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12 caldenses falam dos seus desejos para 2016 para o concelho das Caldas da Rainha

Mariana Martinho / Marlene Sousa

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Atirados os foguetes, terminada a festa, o tempo é de pensar, porque, como diz o ditado popular, ‘Ano novo, vida nova’. Fomos conhecer quais são os desejos e perspetivas de doze caldenses para o concelho das Caldas da Rainha em 2016.
Ana Pacheco - Empresária e dirigente associativa

Ana Pacheco- Empresária e dirigente associativa

“Para a cidade das Caldas da Rainha especificamente desejo em 2016 a continuação da recuperação urbana, com um envolvimento ainda maior dos seus habitantes, em paralelo com um aumento da atividade económica: mais empresas criadoras de desenvolvimento, trabalho e valor e crescimento das existentes. Uma ação de divulgação turística integrada e persistente e ainda que o desafio que a cedência do património termal para a Câmara seja agarrado com trabalho de equipa, orgulho e eficiência por todos, de modo a que já se note bem o efeito na cidade e na região ao longo do ano que agora começa. Será claramente uma vantagem competitiva das Caldas da Rainha”

José Netas – Vogal do Conselho de Administração do Montepio Rainha D. Leonor

“2016 será seguramente um ano marcante para as Caldas da Rainha. Dois grandes projetos exigirão o envolvimento sério dos cidadãos caldenses e espero que estejam à altura, pois não se pode exigir obra voltando sistematicamente as costas e deixando exclusivamente na mão de outros a solução para aquilo pelo qual reclamamos. Falo em concreto do Parque D. Carlos I e das Termas. É tempo, e espero sinceramente que os dirigentes da Câmara Municipal sintam que as Caldas estão com eles e que os apoiem e dinamizem a cidade, que bem precisa e que ao incrementarem-se ajudarão a tornar a cidade mais viva.

Desejo ainda que a indústria e o comércio e os serviços locais entrem na curva ascendente, que se ultrapassem os tempos de crise, promovendo riqueza e trabalho para todos. É tempo de sermos felizes. Feliz ano novo para todos os caldenses”.

Rui da Bernarda – Empresário

“Desejo para o próximo ano poder, com a família e amigos, estar próximo e tranquilo, com saúde e alegria. Para as Caldas da Rainha gostava que fosse finalmente definida uma estratégia concertada de desenvolvimento social, comercial e industrial.

As perspetivas são de um ano que profissionalmente será de grande desafio. A entrada da Mercearia Pena na internet e a inauguração dos Capristanos vão ser os projetos a concretizar”.

Célia Antunes – Mentora do Projeto Olha-Te e presidente do Clube Soroptimist Internacional das Caldas da Rainha

“Desejo para as Caldas da Rainha, a cidade dos afetos, que sejamos todos amorosos e que consigamos comunicar uns com os outros com entendimento, discernimento e cooperação. Que os problemas das pessoas diminuam drasticamente e que no final do ano sejamos a cidade com mais felicidade do mundo! Que nunca percamos o orgulho de viver, visitar ou de falar sobre Caldas da Rainha.

Como expectativa espero que todos nós sejamos surpreendidos pela positiva pelas ações que serão desenvolvidas durante o ano que contribuam para a cidade, para os seus cidadãos, visitantes e para o mundo em geral. Um orgulhoso e caloroso novo ano para Caldas da Rainha!”

Ana Machado – Socióloga

“Os meus desejos e perspetivas para 2016, para a cidade de Caldas da Rainha, são idênticos aos que tenho para a humanidade no geral.

Estão centrados nas potencialidades do ser humano em fazer mais e melhor por si próprio e em prol do outro.

Acredito que se cada um fizer alguma coisa, por pouco que seja, é possível termos uma sociedade melhor e que é possível fazermos a diferença no nosso mundo e no mundo dos outros.

Gostaria que as pessoas de forma individual tivessem a coragem de forma séria e consciente de olharem para si próprias e percebam verdadeiramente quem são e o que andam por aqui a fazer.

Percebam que enquanto seres humanos têm qualidades e defeitos; que ninguém é mais do que ninguém e que o outro, aquele que está ao seu lado, o seu vizinho, o seu amigo, o seu colega, também é um ser humano com qualidades e defeitos.

