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Estudo indica que jejum pode melhorar imunidade

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O mundo encontra-se, de momento, focado nas questões da imunidade e os estudos sobre esta questão têm sido mais procurados. Conheça o estudo que relaciona o jejum e a imunidade. Ao longo do último século as questões relacionadas com a aparência física alteraram-se e começou a existir uma preocupação sem precedentes quanto à saúde. Hoje, […]

O mundo encontra-se, de momento, focado nas questões da imunidade e os estudos sobre esta questão têm sido mais procurados. Conheça o estudo que relaciona o jejum e a imunidade.

Ao longo do último século as questões relacionadas com a aparência física alteraram-se e começou a existir uma preocupação sem precedentes quanto à saúde. Hoje, mais do que um corpo magro, as pessoas parecem focadas em manter-se saudáveis, como forma de prevenirem doenças e de cuidarem, também, da sua imagem.

Das dietas restritivas passámos para as dietas equilibradas, que podem integrar suplementos que promovem a resistência, como a whey protein ou que melhoram o nosso sistema imunitário. Ainda que assim seja, os estudos continuam também a focar-se em alguns tipos de dieta como forma de reforço imunitário e, recentemente, uma das pesquisas concretizadas teve por base a questão do jejum e a tendência da dieta do jejum intermitente para estudar o impacto que os períodos de jejum podem ter no nosso sistema imunológico.

O estudo que hoje trazemos relacionou o jejum de 72 horas com a imunidade, com conclusões interessantes. Venha conhecer o estudo em questão e as suas conclusões.

O efeito do jejum no organismo

Jejuar é algo que, historicamente, está longe de ser uma novidade. Muitas vezes associado a práticas religiosas, este ato ultrapassa a questão espiritual e parte de uma longa tradição de curandeirismo ancestral, onde se recorria já ao jejum como forma de promover a saúde do corpo.

Embora a ciência tenha evoluído, como sabemos, muitos dos conhecimentos da atualidade têm por base as práticas e as ervas que, ancestralmente, eram já utilizadas. A prática da abstinência alimentar por períodos estipulados de tempo é um dos conceitos sobre os quais a ciência se tem longamente debruçado.

A associação do jejum – e até mesmo do famoso jejum intermitente – no reforço da imunidade e na redução dos riscos da obesidade são alguns dos temas recentemente abordados por estudos científicos internacionais.

As pesquisas sobre o jejum e o seu efeito

Foi na Universidade da Califórnia do Sul que se estudaram os potenciais benefícios do jejum, tendo como foco as pessoas que sofrem com doenças e problemas de imunidade. As questões oncológicas e autoimunes foram, aqui, o centro da atenção, concluindo que poderia existir uma correlação positiva entre o jejum e o aumento da imunidade em pessoas com estas patologias.

Outras pesquisas também fizeram a relação entre a perda de gordura acumulada no organismo através do jejum intermitente, considerando que o jejum de temporalidade específica pode contribuir para reduzir a massa gorda sem que exista perda de massa magra.

O processo de renovação celular é também, segundo os estudos recentes, um dos benefícios do jejum, já que a substituição de células danificadas parece ser mais célere perante a prática.

Um dos estudos realizados e publicado no Journal of Cell Biology indicou ainda que um jejum de 72 horas pode ajudar nesta renovação celular, prevenindo doenças degenerativas e ajudando a retardar o processo de envelhecimento. Além disso, segundo este estudo, realizado por Valter Longo, este “reboot” do organismo contribui para uma maior imunidade, motivando a prevenção de diversas doenças.

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