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10ª Jornada CN 1ª Divisão Seniores

Caldas RC vence na “bola de jogo” e mantém 1º lugar do CN1

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Uma semana de inverno rigoroso, chuva intensa, viu chegar um sábado com uma aberta no temporal. Muito pouco público para assistir a uma partida que se aguardava competitiva, o Caldas instalado no topo da classificação e o Guimarães à procura de chegar ao 4º posto que dá acesso ao play-off. O comportamento desportivo do Rugby Caldense merece mais dos seus adeptos.
Com o mesmo XV que tinha derrotado o Évora e já com o centro Gonçalo Silva recuperado sentado no banco, o Caldas iniciou a contenda com o seu esquema de jogo habitual quase chegava ao ensaio após uma iniciativa de Tomas Jacinto, bem acompanhado pelo defesa Alex Vieira. Um cross-quick de Jonathan Nolan foi bem capturado pelo Guimarães que iniciou de imediato um contra-ataque a partir dos seus 5 metros. Estava dado o mote para a postura dos Vimaranenses. Aos 9 minutos e já com várias fases montadas, o Guimarães concretizou, entre os postes. Magnifica penetração do seu 2º centro Paulo Machado que, poderoso, não foi travado. Conversão fácil para Bruno Silva que não falhou. O Caldas procurou reagir, mas sempre com jogadas individuais e sem a habitual compostura. Determinados na defesa e sempre a procurar desenvolver um jogo sólido e bem apoiado o Guimarães dominava. 1º Quarto: Caldas RC 0 pts Guimarães RUFC 7pts. O Guimarães mostrava que vinha para triunfar. O Caldas, talvez algo soberbo, não punha o coletivo na linha da frente. Avisados os Pelicanos foram à procura de mudar o resultado, com Oky D’Amato a colocar todo o seu poder no contacto. Aos 21 minutos um alinhamento bem conquistado foi seguido por um moule dinâmico que Filipe Gil finalizou com o ensaio. Oky D’Amato converteu, igualando o marcador. Continuou o Caldas no mesmo registo, mas a cometer muitos erros técnicos, avants ou último passe sem sentido. Respondia sempre com um jogo compacto e bem ligado o Guimarães colocando a extrema defesa Pelicana em sobressalto. Perto do final da primeira metade os Pelicanos, muito fortes na mellée, desenvolveram algumas boas iniciativas à mão a partir desta plataforma. Aos 37 minutos uma iniciativa do médio de abertura Jonathan Nolan, magnífica finta de passe, colocou a oval nos últimos 5 metros Vimaranenses. Uma penalidade conquistada e a escolha por ser jogada por formação ordenada revelou-se acertada. Ensaio de Filipe Gil e transformação de Oky D’Amato. 1ª Parte: Caldas RC 14 pts (2E, 2T) Guimarães RUFC 7pts (1E, 1T). Partida de grande equilíbrio, dois estilos diferentes, o Caldas sem a habitual clarividência e competência técnica nos lances de ataque, o Guimarães com um jogo muito sólido e grande entrega defensiva. A capacidade física num terreno muito pesado e a concentração na procura de evitar as faltas no jogo do solo e as falhas técnicas nos esquemas de ataque seriam a chave para o resultado. E a partida reiniciou-se com mais um erro de passe do Caldas, originando um contra-ataque perigosíssimo do Guimarães, travado, em falta, já nos 5 metros Pelicanos. Conquista na mellée, vários picks&go’s e tentativas de penetração do 2º centro e, finalmente, o ensaio, concretizado pelo pilar Luís Silva. Desta feita Bruno Silva não foi feliz. Procuraram reagir os Pelicanos, Filipe Gil e Jonathan Nolan com boas iniciativas, mas as jogadas a serem comprometidas pelo mesmo tipo de erros. Aos 51 minutos Oky D’Amato procurou transformar aos postes uma penalidade conquistada no meio do campo, mas o pontapé não levou a força necessária. Aos 55 minutos o Guimarães refrescou a sua 1ª linha procurando contrariar o maior poder dos Caldenses na formação ordenada. E iam sendo os avançados Pelicanos que iam conquistando boas plataformas para lançar as suas linhas