Gostaria que palavras como “tolerância”, “compreensão”, “aceitação”, “não julgamento” fossem sentidas e fizessem parte das nossas vidas cada vez mais e quem sabe, daqui a um ano, pudesse sentir e ver que de facto não só foi o ano que mudou, mas que a mudança aconteceu verdadeiramente em cada um, existindo evidências na cidade que a entreajuda existe, que as parcerias funcionam e são eficazes e que obras inovadoras e empreendedoras vão acontecendo”.

Marina Ximenes – Professora da Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro

“Enquanto cidadã das Caldas, tendo cá os meus filhos e netos, desejo que as escolas do concelho e agrupamentos continuem a prestar um serviço à educação, como têm feito até agora. Ainda que todos os professores continuem a mostrar a dedicação e competência que têm demonstrado. Assim, para este novo ano, apostava na educação, pois não tem sido fácil aceitar os agrupamentos, são barcos muito grandes. Portanto, se a educação continuar a ser administrada como tem sido até agora, nós poderemos ter cidadãos caldenses muito bem-educados, formados, intervenientes, participativos, para que a Câmara possa contar com eles”.

Margarida Varela – Formadora de doutrina social

“1 de janeiro é o dia mundial da paz e é com esta esperança que iniciamos todos os anos civis. Assim, é essa esperança que desejo para todos os caldenses, aliás, para todos os portugueses.

A nossa cidade também nasceu de um desejo de esperança e vontade da Rainha D. Leonor e foi nesse desejo, que ela alicerçou um bem muito grande, que fez nascer e florescer uma cidade que chega até aos dias de hoje gritando deste amor e caridade inicial. Para os caldenses desejo que deixem florescer no coração esta certeza de que a esperança, alegria e o amor faz sobretudo florescer coisas boas. Desejo corações cheios de alegria, esperança e amor, sendo esse o segredo da vida”.

Sobreiro Duarte – Presidente da Associação Nacional de Formadores de Segurança Rodoviária

“Que exista muita saúde para todos, assim como uma visão mais alargada por parte de todos nós, por forma a focarmo-nos mais nas soluções e não nos problemas. Acredito claramente que a maior crise existente é de criatividade e de insatisfação positiva, assim, desejo que as pessoas vejam as dificuldades como desafios, para ser mais fácil atingirem os seus objetivos.

Caldas da Rainha vai desenvolver-se mais em termos comerciais e turísticos, pois vai tendo condições para atrair mais pessoas. Acredito que se todos nos envolvermos por forma a criar uma dinâmica nesta cidade o ano de 2016 vai ser a alavancagem para o desenvolvimento. É importante o desenvolvimento industrial e temos ainda muito para fazer para proporcionar condições para atrair investidores em unidades industriais, aumentar os postos de trabalho e melhorar as condições de vida das pessoas. É cada vez mais importante ajudar as pessoas a descobrirem os seus recursos por forma a elas próprias encontrarem as suas soluções. Na maioria dos casos as pessoas não têm claramente definido o seu caminho, e assim se torna difícil “remar” na sua direção. Acredito que se estes passos forem dados no final do ano estaremos todos muito mais felizes.

Votos de muita saúde e capacidade para desenvolvermos os nossos recursos”.

Rui Vieira – Presidente da direção da Refood Caldas da Rainha

“Para este novo ano, desejo que a Refood consiga dar resposta a todas as solicitações das pessoas mais carenciadas. Essa é a nossa grande missão. E ainda que consigamos o nosso objetivo final: Conseguir evitar o desperdicio e eliminar a fome na cidade. Também procurar envolver mais a comunidade caldense no projeto da Refood”.

Anabela Monteiro – Formadora

“Faço votos para que 2016 seja um ano que renove a esperança de todos os povos para a construção de um mundo com mais paz, mais tolerância e menos desigualdades. Gostaria, ainda, que o meu país conseguisse alguma recuperação económica, permitindo assim a todos os portugueses atingirem mais qualidade de vida, bem como que os valores da honestidade, humildade e honra pautassem a nossa sociedade”.

Joaquim Dias – Escriturário

“Que 2016 seja um ano de mais alegria para os portugueses, que vivam cada dia com expectativas e sonhos. Espero que haja mais investimento privado e público na indústria, no comércio e cultura nas Caldas da Rainha. Espero que haja mais emprego e as pessoas se possam fixar nesta cidade, tornando-a mais dinâmica e ativa. Que também a cidade tome medidas em relação aos Pavilhões do Parque, que estão ao abandono. Desejo também muita saúde e felicidade para todos neste ano de 2016”.

