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Análise de um Operador Turísticos que vende como destino Portugal

“A região Oeste tem que criar uma marca forte”

19 de Julho, 2016
A atividade turística nos últimos anos tem sido de extrema importância no que diz respeito ao desenvolvimento e crescimento da economia do país. Lisboa e o Porto estão na moda, mas também o Oeste tem crescido no setor do turismo. Em entrevista ao JORNAL DAS CALDAS, o sócio-gerente e fundador da empresa Luísa Todi – Operador Turístico, Joaquim Monteiro, que é também o novo presidente do Rotary Club das Caldas da Rainha, disse que o “Oeste tem muitas potencialidades de crescer turisticamente”. Joaquim Monteiro, que vende o destino Portugal aos “Tour Operadores internacionais” - mercados externos, considera que a região Oeste tem que se “reorganizar e criar uma marca forte” para poder captar os mercados exteriores. “Tem que se juntar às instituições públicas e privadas da região e trabalhar o Oeste como um todo”, sublinhou, imaginando as probabilidades de sucesso que teria uma marca turística com o “surf, golfe, hípica, cultura, praias, termas, enoturismo”. “A união faz a força”, salientou, dando o exemplo da seleção de futebol portuguesa que ganhou o Europeu.
Operador Turístico, Joaquim Monteiro, sócio-gerente e fundador da empresa Luísa Todi

Segundo este responsável, o destino do Oeste “não é dos mais procurados”, no entanto “tem alguma oferta cultural como é o caso de Óbidos e Alcobaça”. Destacou ainda o sucesso desta região como destino de Golfe e os últimos anos “um destino incontornável para os amantes do surf”.

Quanto ao destino das Caldas da Rainha, o operador turístico diz que tem possibilidades de crescer turisticamente, mas “há muitas coisas que se tem que fazer”.

Para tornar a cidade mais atrativa para os turistas, Joaquim Monteiro defende a criação de um produto turístico de qualidade. “Temos que reabilitar o Hospital Termal, entregar os pavilhões do Parque a uma cadeia Hoteleira Nacional ou internacional especializada no turismo Termal”, sublinhou.

Considera importante também tirar partido do “magnífico Centro Cultural e de Congressos de Caldas da Rainha para pequenos congressos principalmente nacionais”. De acordo com o operador turístico faltam hotéis para congressos nas Caldas. “Temos que organizar e unificar a nossa oferta cultural, preparar os museus com capital humano preparado para receber turistas dos diversos mercados externos”, apontou, acrescentando a necessidade de olhar para a Foz do Arelho e a Lagoa como um produto turístico que precisam de ser potenciados.

Joaquim Monteiro defende ainda a requalificação e modernização da linha férrea do Oeste, no sentido de esta se tornar um meio de transporte eficiente e mais rápido para Lisboa, entre outros locais.

Salienta também a necessidade de criar nesta cidade mais atividades lúdicas e culturais principalmente nos meses de verão.

O operador turístico é da opinião que as Caldas deveria ter uma mais ampla oferta de restaurantes e bares com horários alargados.

Quanto aos destinos portugueses mais procurados pelos estrangeiros, são segundo, este responsável, Lisboa, Sintra Cascais, Estoril, Óbidos, Nazaré, Alcobaça, Batalha, Fátima, Coimbra, Porto, Braga, Ponte de Lima, Viana do Castelo e o Douro.

O mercado Francês, inglês, Alemão, Escandinavo, Americano e Brasileiro são os que procuram mais, Portugal como destino para férias ou para fins profissionais.

Joaquim Monteiro considera que as entidades responsáveis pelos centros de turismo em Portugal, estão a fazer atualmente um bom trabalho no que diz respeito à “promoção externa”. A prova disso é o “aumento que temos vindo a ter na taxa de ocupação dos mercados externos no nosso país”.

Destaca a imagem do destino Portugal em geral no estrangeiro como “acolhedor, seguro, maduro, e de qualidade”. “Somos o pais de Europa com mais horas de Sol, uma gastronomia única, infraestruturas viárias das mais modernas do mundo, um parque hoteleiro fantástico, umas praias das melhores (314 de bandeira azul em 2016) e é u

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