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Feiroeste: um espaço alternativo de venda, workshops e animação no Parque D.Carlos I

Mariana Martinho

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Mais do que um mercado alternativo e dedicado ao melhor do artesanato português, a Feiroeste promete ser um espaço inovador onde vamos poder encontrar as mais variadas peças e conhecer os mais recentes artistas, bem como os novos projetos e ideias relacionadas com estes, tornando-se um assim no local ideal para apresentar ideias em fase experimental, explorando oportunidade de performances e exposições.
Teresa Teodoro e Maria Carvalho, responsáveis pela Feiroeste

Mais do que um mercado alternativo e dedicado ao melhor do artesanato português, a Feiroeste promete ser um espaço inovador onde vamos poder encontrar as mais variadas peças e conhecer os mais recentes artistas, bem como os novos projetos e ideias relacionadas com estes, tornando-se um assim no local ideal para apresentar ideias em fase experimental, explorando oportunidade de performances e exposições.

O sucesso deste género de mercados alternativos fez nascer nas Caldas da Rainha a Feiroeste, uma ideia de Maria Francisca Carvalho, que sentia a necessidade de encontrar um espaço diferente e na cidade para vender as suas próprias peças de cerâmica. Meteu mãos à obra e procurou trazer o conceito para a cidade, especialmente para um “sítio alternativo, central e ao mesmo tempo agradável”, e encontrou-o: o Parque D. Carlos I.

Francisca Carvalho, bailarina de profissão, salienta que este projeto surge da vontade de criar um espaço para os artesãos e ceramistas poderem vender as suas peças. “Quando terminei o curso de Cerâmica Criativa no Cencal senti falta de apoios e de abertura para nós, artistas, podermos desenvolver e vender os nossos trabalhos”, esclareceu uma das responsáveis, adiantando que começou a ir todos os meses aos mercados alternativos em Lisboa.

“Depois de estar três meses a ir vender as peças, tive a ideia de criar um mercado nas Caldas, pois achava um pouco injusto o fato de ter que ir para a cidade dos outros para vender as minhas peças”, destacou.

A outra alma da feira é Teresa Teodoro, que também trata da produção e organização do evento. “Não faz sentido nós termos de ir para fora vender os nossos produtos, quando a cidade tem espaços agradáveis para isso”, sustentou.

As duas finalistas do curso do Cencal adiantaram que “sentimos a necessidade de ter um sítio em que não exista condicionantes e onde possamos vender um pouco de tudo”, destacando o Parque D. Carlos I por ser o “sítio ideal”.

A 1ª edição da Feiroeste vai realizar-se no dia 9 de julho, entre as 10h e as 20h, e disponibiliza diversas bancas com todo o tipo de artigos, desde as peças de autor até novas ideias de empreendedorismo e uma renovação do comércio na área do artesanato. “A feira prende-se ao estilo “Made in Craft”, sendo um sitio onde os artistas dão a conhecer o seu produto, o seu processo de criação e, por fim, vendem”.

Neste momento a organização já conta com 25 participações e diversos pedidos para a realização de workshops.

“Já temos vários pedidos para participar na feira, com muitas pessoas das Caldas, mas sobretudo pessoas de fora que costumam vender nos mercados em Lisboa”, referiu uma das responsáveis, acrescentando que nessas mesmas feiras existem muitos caldenses a vender os seus produtos.

A feira, que vai realizar-se nos segundos sábados de cada mês, no Parque D.Carlos I, permitirá ao público ficar a conhecer produtos e projetos inovadores nas várias áreas.

Às bancas, com vagas limitadas, poderão sempre candidatar-se pessoas novas para marcar a sua presença, através da página do facebook (www.facebook.com/feiroeste) e do email (feiroeste@gmail.com). Os participantes terão de pagar uma quantia de participação consoante a zona (4€ ou 8€). A música também se encontra presente para dar ambiente, estando a organização disponível para receber as bandas novas e alternativas que queiram dar a conhecer os seus trabalhos.

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