atrasadas, mas hoje sem a habitual acutilância, Os Vimaranenses também contribuíam para esta menor capacidade de ataque com uma defesa muito unida e sem faltas. Caldense obrigando os Pelicanos a cometerem faltas no solo, na ânsia de recuperarem a oval. 3º Quarto: Caldas RC 14 pts Guimarães RUFC 12pts. Caldas sem conseguir colocar o seu jogo à mão, erros de passe e defesa muito coesa dos Vimaranenses a colocarem dificuldades inesperadas na condução, habitualmente fluida, do esquema Pelicano. Adivinhavam-se uns últimos 20 minutos de expectativa, qualquer das equipas poderia sair vencedora. Pouco a pouco o Guimarães foi-se impondo e através de um processo muito seguro, sem grandes rasgos individuais, mas colocando o coletivo a trabalhar, foi colocando o jogo no meio-campo Caldense obrigando os Pelicanos a cometerem faltas no solo, na ânsia de recuperarem a oval. E aos 62 minutos o muito competente chutador Bruno Silva não enjeitou a oportunidade e transformou uma penalidade aos postes, colocando o Guimarães na frente do resultado. Os Vimaranenses acreditaram e dominaram. Talvez um maior rasgo e um aproveitar de algumas oportunidades que se iam oferecendo pudessem ter levado o marcador a registar uma maior diferença. Aos 75 minutos o 1º centro André Soares captou magnificamente um pontapé alto do médio de abertura Manuel Machado e invadiu os últimos 22 metros da equipa da casa. Nova sequência de fases de ataque, pick&go’s e aos 78 minutos nova penalidade aos postes bem convertida por Bruno Silva. O encontro parecia estar resolvido. Mas os Pelicanos não baixaram os braços e, aproveitando um despacho defensivo Vimaranense – quando se impunha congelar a oval nos avançados, uma conquista no alinhamento foi bem continuada com uma circulação da bola a toda a largura do campo, concentração de plataformas de ataque, paciência e, finalmente a nesga para Oky d’Amato colocar o toque de meta, entre os postes. Conversão fácil e a vitória a surgir quando talvez já não se acreditasse nas bancadas. Prémio para a decisão dos jogadores mais experientes do Caldas RC. Resultado Final: Caldas 21pts (3E, 3T) vs Guimarães RUFC 18pts (2E, 1T, 2P). Resultado que talvez não espelhe o que se passou na partida. O Guimarães foi mais competente e poderia ter saído vencedor. Noutras ocasiões semelhantes o Caldas perdeu na “bola de jogo”. Desta feita foi o contrário. De qualquer forma a vitoria acaba por premiar o esforço de todo encontro e a capacidade de acreditar até ao último folego. Excelente arbitragem de Ricardo Castro. Comportamento exemplar de mabas as Equipas. Assim o Rugby é o Desporto que se proclama. Mais uma “terceira parte” à Pelicana, na Caldas Rugby ClubHouse. Não é fácil perder na bola de jogo numa partida em que se é superior … mas os Vimaranenses souberam estar na confraternização, mostrando que são um Clube de Rugby. Uma palavra final para mais uma estreia na Equipa Sénior do Caldas RC, no CN1; sê bem vindo “Ricky” Correia, certamente outros ex-Sub18 estarão na calha para continuar a defender o “verde e azul”. Alinharam pelo Caldas RC: Alexandre Vieira, Bruno Martins, Caetano Perez, David Esteves, Diogo Vasconcelos, Duarte Mourão, Filipe Gil (2E), Gonçalo Cordeiro, Gonçalo Sampaio, Gonçalo Silva, Jonathan Nolan, José Maria Vieira, Leonardo Ferreira, Luís Carvalho, Luís Gaspar, Oscar d’Amato (1E, 3T), Ricardo Correia, Ricardo Marques (Cap.), Rui Santos, Salvador Cambournac, Tomas Jacinto, Tomas Melo. Treinador: Patrício Lamboglia Diretor de Equipa: Tomás Lamboglia Fisioterapeuta: Rodrigo Santos/Physioclem Comissário de Jogo: António Ferreira Marques Com este resultado o Caldas RC conserva o primeiro lugar do CN1, ex-áqueo, com CR S. Miguel, com 43 pontos. Na próxima jornada dia 12 janeiro, domingo, o Caldas RC desloca-se a Lisboa para defrontar o ER Galiza (Jaguares), atual 4º classificado, para a 11ª jornada.

