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Menos despesas em ramos e coroas de flores

Marlene Sousa

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Em declarações ao JORNAL DAS CALDAS, Hélia Silva, responsável pela Florista Hélia Arte Floral, disse que mais funerais no mês de janeiro “não significou muito mais trabalho”.
Segundo Hélia Silva, mais funerais não significaram mais trabalhos florais

Numa altura normal de funerais fora da época da pandemia, as pessoas “costumam pedir mais do que uma coroa ou ramo para o falecido”.

“A pandemia teve um impacto na reorganização das cerimónias. Há um conjunto de serviços que não são prestados, porque organizar um funeral que sai do hospital e vai para o cemitério tem menos encargos”, frisou.

Como não é permitido mais que um número de pessoas, “os pêsames são dados através das redes sociais”.

No entanto, Hélia Silva afirmou que “tivemos tempo para fazer trabalhos florais maiores e mais bonitos”. “Como não havia a possibilidade de pedir muitos arranjos florais foi-nos pedido para fazermos ramos e coroas mais representativas que homenageassem a pessoa”.

O mais difícil para a empresária é “entregar flores a um funeral sem o calor humano”. “Fui a funerais em que a família não pôde participar porque estavam com Covid”, contou.

Recordou um momento dramático, em que foi “colocar uma coroa no jardim da casa do filho e da esposa do falecido enquanto passava o carro funerário e eles choravam compulsivamente à janela”.

“Funerais sem velórios e com poucas pessoas, sem afetos e abraços a quem está a sofrer, pode deixar marcas”, declarou.

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