelo pessoal docente e não docente (entre 6 e 17 de setembro), seguindo-se os alunos do ensino secundário (de 20 de setembro a 1 de outubro) e os do 3.º ciclo (de 4 a 15 de outubro), não obstante a possibilidade de ajustes no calendário.

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