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Câmara das Caldas e Associação de Termas de Portugal lançam

Petição para repor comparticipações das despesas com tratamentos termais

Mariana Martinho

EXCLUSIVO

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Foi lançada no passado sábado uma petição com vista à reposição das comparticipações das despesas com os tratamentos termais dos beneficiários do Serviço Nacional de Saúde. Esta petição, que já está a decorrer, foi promovida pela Associação das Termas de Portugal (ATP) juntamente com o Município das Caldas da Rainha e será entregue à Assembleia da República em setembro, com vista a um número de assinaturas superior a mais de 4.000, esperando assim a reposição das comparticipações já em 2018.
Todo executivo esteve presente na reunião

Como refere o documento, em agosto de 2011 “as comparticipações foram suspensas e até à data não se vislumbram sinais claros que a situação venha a ser alterada, apesar das inúmeras iniciativas levadas a cabo pela ATP, nos últimos seis anos, junto dos organismos competentes, tutelas e comissões e grupos parlamentares da AR”. Além disso, enumera um conjunto de “impactes imediatos e irrecuperáveis” que a suspensão trouxe aos utentes

Nesse sentido, a ATP decidiu avançar com uma petição pública concretizada e apresentada por termalistas e outros cidadãos, considerando que “poderá ser o ponto de viragem que leve efetivamente à reposição das comparticipações”.

Considerada pelo presidente da Câmara Municipal das Caldas da Rainha, Tinta Ferreira, como uma “matéria consensual para todos e da maior importância para os utentes”, a possibilidade de existir “uma comparticipação dos tratamentos termais à semelhança do que aconteceu no passado” levou a convocar todo o executivo, vereadores, líderes dos partidos com assento na Assembleia Municipal e candidatos autárquicos, para estarem presentes e assinarem a petição.

O objetivo, segundo o autarca, é promover “uma petição que tenha como propósito a criação de condições para comparticipação dos tratamentos termais relacionados com a componente da saúde”. Solicitou também a todos os presentes que ajudassem na sua divulgação e na recolha de assinaturas junto dos caldenses, para que “esta petição possa chegar à Assembleia da República e que, por sua vez, o Governo legisle”.

Presente também esteve Santos Silva, hidrologista e consultor do Município caldense, que destacou que “Caldas da Rainha tem um papel ímpar a nível nacional e internacional”, no que diz respeito ao termalismo. Nesse sentido, afirmou que faz todo o sentido que “seja líder nesta matéria”.

Igualmente explicou que “a razão para a suspensão dos tratamentos termais não dá para perceber, sendo que o montante da comparticipação dos cerca de 50 mil utentes seria muito inferior a meio milhão de euros”. Como tal, explicou que “este foi o meio de nós, caldenses, nos manifestarmos contra esta injustiça”, de modo a que “o termalismo deixe de ser o parente pobre disto”.

Caso queira assinar esta petição existem vários locais como o espaço turismo, o edifício Cria e Produtos Regionais (junto à entrada da Praça do Peixe), na Feira da Frutos, no Jornal das Caldas e Gazeta das Caldas.

Mariana Martinho

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