João Jales- Empresário

“Que 2016 seja melhor do que 2015. A esperança de que um ano será melhor do que o anterior é sempre absurda, mas sempre reiterada…todos esperamos e desejamos mais paz, mais amor mais saúde, mais dinheiro, sem qualquer base lógica para o fazer.

A nível mundial a crise económica provocou uma degradação das relações internacionais, um recrudescimento das tensões regionais, uma perda de direitos e remunerações do trabalho perante o capital, uma acumulação de riqueza imensa numa pequeníssima minoria da população mundial – 1% detém mais de 50% da riqueza global! Um país periférico com uma economia frágil como Portugal sofreu tudo isto de uma forma particularmente dramática e a nossa cidade não pode ser vista fora do contexto nacional.

Caldas da Rainha sofre há muito da ausência de uma visão estratégica da cidade e de um consequente plano de ação que dirigisse todos os esforços, capitais, saberes, vontades numa direção que afirmasse a cidade na região e no país. Há sempre a sensação (no meu caso a certeza) de que tudo é feito de uma forma pontual, desgarrada, desligada de qualquer plano a médio prazo. A Câmara contribui para iniciativas completamente díspares e desligadas, gastando dinheiro em vez de investir num projeto global direcionado. Gostaria que em 2016 se encontrasse um rumo, se definisse uma estratégia e se investissem todos os recursos num plano consensual de verdadeira requalificação da cidade. Muitos anos de uma gestão prepotente e autista, navegando à vista e sujeita às contingências dos mais variados interesses e conveniências, não deixa espaço para muita esperança mas talvez novas pessoas tragam novas práticas – embora haja ainda poucos sinais disso…

A nível imediato é preciso salvar o nosso Hospital. Digo salvar medindo as palavras. Os gestores anteriores, cumprindo certamente ordens superiores, esvaziaram e diminuíram a capacidade do que já foi uma unidade de saúde de referência a nível nacional. Basta! Queremos que a população caldense volte a ser o centro das atenções dos responsáveis hospitalares, que esperamos não voltem a ser estranhos que defendem outros interesses que não os nossos, como fez Carlos Sá.

Haverá recursos (económicos e humanos) para revitalizar o Hospital Termal? Espero e desejo que sim, mas tenho dúvidas. Há também todo um património que foi entregue à Câmara que espero que seja recuperado de forma a que o Parque e a Mata (e não só) voltem a ser locais de convívio e fruição, como os conheci há cinquenta anos.

A recuperação comercial das Caldas depende certamente da evolução da situação económica do país. Esperemos que os novos ventos de esperança também soprem por aqui e que a Câmara tenha uma atitude menos virada para os grandes espaços comerciais, criando condições, por exemplo, para revitalizar o centro histórico, onde muito há por fazer. E é preciso combater o desemprego e fixar os jovens, essa é uma prioridade absoluta que, além do comércio, envolve todas as outras atividades, sobretudo o turismo, as artes e a cerâmica artística. Estas palavras nunca poderiam expressar todos os meus desejos e perspetivas, são apenas um curto desabafo de um caldense um pouco desiludido com o que já referi, mas também com o trânsito, o estado das ruas, a morte do centro (exceto ao sábado), a desertificação da noite, a Cultura (quando é que “descobrimos” a ESAD.CR, o Teatro da Rainha…). E como eu gostaria de ver as ruas com árvores, como já tivemos e encontro cada vez mais nas cidades que visito!”

Susana Camacho – Agente imobiliária

“Espero que o ano de 2016 traga mais estabilidade financeira, assim como bons momentos com a familia e amigos, e claro, saúde. E mais paz e entendimento entre os povos do mundo. Bom ano para todos!”

Luís Lisboa – Empresário

“Espero que as Caldas aposte cada vez mais no turismo e dinamize, por exemplo, a Foz do Arelho, que é sem dúvida candidata a ex-libris do nosso concelho. E porque não para o próximo ano fazer o concerto da passagem de ano e fogo de artificio junto à Lagoa e começar a fazer alguma concorrência às vizinhas vilas de São Martinho do Porto e Nazaré?

A nível pessoal, a família Lisboa continua o seu caminho a querer fazer sempre mais e melhor, em breve vamos abrir um novo espaço na cidade das Caldas da Rainha – o “Espaço Zé Povinho” – e esperamos que tenha o sucesso do Restaurante Lisboa.

Desejo a todos um bom ano, com muita saúde e muito…apetite”.

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