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João Almeida perdeu a camisola rosa

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João Almeida foi sétimo na etapa-rainha da Volta a Itália, uma maratona de 207 quilómetros, perdendo a camisola rosa que vestiu durante mais de duas semanas. Até ao fim tudo é possível mas o ciclista das Caldas da Rainha é já um herói nacional pela proeza de conseguir colocar milhões de pessoas em vários pontos do mundo a falar dele.
João Almeida esteve mais de duas semanas com a camisola rosa (Foto: Deceuninck-Quick-Step/Getty Sport)

Os 24,8 quilómetros de subida no colosso Stelvio, até aos 2700 metros de altitude, foram determinantes para a história da etapa. A Ineos Grenadier e a Team Sunweb impuseram um ritmo infernal, deixando todos os rivais desamparados.

O caldense da Deceuninck-Quick Step descolou no Stelvio, mas não perdeu o sangue-frio, colocou o próprio ritmo, limitou as perdas e cortou a meta a quatro minutos e 51 segundos do vencedor do dia, o australiano Jai Hindley (Sunweb).

O corredor de A-dos-Francos é agora quinto classificado da geral, atrás do holandês Wilco Kelderman, da Sunweb, que tem dois minutos e dezasseis segundos de vantagem.

O segundo é Jai Hindley, a doze segundos do líder, o terceiro é o britânico Tao Geoghegan Hart (Ineos Grenadier), a quinze segundos, e o quarto o espanhol Pello Bilbao (Bahrain), a um minuto e dezanove segundos.

Já outro português em destaque, Rúben Guerreiro, tem a camisola da montanha matematicamente assegurada. O corredor da Education First é primeiro com mais 112 pontos do que o belga De Gendt, corredor da Lotto Soudal, o seu mais rival mais próximo. Resta-lhe chegar a Milão, no domingo.

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