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Torneio Distrital de Leiria - Infantis sub 12 - futebol de 7 - série D

AEÓbidos 4 – U.D.Leiria 4

Arlindo Ferreira

EXCLUSIVO

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Um festim de golos, na partida em que o Óbidos e o Leiria carimbaram um empate (4-4). Um resultado que, no fundo espelha o que se passou, com mais e melhor Óbidos, mas com o Leiria a mostrar raça para discutir o resultado. Assistiu-se, embora com alguns erros defensivos à mistura, à afirmação de uma geração que joga sempre de uma forma autoritária e com toques de génio à mistura. O jogo foi para além do que pensámos que a realidade permite. Impressionante! A qualidade posta no terreno, fruto da crença coletiva e de entrega total dos jogadores, apontará este jogo como um dos maiores do torneio.
Os leirienses, carregados pela pressão de defrontarem a melhor equipa do distrito de Leiria, apresentaram-se nervosos, ansiosos, presos de movimentos, com liderança ineficaz em momentos chave. O Óbidos começou mais esclarecido e organizado, com o Leiria a tentar acompanhar a velocidade que os morcegos imprimiam ao jogo. Com uma defesa coesa e mais apostados no contra-ataques, os meninos de Mário Rei iam conseguindo conter o maior ascendente dos adversários. Olhando o jogo com uma perspetiva global há que dizer que houve mais Óbidos no clássico. Em toda a fase inicial, coroada com o golo de Yann (4') e Sebastião aos 19' aumentaram para a vantagem 2-0, mas o Leiria reagiu muito bem e reduziu para 2-1 aos 21', por Tomás Faria. Diogo aos 22' repôs a diferença para 3-1. Leiria não desistiu e no último minuto da primeira parte Gonçalo Figueiredo reduziu para 3-2. Após o intervalo voltou um Leiria alegre, motivado e ofensivo, em oposição a um Óbidos perdido de referências, descaracterizado, traindo o inicial rigor tático e permitindo espaços na sua outrora compacta estrutura, fruto da rotatividade imposta por Sérgio. Estes são jogos em que não se pode descaracterizar a equipa na totalidade. Houve tempo para mais 2 golos, aos 34' e 41' por Tomás Faria, entre outras tantas oportunidades desperdiçadas. O quarto golo do Leiria ia aniquilando por completo as intenções do Óbidos. Nos últimos 12' da partida, reposta que foi a equipa do Óbidos, destacando-se pela superior técnica individual dos seus jogadores em campo, altura em que o Óbidos aproveitou para ter bastantes oportunidades, valeu a grande exibição do guarda-redes Danilo, cotando-se como o melhor jogador em campo, sofrendo o empate no último minuto da partida. Golo de Gonçalo. Algumas das estrelas obidenses não estiveram tão cintilantes como em outras ocasiões, mas para a história fica um pleno sem derrotas nas fases até aqui realizadas. Árbitro Paulo César Leitão AEÓbidos: Chaves, Miguel, Guilherme, Sebastião (1), Marta, Yann (1), Gonçalo (1), Diogo (1), Tiago, Leandro, Rafa, Duarte. Treinador Sérgio U.D.Leiria: Danilo Carreira, Miguel Cordeiro, Pedro Martim, Duarte Vieira, Tomás Faria (3), Tomás Ramos, André Pires, João Oliveira, João Pedro, Gonçalo Figueiredo (1), Henrique Vieira. Treinador Mário Rei. Adjunto Hugo Boiça

Os leirienses, carregados pela pressão de defrontarem a melhor equipa do distrito de Leiria, apresentaram-se nervosos, ansiosos, presos de movimentos, com liderança ineficaz em momentos chave. O Óbidos começou mais esclarecido e organizado, com o Leiria a tentar acompanhar a velocidade que os morcegos imprimiam ao jogo.

Com uma defesa coesa e mais apostados no contra-ataques, os meninos de Mário Rei iam conseguindo conter o maior ascendente dos adversários. Olhando o jogo com uma perspetiva global há que dizer que houve mais Óbidos no clássico. Em toda a fase inicial, coroada com o golo de Yann (4′) e Sebastião aos 19′ aumentaram para a vantagem 2-0, mas o Leiria reagiu muito bem e reduziu para 2-1 aos 21′, por Tomás Faria. Diogo aos 22′ repôs a diferença para 3-1. Leiria não desistiu e no último minuto da primeira parte Gonçalo Figueiredo reduziu para 3-2.

Após o intervalo voltou um Leiria alegre, motivado e ofensivo, em oposição a um Óbidos perdido de referências, descaracterizado, traindo o inicial rigor tático e permitindo espaços na sua outrora compacta estrutura, fruto da rotatividade imposta por Sérgio. Estes são jogos em que não se pode descaracterizar a equipa na totalidade. Houve tempo para mais 2 golos, aos 34′ e 41′ por Tomás Faria, entre outras tantas oportunidades desperdiçadas.

O quarto golo do Leiria ia aniquilando por completo as intenções do Óbidos. Nos últimos 12′ da partida, reposta que foi a equipa do Óbidos, destacando-se pela superior técnica individual dos seus jogadores em campo, altura em que o Óbidos aproveitou para ter bastantes oportunidades, valeu a grande exibição do guarda-redes Danilo, cotando-se como o melhor jogador em campo, sofrendo o empate no último minuto da partida. Golo de Gonçalo.

Algumas das estrelas obidenses não estiveram tão cintilantes como em outras ocasiões, mas para a história fica um pleno sem derrotas nas fases até aqui realizadas.

Árbitro Paulo César Leitão

AEÓbidos: Chaves, Miguel, Guilherme, Sebastião (1), Marta, Yann (1), Gonçalo (1), Diogo (1), Tiago, Leandro, Rafa, Duarte. Treinador Sérgio

U.D.Leiria: Danilo Carreira, Miguel Cordeiro, Pedro Martim, Duarte Vieira, Tomás Faria (3), Tomás Ramos, André Pires, João Oliveira, João Pedro, Gonçalo Figueiredo (1), Henrique Vieira. Treinador Mário Rei. Adjunto Hugo Boiça

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