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Ministra da Agricultura no Fórum Anual Vinhos de Portugal no CCC

Mariana Martinho

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Portugal encontra-se no “top 10 dos exportadores mundiais” de vinho, afirmou a ministra da Agricultura, Maria do Céu Albuquerque, no passado dia 4, durante o encerramento do Fórum Anual Vinhos de Portugal, no Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha. Trata-se de um setor onde o Governo "deve continuar a fazer uma aposta forte, para poder a alicerçar o desenvolvimento territorial".
O Fórum Anual Vinhos de Portugal decorreu no Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha

Na sessão de encerramento do fórum, que é promovido anualmente pela ViniPortugal – organização interprofissional do Vinho em Portugal e a entidade gestora da marca “Wines of Portugal” (Vinhos de Portugal) e que contou com cerca de 400 participantes ao longo de todo o dia, a ministra começou por considerar que o setor é “hoje um importante embaixador de Portugal”, que “não estagnou e procurou sempre estar na linha da frente na resposta aos mais diversos desafios”. Além da “proatividade” e do “caráter inovador”, o setor vitivinícola tem conseguido “um crescimento coeso, estruturado e orientado para objetivos reconhecidos pelos vários intervenientes”. Igualmente reconheceu “a relevância da promoção no reforço e na manutenção da notoriedade em mercados externos”, sendo essa uma forma de gerar valor para os vinhos nacionais. Nesse sentido, “Portugal incluiu o apoio à promoção em países terceiros no PNA – Programa Nacional de Apoio ao Setor Vitivinícola”, bem como outros dois concursos, “que já estão a decorrer” no âmbito da Promoção, um dos quais de apoio à Promoção em Países Terceiros e outro de apoio à promoção no Mercado Interno (Portugal e União Europeia). Para a responsável, “o sucesso do setor também é visível na execução do Programa Nacional de Apoio”, que registou “taxas de execução anual de cerca de 100% da dotação total atribuída a Portugal”, apesar de terem sido pagos apoios globais superiores a 325 milhões de euros, “em que mais de 82% foram alocados à medida Reestruturação e Reconversão das Vinhas”. No que diz respeito à medida de promoção em países terceiros, “a 2.ª medida mais representativa”, a ministra esclareceu que “foram pagos 33 milhões de euros em apoios”. Face a isso, “não existem dúvidas quanto ao que é o sucesso deste setor e o seu contributo essencial para o crescimento nacional”. A ministra referiu ainda que este “setor tem sabido corresponder à procura e afirmar-se num mercado global que, a par das oportunidades, acarreta também muitos desafios”, sendo que o maior será a “sustentabilidade do setor da agricultura e dos seus recursos naturais”, como a água e o solo, apesar de ser “um setor que dá cartas” na implementação de “técnicas e medidas” nesse sentido.

Setor tem visto “as suas exportações a crescer”

Presente na sessão de encerramento também esteve o presidente da ViniPortugal, Jorge Monteiro, que realçou o crescimento do setor, apesar das dificuldades conjunturais. “O setor vitivinícola português continua a demonstrar uma enorme vitalidade, adaptando-se e procurando novos mercados, bem como explorando uma visão comum”, referiu o responsável, adiantando que “até agosto deste ano as exportações de vinho apresentaram um crescimento em valor de 1,7%, apesar de uma queda de 3% no volume”. Ou seja, “ganhámos preço médio mas tivemos uma queda, que se verificou quase em exclusivo, nas exportações em granel, que caíram 29%”. Apesar desta queda no volume, Jorge Monteiro referiu que “as exportações de vinho engarrafado cresceram em valor 4,2%”, o que significa que o “vinho engarrafado acabou por compensar as perdas do vinho a granel”. Igualmente sublinhou que “97% do valor das exportações deveu-se ao vinho embalado”. Face a isso, e apesar das conjunturas “menos favoráveis”, o setor tem sabido encontrar” novos caminhos vendo as suas exportações a crescer”, sobretudo para os Estados Unidos da América, que é o “primeiro destino dos vinhos de mesa portugueses”. Contudo, alertou, “precisamos de apoio do ministério”.

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