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Hospital Termal reabre primeiro com inalações e depois com tratamentos em duche e banheira termal

Marlene Sousa

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As termas das Caldas da Rainha vão reabrir no final de 2017 ou princípio de 2018, com o tratamento de inalações e nebulizações, técnica utilizada para tratamento das vias respiratórias, realizada com aparelho nebulizador que pulveriza a água ou soro fisiológico, permitindo uma penetração brônquica do vapor.
As termas das Caldas da Rainha vão reabrir no final de 2017, ou princípio de 2018

Está a decorrer a intervenção de substituição da rede de adução e distribuição de água termal ao hospital, adjudicada em maio de 2016, “que ficará concluída até setembro”, afirmou ao JORNAL DAS CALDAS o presidente da câmara, Tinta Ferreira. “Depois haverá outras pequenas intervenções no balneário novo”, adiantou o autarca, revelando que a autarquia está a lidar com um “edifício que não era da responsabilidade do município e que estão a aparecer novidades que poderão atrasar o que era a nossa expetativa inicial”.

A unidade termal vai reabrir na sequência de um concurso público de 600 mil euros lançado com vista à reparação da canalização, construção de novo balneário e nova ala do Hospital Termal.

O presidente da Câmara revelou que o objetivo é retomar os tratamentos termais de uma forma faseada. “Depois de iniciar os tratamentos das inalações e nebulizações no balneário novo espera-se nos meados de 2018 iniciar os tratamentos em duche e banheira termal no primeiro piso na ala sul do Hospital Termal. Em 2019, a autarquia espera abrir uma piscina no balneário novo (rés do chão).

Tinta Ferreira reuniu recentemente com o ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, para que haja um protocolo de “interação entre o Hospital Termal e o Centro Hospitalar do Oeste (CHO), utilizando os edifícios do Hospital Termal”.

O autarca pediu ao governante que nessa parceria “fosse possível beneficiar da colaboração de alguns funcionários do hospital distrital que eram funcionários no Hospital Termal e que têm conhecimentos do funcionamento do ponto de vista termal. O objetivo é permitir àqueles que quiserem, voltar a trabalhar no edifício termal”.

O edil falou ainda ao ministro da Saúde da possibilidade de alguns serviços do hospital distrital possam ser feitos no Hospital Termal, com a “devida compensação”. “Hoje, no ponto de vista das termas, não precisamos de ocupar tanto espaço como aquele que era ocupado há 100 ou 50 anos atrás”, disse o autarca, acrescentando que o objetivo é que haja mais atividade e que “o ministério da saúde beneficie de algum espaço do Hospital Termal comparticipando com os custos”.

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