Com o mesmo XV que tinha derrotado o Évora e já com o centro Gonçalo Silva recuperado sentado no banco, o Caldas iniciou a contenda com o seu esquema de jogo habitual quase chegava ao ensaio após uma iniciativa de Tomas Jacinto, bem acompanhado pelo defesa Alex Vieira. Um cross-quick de Jonathan Nolan foi bem capturado pelo Guimarães que iniciou de imediato um contra-ataque a partir dos seus 5 metros. Estava dado o mote para a postura dos Vimaranenses. Aos 9 minutos e já com várias fases montadas, o Guimarães concretizou, entre os postes. Magnifica penetração do seu 2º centro Paulo Machado que, poderoso, não foi travado. Conversão fácil para Bruno Silva que não falhou. O Caldas procurou reagir, mas sempre com jogadas individuais e sem a habitual compostura. Determinados na defesa e sempre a procurar desenvolver um jogo sólido e bem apoiado o Guimarães dominava. 1º Quarto: Caldas RC 0 pts Guimarães RUFC 7pts. O Guimarães mostrava que vinha para triunfar. O Caldas, talvez algo soberbo, não punha o coletivo na linha da frente. Avisados os Pelicanos foram à procura de mudar o resultado, com Oky D’Amato a colocar todo o seu poder no contacto. Aos 21 minutos um alinhamento bem conquistado foi seguido por um moule dinâmico que Filipe Gil finalizou com o ensaio. Oky D’Amato converteu, igualando o marcador. Continuou o Caldas no mesmo registo, mas a cometer muitos erros técnicos, avants ou último passe sem sentido. Respondia sempre com um jogo compacto e bem ligado o Guimarães colocando a extrema defesa Pelicana em sobressalto. Perto do final da primeira metade os Pelicanos, muito fortes na mellée, desenvolveram algumas boas iniciativas à mão a partir desta plataforma. Aos 37 minutos uma iniciativa do médio de abertura Jonathan Nolan, magnífica finta de passe, colocou a oval nos últimos 5 metros Vimaranenses. Uma penalidade conquistada e a escolha por ser jogada por formação ordenada revelou-se acertada. Ensaio de Filipe Gil e transformação de Oky D’Amato. 1ª Parte: Caldas RC 14 pts (2E, 2T) Guimarães RUFC 7pts (1E, 1T). Partida de grande equilíbrio, dois estilos diferentes, o Caldas sem a habitual clarividência e competência técnica nos lances de ataque, o Guimarães com um jogo muito sólido e grande entrega defensiva. A capacidade física num terreno muito pesado e a concentração na procura de evitar as faltas no jogo do solo e as falhas técnicas nos esquemas de ataque seriam a chave para o resultado. E a partida reiniciou-se com mais um erro de passe do Caldas, originando um contra-ataque perigosíssimo do Guimarães, travado, em falta, já nos 5 metros Pelicanos. Conquista na mellée, vários picks&go’s e tentativas de penetração do 2º centro e, finalmente, o ensaio, concretizado pelo pilar Luís Silva. Desta feita Bruno Silva não foi feliz. Procuraram reagir os Pelicanos, Filipe Gil e Jonathan Nolan com boas iniciativas, mas as jogadas a serem comprometidas pelo mesmo tipo de erros. Aos 51 minutos Oky D’Amato procurou transformar aos postes uma penalidade conquistada no meio do campo, mas o pontapé não levou a força necessária. Aos 55 minutos o Guimarães refrescou a sua 1ª linha procurando contrariar o maior poder dos Caldenses na formação ordenada. E iam sendo os avançados Pelicanos que iam conquistando boas plataformas para lançar as suas linhas atrasadas, mas hoje sem a habitual acutilância, Os Vimaranenses também contribuíam para esta menor capacidade de ataque com uma defesa muito unida e sem faltas. Caldense obrigando os Pelicanos a cometerem faltas no solo, na ânsia de recuperarem a oval. 3º Quarto: Caldas RC 14 pts Guimarães RUFC 12pts. Caldas