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Caldas da Rainha volta a ser a Cidade do Jazz

Francisco Gomes
25 de Setembro, 2020
A programação deste ano do nono Festival Internacional Caldas Nice Jazz, no Centro Cultural e de Congressos (CCC) das Caldas da Rainha, entre 16 de outubro e 7 de novembro, foi redesenhada face à pandemia da Covid-19, mas apresenta na mesma nomes com provas dadas no jazz, maioritariamente portugueses, conceito que estava inicialmente pensado para o décimo aniversário do evento e que devido ao atual contexto foi antecipado para este ano.
Edmar Castaneda & Gregoire Maret, uma dupla sonante que estará no Caldas Nice Jazz

Tendo em conta os tempos de pandemia que vivemos, o festival redesenhado no escrupuloso cumprimento das normas de segurança, tendo o CCC adquirido equipamentos tecnológicos específicos para higienização das salas, com certificação no combate à Covid-19, garantindo a total segurança de usufruto do espaço por parte dos espetadores e artistas, como o JORNAL DAS CALDAS revelou na semana passada.

Para além das atuações no CCC haverá dois concertos JazzOut (gratuitos), formação musical profissional na área do canto, sobre improvisação e criatividade vocal, orientado por Manuel Linhares, e a conferência “Quando o Jazz se fez português”, apresentada pelos especialistas João Moreira dos Santos e João Carlos Callixto.

Manuel Linhares Quarteto arranca as atuações no CCC, no dia 29 de outubro, pelas 21h30. Uma das raras vozes masculinas no jazz em Portugal que tem vindo a marcar a diferença, tem participado como assistente de Bobby McFerrin e da incontornável Meredith Monk em workshops realizados em Nova Iorque. O bilhete custa sete euros e meio.

No dia 30 de outubro, pelas 21h30, é a vez de Lokomotiv, grupo com mais de vinte anos de estrada e constituído por Carlos Barretto, Mário Delgado e José Salgueiro. A entrada tem o valor de doze euros e meio.

Edmar Castaneda & Gregoire Maret, respetivamente um harpista colombiano com reconhecido valor mundial e um tocador de harmónica suíço virtuoso, vencedor de um grammy, são os músicos que atuarão no dia 31 de outubro, pelas 21h30. O bilhete custa quinze euros.

A Orquestra de Jazz de Matosinhos apresenta-se no dia 5 de novembro, pelas 21h30. Desde 2001 aposta na construção de um repertório português para orquestra de jazz, começando desde logo com a música dos seus diretores Pedro Guedes e Carlos Azevedo, e estendendo-o às encomendas a vários compositores prestigiados como Zé Eduardo, Mário Laginha, Bernardo Sassetti, Carlos Guedes, Pedro Moreira, Luis Tinoco, Paulo Perfeito, entre outros. A entrada são doze euros e meio.

Daniel Bernardes & Drumming GP apresentam “A Liturgia dos Pássaros”, no dia 6 de novembro, pelas 21h30. Daniel Bernardes alia a espontaneidade do jazz ao lirismo do repertório de piano clássico. O bilhete tem o preço de doze euros e meio.

Maria João, uma cantora de jazz portuguesa que se distingue pela sua flexibilidade vocal e a sua capacidade de improvisação, incorporando uma mistura de estilos musicais, vai atuar no dia 7 de novembro, pelas 21h30. O bilhete custa doze euros e meio.

No que diz respeito aos concertos JazzOut, o primeiro será com a dupla Júlia Valentim & Fernando Lopes. Terá lugar na Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste, no dia 16 de outubro, pelas 16h00. A cantora e o músico têm feito parte de diversos projetos musicais.

No dia 23 de outubro é a vez de Rhythm Tap Trio, no Café Capristanos, no Terminal Rodoviário. O trio é composto por Paula Cirino, no sapateado, Elmano Caleiro no contrabaixo e Marta Duarte d’Almeida na guitarra, e convida a uma viagem que combina a estética da música tradicional improvisada, o jazz, desde dos anos 30 até aos dias de hoje, com o espetáculo do sapateado.

Manuel Linhares vai orientar o workshop “O Círculo da Voz”, no dia 30 de outubro, no CCC. Ao longo de duas horas e meia (em horário a confirmar), pretende dar a conhecer estas novas formas de trabalhar a voz, a improvisação e a criatividade musical. A inscrição custa dez euros, mas jovens dos 12 aos 17 anos e membros de bandas filarmónicas, alunos de escolas de música, grupos corais e músicos pagam metade.

“Quando o jazz se fez português” é tema de uma conversa com João Moreira dos Santos e João Carlos Callixto, no Café Concerto Sons, Tons & Sabores do CCC, no dia 31 de outubro, pelas 17h30. Os dois especialistas e autores de diversos trabalhos em livro e programas de rádio sobre as histórias da música levam para audição uma série de discos de vinil.

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