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Má escolha da mochila escolar prejudica saúde das crianças

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Numa altura em que se começa a pensar no regresso às aulas, é tempo de fazer as escolhas mais acertadas na compra das mochilas das crianças. A campanha Olhe Pelas Suas Costas alerta para os perigos da utilização de uma mochila inadequada e para as consequências do excesso de peso transportado pelas crianças.
Os objetos mais pesados devem ser colocados no fundo da mochila (foto Marlene Sousa)

“A mochila deve ter costas almofadadas, duas alças ajustáveis – de maneira a que fique encostada, o máximo possível, às costas da criança – e deve ser feita de material leve e resistente”, explica Paulo Pereira, coordenador nacional da campanha Olhe Pelas Suas Costas.

No caso das crianças que percorrem longas distâncias a pé, as malas com rodinhas também podem ser uma opção: “Para estes casos, o ideal é optar por uma mochila com uma pega suficientemente comprida, capaz de evitar a inclinação do tronco da criança durante o transporte”.

E acrescenta: “O excesso de peso nos ombros provocado pelos objetos que as crianças transportam na mochila pode prejudicar o desenvolvimento e contribuir para o desgaste da coluna vertebral, pelo que se recomenda que não ultrapasse dez por cento do peso da criança. Os alunos devem levar para as aulas apenas o material necessário para esse dia da semana”.

“Os objetos mais pesados devem ser colocados no fundo da mochila. Se esta tiver compartimentos laterais, a distribuição dos objetos deve ser feita de maneira a que a carga fique equilibrada”, reforça o especialista.

“A prevenção de problemas na coluna vertebral passa sobretudo pelos educadores, pais e professores, que devem estar atentos não só ao transporte de mochilas mas também à postura adotada durante as aulas e em casa, à prática de exercício físico e aos sintomas das crianças”, conclui Paulo Pereira.

As dores nas costas são a causa mais frequente das visitas ao médico. As doenças que afetam a coluna representam mais de 50 por cento das causas de incapacidade física. Estima-se que sete em cada dez portugueses sofrem ou já sofreram de dores nas costas.

A campanha Olhe pelas Suas Costas visa sensibilizar a população em geral para as dores nas costas, alertar para as suas consequências na vida pessoal e profissional dos portugueses, e educar sobre as formas de prevenção e tratamento existentes. A campanha conta com o apoio científico da Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna Vertebral, da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, da Sociedade Portuguesa de Neurocirurgia, da Sociedade Portuguesa de Medicina Física e de Reabilitação e da Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia.

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