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45 mil no OesteFest

Carolina Neves
4 de Agosto, 2015
A segunda edição do OesteFest, que decorreu nos dias 31 de julho, 1 e 2 de agosto, contou com um cartaz cem por cento português, levando cerca de 45 mil pessoas junto do cais da lagoa, na Foz do Arelho.
Carolina Deslandes

No âmbito deste festival, foram levadas a cabo algumas iniciativas para que o público pudesse adquirir bilhetes gratuitamente. Uma das iniciativas foi feita pela Walking Melodies – o OesteFest Student Project, que consistiu no reconhecimento do mérito dos alunos de vários estabelecimentos de ensino secundário e profissional do Oeste. Com o objetivo de premiar e reconhecer o mérito do melhor aluno de cada turma das escolas parceiras do Oeste Fest, esta iniciativa possibilitou que ao melhor aluno de cada turma ter acesso gratuito ao festival durante os três dias do evento. Outras iniciativas foram feitas pelos media partners da região, também no facebook dos promotores, entre outros.

No dia 30 de julho, os campistas puderam instalar-se no parque de campismo. De portas abertas a recebê-los esteve o Cocos Bar com a festa “Receção ao Campista”, um “aquecimento” para o que seriam os próximos três dias de festa.

O dia 31 contou com as presenças de Agir, Carolina Deslandes, Pista e Acts-Ups. Este dia talvez o ponto alto do festival, foi o mais esperado por parte da maioria dos festivaleiros. Patrícia Lopes, 17 anos e Carina Ramalho, 16 anos, participaram num festival pela primeira vez e contaram que o primeiro dia foi ” completamente fantástico “. Diogo Ferreira, 18 anos, com a experiência da primeira edição do festival, referiu que a deste ano “está a ser melhor”. A campista Joana Tomé, 15 anos, contou que o convívio com os amigos é uma das melhores partes do evento.

No sábado, subiram ao palco Diogo Piçarra, HMB, Born a Lion, Fast Eddie Nelson e Kerafix & Vultaire. Diogo Piçarra ficou surpreso com a adesão do público, pois “estava receoso porque como era a minha primeira vez aqui na Foz do Arelho, pensei que estivesse um pouco mais vazio, um público se calhar mais desconfiado, só que acho que foi um concerto cinco estrelas”, contou.

Héber Marques, vocalista dos HMB, referiu que não conheciam o festival, mas “demos um show fixe e o pessoal aderiu do princípio ao fim”. Como nunca tinham ido à Foz do Arelho aproveitaram o tempo para fazer praia, canoagem e jogar às cartas. Destacou o momento em que tocaram a música “Naptel Xulima”, sendo que “é engraçado ver que de concerto para concerto a adesão das pessoas e a cara de felicidade quando ouvem a música é cada vez maior”. Carina Querido, 19 anos e David Vicente, 22 anos, estiveram presentes todos os dias sempre com expectativas altas. Foram com o objetivo de ver Agir, mas acabaram por gostar mais dos HMB. Cristina Pecante, 57 anos, sem expectativas iniciais, contou que não conhecia os artistas mas mesmo assim estava a gostar. No festival “tenho visto gente de toda a idade à noite”, disse.

No último dia do Oeste Fest, Kataleya, Menasso e P*ta da Loucura foram os artistas que agitaram águas. Neste dia, já perto da meia-noite a organização abriu os portões para que todos tivessem acesso livre ao evento. Porém, esta ação trouxe alguns comentários negativos por parte dos participantes que tinham comprado bilhete.

Ao Jornal das Caldas, Kataleya afirmou que “estava à espera de um público quente, como era um festival” mas “até superou as minhas expectativas”, acrescentou. Contou que foi muito emotivo e muito bom ter o público a cantar com ela a letra da música “Tudo em mim”. Menasso, no Oeste Fest pela segunda vez, tinha expectativas altas “apesar de ser domingo, sabia que o pessoal aqui ia ter boa energia e foi isso que aconteceu”, declarou.

Para além dos concertos, o OesteFest ofereceu aos visitantes diversas atividades desportivas, dedicadas a toda a família, como batismos de canoagem e surf. O projeto Olha-Te mostrou o YogaKids, um yoga mais divertido para crianças, através da imitação de algumas posições de animais. Outras atividades como aulas de zumba, kizomba, body-combat e a Running Color estiveram a cargo do ginásio Queen’s Fitness Club. Esta última foi alvo de crítica por parte de alguns dos participantes, visto que o tempo de espera foi muito alargado para entrega de dorsais e a corrida começou quase duas horas depois do previsto.

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