sem conseguir colocar o seu jogo à mão, erros de passe e defesa muito coesa dos Vimaranenses a colocarem dificuldades inesperadas na condução, habitualmente fluida, do esquema Pelicano. Adivinhavam-se uns últimos 20 minutos de expectativa, qualquer das equipas poderia sair vencedora. Pouco a pouco o Guimarães foi-se impondo e através de um processo muito seguro, sem grandes rasgos individuais, mas colocando o coletivo a trabalhar, foi colocando o jogo no meio-campo Caldense obrigando os Pelicanos a cometerem faltas no solo, na ânsia de recuperarem a oval. E aos 62 minutos o muito competente chutador Bruno Silva não enjeitou a oportunidade e transformou uma penalidade aos postes, colocando o Guimarães na frente do resultado. Os Vimaranenses acreditaram e dominaram. Talvez um maior rasgo e um aproveitar de algumas oportunidades que se iam oferecendo pudessem ter levado o marcador a registar uma maior diferença. Aos 75 minutos o 1º centro André Soares captou magnificamente um pontapé alto do médio de abertura Manuel Machado e invadiu os últimos 22 metros da equipa da casa. Nova sequência de fases de ataque, pick&go’s e aos 78 minutos nova penalidade aos postes bem convertida por Bruno Silva. O encontro parecia estar resolvido. Mas os Pelicanos não baixaram os braços e, aproveitando um despacho defensivo Vimaranense – quando se impunha congelar a oval nos avançados, uma conquista no alinhamento foi bem continuada com uma circulação da bola a toda a largura do campo, concentração de plataformas de ataque, paciência e, finalmente a nesga para Oky d’Amato colocar o toque de meta, entre os postes. Conversão fácil e a vitória a surgir quando talvez já não se acreditasse nas bancadas. Prémio para a decisão dos jogadores mais experientes do Caldas RC. Resultado Final: Caldas 21pts (3E, 3T) vs Guimarães RUFC 18pts (2E, 1T, 2P). Resultado que talvez não espelhe o que se passou na partida. O Guimarães foi mais competente e poderia ter saído vencedor. Noutras ocasiões semelhantes o Caldas perdeu na “bola de jogo”. Desta feita foi o contrário. De qualquer forma a vitoria acaba por premiar o esforço de todo encontro e a capacidade de acreditar até ao último folego. Excelente arbitragem de Ricardo Castro. Comportamento exemplar de mabas as Equipas. Assim o Rugby é o Desporto que se proclama. Mais uma “terceira parte” à Pelicana, na Caldas Rugby ClubHouse. Não é fácil perder na bola de jogo numa partida em que se é superior … mas os Vimaranenses souberam estar na confraternização, mostrando que são um Clube de Rugby. Uma palavra final para mais uma estreia na Equipa Sénior do Caldas RC, no CN1; sê bem vindo “Ricky” Correia, certamente outros ex-Sub18 estarão na calha para continuar a defender o “verde e azul”. Alinharam pelo Caldas RC: Alexandre Vieira, Bruno Martins, Caetano Perez, David Esteves, Diogo Vasconcelos, Duarte Mourão, Filipe Gil (2E), Gonçalo Cordeiro, Gonçalo Sampaio, Gonçalo Silva, Jonathan Nolan, José Maria Vieira, Leonardo Ferreira, Luís Carvalho, Luís Gaspar, Oscar d’Amato (1E, 3T), Ricardo Correia, Ricardo Marques (Cap.), Rui Santos, Salvador Cambournac, Tomas Jacinto, Tomas Melo. Treinador: Patrício Lamboglia Diretor de Equipa: Tomás Lamboglia Fisioterapeuta: Rodrigo Santos/Physioclem Comissário de Jogo: António Ferreira Marques Com este resultado o Caldas RC conserva o primeiro lugar do CN1, ex-áqueo, com CR S. Miguel, com 43 pontos. Na próxima jornada dia 12 janeiro, domingo, o Caldas RC desloca-se a Lisboa para defrontar o ER Galiza (Jaguares), atual 4º classificado, para a 11ª jornada.

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