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Viva a cambada!

Alberto Campos

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Após um discurso muito “douto” de um político na moda, infelizmente por bonitinhos motivos, a quem gostava de oferecer umas feriazitas no Zmar, paredes meias com as trapalhadas em que por lá e em outras cenas se meteu, acabei por ficar a pensar nesta nossa insistentemente denominada democracia atual.
Alberto Campos

E acabei por concluir ter esta nossa insistentemente denominada democracia atual tem a mesma idade da insistentemente denominada ditadura que nós bradamos aos céus ter terminado a 25 de Abril de 1974. E não fora a outra insistentemente não denominada ditadura de esquerda surgida imediatamente após o 25 de Abril de 1974, e banida a 25 de Novembro, eu entenderia que face aos continuados disfarces, as ditaduras em Portugal tinham, de facto, acabado com o 25 de Abril de 1974.

Pois é – a insistentemente denominada anterior ditadura salazarista e esta insistentemente denominada democracia actual são, note-se bem, gémeas na idade e, para mim, também gémeas na podridão.

Senão veja-se que esta insistentemente denominada democracia atual continua a permitir a existência dos mais variados vigaristas de esperteza saloia a começar pelos da fuga ao fisco, do tráfico de influências, do compadrio protector político, dos vendedores que saldam o país, dos corrupteiros, dos ricardeiros, dos juizeiros, dos chinoseiros, dos mui abundantes e falsos democrateiros, dos falsos liberdadeiros e dos demais crimineiros de colarinhos brancos, cujos predicados são tantos que, estou certo, em breve constarão do Guinness, engrossando seriamente as suas páginas.

E acho ainda que esta insistentemente denominada democracia atual tem tido enorme sucesso a ludibriar o Zé Povinho ao permitir, a exemplo, grandes festejos anunciados, tal como esta última festa socrateira após decisões judiciais, largamente difundidas logo em esplanada, merecendo acompanhamento personalizado por todos os canais televisivos e restante imprensa, após perdões fiscais, prescrições, demais manobras enfadonhas de anunciar, edição de livro e ainda, para cúmulo, entrevistas amplamente anunciadas em horário nobre pelas televisões, e tudo o mais a propósito estudado, permitido e composto para extasiar o festim e o país.

Mas não faz mal que o Zé Povinho não se intromete, nem se importa. Que venha o futebol, a seleção, que os ingleses deixem cá muito pilim, que a cerveja volte a jorrar nas esplanadas bem atulhadas e o sol deixe que o mar lave as mágoas nuns mergulhos enganadores, e tudo o mais que se lixe!

Mas atenção, lá diziam os nossos antepassados – a mentira tem perna curta!

Pois que seja – que ganhe a seleção e viva a cambada!

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