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GNTK, IRIS e dj´s atraíram várias gerações ao recinto do Oeste Fest

Mariana Martinho

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O festival Oeste Fest, que dá música desde 2014, mas que no verão passado não se realizou, voltou este ano à praia da Foz do Arelho, na passada sexta-feira e sábado à noite, atraindo várias gerações ao recinto do festival. Pelo palco passaram atuações eletrónicas de diversos dj´s, bem como concertos de bandas de música nacional. João Paulo Louro, responsável pela empresa promotora do evento, Walking Melodies, garantiu que a edição deste ano foi “muito positiva”, adiantando que “vamos trabalhar para que haja novamente para o próximo ano o Oeste Fest”.
As atuações atraíram várias pessoas ao recinto no areal

Depois de em 2016 ter atraído mais de 45 mil pessoas ao festival, a organização voltou a realizar este ano o evento, mas desta vez no areal da Foz do Arelho, e não no antigo parque de campismo, como era habitual em edições anteriores.

Segundo o responsável pela empresa promotora do evento, Walking Melodies, João Paulo Louro, o “balanço é muito positivo, mesmo sem um ano de Oeste Fest e a mudança de local”, visto que “houve muitas pessoas à procura do festival no antigo local mas depois acabaram por dar com o sítio”.

Além disso, este ano o evento contou com entradas gratuitas, por isso, “não podemos dar um número concreto de visitantes”, mas foi “uma forma de brindarmos todos os festivaleiros”.

Apesar de não se realizar nos mesmos formatos que as edições anteriores, onde tinha como principal patrocinadora a Cabovisão, a atual Nowo, que este ano não apoiou o Oeste Fest, João Paulo Louro garantiu que a “nível de produção mantivemos a mesma das edições anteriores”.

No que diz respeito ao cartaz, que em 2016 teve nomes como os The Gift, os D.A.M.A, Mastiksoul, os Mundo Secreto e os Expensive Soul, este ano a organização apostou numa “linha eletrónica”. “Houve uma aposta em música eletrónica, pelo facto de haver outros certames, como o caso da Frutos, que trazem bandas de primeira linha à região, e por isso, não fazia sentido fazermos quase uma concorrência direta”, explicou o responsável pela empresa promotora do evento.

Igualmente adiantou que estão a “pensar possivelmente no futuro, que o Oeste Fest caminhe mais para a parte eletrónica”.

Na sexta-feira à noite passaram pelo palco do festival os dj’s Mari Ferrari, Tiago M e Paulux, e ainda a banda leiriense GNTK e os seus convidados. Já a noite de sábado contou com o desfile da New Models Agency e atuação da banda rock portuguesa, de origem algarvia, IRIS, e os dj´s Gabi e Granada “Usados com Garantia”.

Apesar de não ser possível contabilizar o número de entradas, o responsável referiu que na noite de sábado “houve um maior fluxo de espetadores”, atraindo desde “crianças até aos mais velhos”.

Questionado sobre a continuação do festival, João Paulo Louro afirmou que “vamos trabalhar para que haja novamente para o ano o Oeste Fest, mas tudo depende de muitos fatores”, inclusive do apoio e da parceria com a Câmara Municipal e “eventualmente de aparecer um novo patrocinador ou a Nowo apostar novamente no Oeste Fest, pois o festival foi feito muito à imagem da antiga Cabovisão”. Além disso esclareceu que a organização vai tentar arranjar novos apoios, que queiram apostar no festival, que é “pensado para promoção da região e das empresas locais durante o evento”, como foi o caso desfile promovido pela New Models Agency.

Este ano o evento, que contou com o apoio da autarquia, do Centro da Juventude das Caldas da Rainha, da Associação de Bares da Foz do Arelho e o patrocínio das empresas Aves Suzana e Reciprémio, teve o orçamento de cerca de trinta mil euros.

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